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Delegado Waldir, o rei do Facebook, pode ser a grande surpresa eleitoral de 2014

Atacado por aliados, adversários e até jornalistas, o delegado Waldir Soares não desanima. Ele é um fenômeno. É conhecido como “rei do Facebook”, devido aos seus milhares de seguidores.

Waldir Soares é tucano, mas uma campanha solo, com escassos recursos. Mas pode ser a grande surpresa destas eleições. Não à toa alguns adversários começam a chamá-lo, numa referência ao deputado Tiririca, de “Waldirica”.

Rio Verde pode eleger dois deputados federais e quatro estaduais. Mas também pode não eleger nenhum

Rio Verde pode provocar uma das surpresas eleitorais deste ano. Pode eleger dois deputados federal, Heuler Cruvinel, do PSD, e Paulo Valle, do PMDB. Ou pode não eleger nenhum. O primeiro pode “derrotar” o segundo e vice-versa.

O município, um dos mais ricos e um dos mais mal administrados de Goiás, pode eleger quatro deputados estaduais — Karlos Cabral, do PT, Lissauer Vieira (apontado como o favorito), do PSD, Leonardo Veloso, do PRTB, e José Henrique, do PMDB —, mas também pode não eleger nenhum.

A tendência é que seja eleito aquele candidato (ou aqueles candidatos) que não concentrar seu trabalho eleitoral apenas em Rio Verde. Na eleição deste ano, o problema do município é a quantidade de candidatos. Curiosamente, os quatro nomes citados são da mais alta qualidade e, eleitos, contribuiriam para melhorar o Legislativo.

Doutora em Direito diz que não há relação entre nível de criminalidade e número de armas em mãos corretas

[caption id="attachment_13483" align="alignright" width="400"]Neste livro, a especialista Joyce Lee Malcolm sugere que até quem não gosta de armas se beneficia quando há muitos cidadãos armados em uma comunidade Neste livro, a especialista Joyce Lee Malcolm sugere que até quem não gosta de armas se beneficia quando há muitos cidadãos armados em uma comunidade[/caption] Uma sugestão de leitura para os desarmamentistas: o livro da americana Joyce Lee Malcolm, professora e doutora em direito do Estado da Virginia. Chama-se “Violência e Ar­mas — A Experiência Inglesa” (Vide Editorial, 325 páginas, tradução de Flávio Quintela). Foi traduzido agora, e encontra-se impresso ou em e-book. Joyce Malcolm faz um minucioso apanhado da violência no Reino U­nido (embora faça muitas referências, no texto, aos EUA) no período que vai da Idade Média ao século 20. O foco maior do estudo está no período absolutista dos séculos 15, 16 e 17, quando as armas de fogo tornaram-se populares, pelo baixo custo, no século 19, quando entra em vigor a Lei da Licença (1870), liberando as armas para a população, e no século 20, em que essas armas, agora mais modernas, passaram por períodos de liberação e proibição (que está em vigor). Os resultados da extensa pesquisa são os já conhecidos: não existe relação entre nível de criminalidade e número de armas em mãos corretas. Pelo contrário, até quem não gosta de armas se beneficia quando há muitos cidadãos armados em uma comunidade. Criminosos se sentem naturalmente temerosos em assaltar, por ignorarem quem estará armado. Os desarmados pegam “carona” com os armados e ficam mais protegidos. A professora demonstra que os séculos 16 e 17, quando as armas de fogo foram introduzidas e se tornaram comuns na sociedade inglesa, foram aqueles em que os homicídios e outros crimes violentos declinaram sensivelmente. Falando do século 18, a doutora Joyce informa: “Concluindo, no tempo exato em que o direito individual de possuir armas se tornava bem estabelecido, e em que armas de fogo substituíram armas mais antigas, a taxa de homicídios continuou seu declínio acentuado”. O capítulo sobre o século 19 termina com comentários da estudiosa como este: “O século 19 terminou com as armas de fogo plenamente disponíveis ao mesmo tempo em que as taxas de crimes armados haviam declinado e atingiam uma baixa recorde. Mesmo aqueles inclinados a exagerar sobre a criminalidade foram atingidos durante o século pelo baixo nível de violência”. No século 20, até o final da Pri­meira Guerra Mundial, melhor dizendo, até 1920, prevaleceu o direito tra­di­cional dos britânicos possuírem ar­mas. Nesse ano, surgiu a Lei de Armas de Fogo, de iniciativa do governo, temeroso de uma rebelião. Como no Brasil, o governo exigindo docilidade dos cidadãos, e se esquecendo de que o armamento dos bandidos é também fora da lei. Foi o ponto de partida para o aumento da criminalidade. Crimes violentos, tomando como base o ano de 1905, cresceram 174% até 1938 e 386% até 1948. Entre 1900 e 1974, o crescimento foi de 1.300%, segundo estudos acadêmicos. Em 1954, o controle sobre armas curtas era grande, e começaram as restrições à posse de espingardas. Em 1967 houve um banimento legal de praticamente todas as armas curtas. Pois bem: em 1954, em Londres, apenas foram registrados quatro roubos armados. Eles subiram para 1.400 em 1981 e 1.600 em 1991. E a criminalidade continuou crescendo, enquanto o governo britânico, via do Home Office, instruía secretamente a polícia para dificultar cada vez mais a posse de armas pelos ingleses. Exatamente o que faz hoje o governo petista com a Polícia Federal, para dificultar, ainda que contra a lei, a compra de uma arma pelo cidadão brasileiro desprotegido. E com o Exército, que ergue obstáculos até a compra de armas de competição por atletas atiradores ou simples colecionadores. Não temos espaço para mais comentários sobre o estudo da professora Joyce Malcolm. Mas as semelhanças com o que ocorre no Brasil com uma Lei do Desarmamento claramente favorável aos bandidos e pesando sobre as cabeças dos honestos como uma espada de Dâmocles, podem ser vistas por quem vier a ler o livro.

