Notícias
[caption id="attachment_21259" align="alignright" width="300"]
Foto: Divulgação/ Facebook da senadora Kátia Abreu[/caption]
Kátia Abreu é goiana, mas é senadora pelo PMDB do Tocantins. Ela também é presidente da Confederação Nacional da Agricultura e vai ser anunciada como ministra da Agricultura do segundo governo da presidente Dilma Rousseff.
A senadora, reeleita no pleito deste ano, é uma das vozes mais autorizadas do setor rural no País.
Esta é a sexta entrega de escrituras que acontece na região
Quase metade dos candidatos inscritos irá concorrer pelo sistema de cotas
A presidente Dilma Rousseff convocou o economista Nelson Barbosa para uma conversa em Brasília. A petista-chefe não quer conversa de que o ministro da Fazenda terá “autonomia” — o que queria Luiz Carlos Trabuco e Henrique Meirelles — para definir a política econômica, o que o tornaria uma espécie de primeiro-ministro. Ela não quer um novo Fernando Henrique Cardoso no governo. No governo de Itamar Franco, FHC assumiu o Ministério da Fazenda e se tornou, de pronto, “primeiro-ministro”, praticamente mandando na gestão. Dilma Rousseff quer um ministro forte, mas seguindo firmemente sua orientação. A presidente não quer o Estado a serviço do mercado financeiro. Quer manter o Estado como representante da sociedade, inclusive com amparo aos setores mais carentes. Se Nelson Barbosa aceitar a tese de que é preciso um Estado necessário, não um Estado mínimo, será indicado ministro da Fazenda. Nos bastidores, comenta-se que vai aceitar a incumbência, mas vai trabalhar por um Estado um pouco menor e menos dispendioso para a sociedade, mas sem contrariar as linhas básicas do pensamento de Dilma Rousseff. O foco de Nelson Barbosa, se assumir, será fortalecer o crescimento da economia, mas sem esquecer nas apostas do desenvolvimento.
Novas provas divulgadas pela DIH confirmam que a mesma arma foi utilizada nos crimes cometidos pelo vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, preso em 14 de outubro
Na segunda-feira (24/11), Francisco Ribeiro Telles participa de encontro na Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg)
Dados indicam que 7% das mulheres correm o risco de sofrer violência em algum momento das suas vidas
Comissão deveria se encerrar até o próximo domingo (23), mas parlamentares pretendem ouvir novos depoimentos e analisar sigilos fiscal, bancário e telefônico que serão quebrados
Nove motoclubes já confirmaram participação no evento, que será realizado no HGG neste sábado (22/11).
O Hemocentro de Goiás realiza, neste sábado (22/11), em parceria com o IdTech - Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano, a abertura da Semana do Doador de Sangue. No Hospital Alberto Rassi (Hospital Geral de Goiânia - HGG), a partir das 9 horas, membros dos principais clubes motociclistas do Estado se reuniram para provar que, além de aventureiros, são companheiros daqueles que precisam de ajuda para "continuar na estrada".
O ato de solidariedade contará com trilha sonora rock'n'roll e, de acordo com o instituto, são esperados cerca de 200 motociclistas de nove motoclubes. Além dos aficionados pelas duas rodas, o grupo de escoteiros Clube da Flor de Lis também confirmou presença no evento, que será realizado na recepção do Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do hospital. O espaço servirá como uma estrutura provisória de coleta de sangue, composta por cadastro, pré-triagem, entrevista, sala de coleta e outra para o lanche.
Para a coordenadora de coleta do Hemocentro de Goiás, Katiuscia Freitas, o evento envolvendo os motociclistas ajudará a quebrar preconceitos sobre os doadores de sangue. “Muita gente acredita que pessoas com tatuagem por exemplo não podem doar. Mas podem, desde que tenha sido feita em um período superior a um ano”, explica. São outros requisitos para a doação: ter acima de 50 quilos, ter até 69 anos e gozar de boa saúde.
O Hemocentro de Goiás, que abastece os hospitais públicos do Estado, como o Hospital Geral de Goiânia, precisa constantemente de doações. De acordo com a chefe do Serviço de Hematologia, Yana Rabelo, o HGG utiliza cerca de 400 bolsas de sangue por mês para a realização de cirurgias, terapia intensiva e tratamento clínico. "Todos os pacientes estão sujeitos a transfusão de sangue. E este é um