Bolsão radical do governo Dilma Rousseff insiste em tentar desmoralizar militares

As tentativas de diminuir as Forças Armadas são uma constante nas frações mais radicais do governo. A aceitação bovina com que os chefes militares têm engolido acusações, mentiras, parcialidades, imposições desnecessárias e até humilhantes, já atingiu a fronteira estabelecida para o respeito à hierarquia e à disciplina. A criação da Comissão Nacional da Verdade foi um dos mais fortes golpes aplicados às FFAA. Visi­vel­mente formada para reescrever a história vivida e adaptá-la à crença de uma minoria armada por ditaduras, negando fatos, só po­deria cumprir sua função se fal­seasse a participação do Exér­cito, da Marinha e da Aero­náutica, co­mo instituições, no Regime Militar. Essa minoria radical foi quem apontou os integrantes da dita comissão, e quem vetou a presença de militares na mesma, num gesto de cínica parcialidade. É ela quem quer, num desejo de vingança, revisar a Lei de Anistia, em benefício apenas de uma facção: a sua. Foi ela quem, por princípio, estabeleceu que a dita comissão nunca, jamais, em tempo algum poderia examinar os crimes mais covardes que a “esquerda revolucionária” cometeu quando pretendia substituir o regime militar brasileiro pela ditadura militar sino-cubana. O governo central — dificilmente seria diferente — demonstrou comungar com essas ideias revanchistas. Criou essa comissão. Nomeou como ministros da Defesa figuras até ofensivas às FFAA, pelo que representam em termos de oposição aos nossos militares, seu preparo cívico, sua dedicação e sua crença democrática. Um, figura de proa de um partido não só marxista, mas ditatorial, stalinista, atrasado. Outro, intelectualmente inexpressivo, responsável por vários desacertos em nossa diplomacia e despersonalizado a ponto de permitir interferência em sua pasta de figuras ainda mais inexpressivas do que ele. O governo distribuiu dinheiro público a terroristas conhecidos e reconhecidos. Exigiu de chefes militares participação em cerimônias desnecessariamente revanchistas, como honras militares extemporâneas à figura menor de João Goulart, um foragido do desprezo dos brasileiros que festejaram à época não sua deposição, mas sua fuga, porque fugiu, covardemente, de suas funções e de seu país. Prova de que as tentativas de diminuir as FFAA estão chegando ao limite, até para chefes escolhidos pela mansuetude e excessiva obediência á hierarquia, está na resposta dos chefes militares à Comissão Nacional da Verdade. Que fez indagação capciosa sobre tortura em instalações militares, tentando a obter afirmação desses chefes de que a cúpula militar brasileira era, sim, conivente com excessos praticados no tempo da luta armada desfechada pela esquerda. Ao se recusar a uma confissão forjada, ao não aceitar uma verdadeira farsa intelectual que lhes seria humilhantemente imposta, esses chefes ao menos demonstram que ainda podem reagir, e que já basta, pois até já aceitaram o descumprimento da lei para não desagradar os poderosos de esquerda, não cassando, por exemplo, comendas de mensaleiros condenados e presos. Essa ação governamental tão deletéria tem outra desvantagem: não é estéril. Reproduz-se em horríveis filhotes. Parte da classe política brasileira, sempre esquecida de seu desgaste, sabendo não servir de exemplo para ninguém, resolve seguir o exemplo dos atacantes de militares, prazerosamente. Como dá fama afirmar que os militares assassinaram Juscelino Kubitschek, Jango Goulart e Carlos Lacerda! Como os políticos, e os mais medíocres, adoram fazer isso. E não há indícios confiáveis sequer de que isso houvesse sido uma hipótese. Ao contrário, as provas todas desmerecem essas suposições, as investigações mais sérias as desmentem. A despeito disso, e sem um fato de peso sequer, um grupo de vereadores, autodenominado Comissão da Verdade Vladimir Herzog, da Câmara de Vereadores de São Paulo, chegou à “conclusão” de que Juscelino havia, sim, sido assassinado. Não se acredita, mas se compreende: essa pirotecnia de maus motivos dá fama a quem não a consegue por bons motivos. A deputada e ex-ministra Maria do Rosário (PT) era há pouco tempo, lembremo-nos, uma figura saltitante, buscando os holofotes, na exumação do corpo de Jango. Fato recentíssimo: o deputado gaúcho do PSB Beto Albu­querque fez um estardalhaço quando a Força Aérea Brasileira, por seus insuspeitos técnicos, respaldados por colegas estrangeiros, descobriu que havia um defeito no sistema de gravação do avião acidentado de Eduardo Campos. Segundo o deputado, a culpa seria da FAB, interessada em ocultar as causas do acidente. Ligou para o ministro da Defesa, Celso Amorim, essa figurinha carimbada do governo, que ficou de interpelar o chefe da Força, o brigadeiro Juniti Saito. Quem sabe, deputado, essa queda de avião não é coisa da Operação Condor? Ou do presidente Médici e da linha dura do Exército? Quem sabe de Costa e Silva? E esse deputado é candidato a vice-presidente pelo PSB. Essa falta de discernimento é sinal do nível de nossos políticos, e de que teremos que esperar muito pela maturidade de nossa democracia.

Marina Silva deve abrir canal de conversação com o governador Marconi Perillo

Candidata a presidente pelo PSB, Marina Silva quer abrir um canal de diálogo com o  governador Marconi Perillo, possivelmente com a intermediação daquele que o alto clero socialista chama de “o golden boy de Goiás”, Eduardo Machado.

Em Goiás, Marina só não aceita aliança com Ronaldo Caiado e com o PT. Porém, como Iris Rezende se tornou aliado de Caiado, quase um agregado — porque o democrata está se tornando seu oxigênio político, uma espécie de agente renovador —, Marina certamente não quer contatos de primeiro grau com o peemedebista.

Caiadista diz que Goiás terá Marconi Perillo reeleito e Ronaldo Caiado eleito para o Senado

De um aliado do deputado federal Ronaldo Caiado: “Em Goiás não tem mais jeito, não. O governador Marconi Perillo, o político mais profissional do Estado, vai ser reeleito. Mas ainda bem que Caiado vai ser eleito senador”.

Caiadistas garantem que Iris Rezende não empolgam as bases de Ronaldo Caiado

Caiadistas que apoiam Marconi Perillo para governador dizem, sem meias palavras, que Iris Rezende não empolga as bases do deputado federal. “Nós não gostamos de Iris Rezende e sabemos que ele não gosta de nós.”

Mas Caiado está de fato empolgado com Iris Rezende, apesar de o peemedebista permanecer estagnado nas pesquisas.

Marconi aciona Iris e Vanderlan por suposta irregularidade nas redes sociais

Assessoria jurídica do tucano moveu ação contra as campanhas de candidatos do PMDB e PSB por conta dos indícios de comercialização de “likes” em fan pages de governadoriáveis

Petistas sugerem que Paulo Garcia crie comitês para recuperar Goiânia e sua imagem

Alguns petistas dizem que Paulo Garcia, embora seja um político sério, não ouve nem mesmo os petistas. Estes avaliam que, a partir de outubro, se Iris Rezende for derrotado para o governo, o prefeito pode se livrar de alguns “penduricalhos”.

“Paulo Garcia não tem mais reeleição à vista. Então, não dá para entender porque não rompe certos compromissos, governando de maneira mais independente”, afirma um deputado petista.

A ligação de Paulo Garcia, na avaliação de petistas, está amarrando sua gestão em Goiânia. O controle é tão forte, segundo um petista, que Iris Rezende estaria obrigando Paulo Garcia a apoiar Iris Araújo em Goiânia.

Grupos de Paulo Garcia e de Rubens Otoni vão terçar forças pelo controle da Prefeitura de Goiânia

O deputado estadual Humberto Aidar (PT) não abre mão nem para Adriana Accorsi nem para Paulo de Tarso — nomes preferidos pelo prefeito Paulo Garcia — e disse, a dois deputados, que seu projeto número, em 2016, é disputar a Prefeitura de Goiânia.

O grupo de Paulo Garcia sugere que o grupo de Humberto Aidar fique em Anápolis, onde já reina com o deputado federal Rubens Otoni e com o ex-prefeito Antônio Gomide.

Júnior Friboi não aprova cooptação que Sandro Mabel tenta fazer de seus aliados

Não convidem o empresário Júnior Friboi e o deputado Sandro Mabel para a mesma picanha da churrascaria Montana Grill. Pode sair sangue, e não será da picanha.

Aliados de Friboi alegam que Mabel, num suposto processo de traição política, estaria tentando cooptar aliados do empresário para a campanha de Iris Rezende. Ele tem enviado uma série de emissários para conversar com o deputado Leandro Vilela e com o prefeito de Jataí, Humberto Machado.

 

Leandro Vilela e Humberto Machado não farão campanha mas devem votar em Marconi Perillo

O deputado federal Leandro Vilela e o prefeito de Jataí, Humberto Machado, desconversam. Não dizem que apoiam Marconi Perillo — em quem votarão —, mas, contrariando o deputado Sandro Mabel, também não dizem que votarão em Iris Rezende para governador.

Leandro Vilela e Humberto Machado, além de ligados ao prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, mantém ligação umbilical com Júnior Friboi. Os três, menos Maguito, abominam Iris e Iris Araújo.

“Queremos para Goiás o que Eduardo Campos queria para o Brasil”

Vanderlan Cardoso afirma que pesquisas que indicam sua perda de competitividade na corrida pelo Palácio das Esmeraldas não retratam a verdade das ruas

Integrante da Acieg diz que Paulo Garcia deveria renunciar e abrir espaço para Agenor Mariano

De um integrante da Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás (Acieg): “O prefeito Paulo Garcia parece que não tem mais interesse em administrar a cidade. Não sei por que não renuncia e abre espaço para seu vice, Agenor Mariano”.

Por que o sr. apoia Agenor Mariano para prefeito? “Porque ele tem vontade, competência, é jeitoso e gosta de administração e de política”, diz o líder classista.

Iris Rezende garante a aliados que não tem medo de Carlos Cachoeira e cobra apresentação de provas

O candidato do PMDB a governador de Goiás, Iris Rezende, disse a mais de um aliado que não vai se intimidar com as críticas do empresário Carlos Cachoeira.

O peemedebista disse que vai continuar criticando Cachoeira. Chegou a dizer a um peemedebista de Goiás que, se tem provas contra ele, que Cachoeira as apresentes.

Uma coisa é certa: Iris não é homem de blefar.

Última cartada para impedir reeleição de Marconi

Iris Rezende, Vanderlan Cardoso e Antônio Gomide vão ter que caprichar nas mensagens para evitar que Marconi vença mais uma vez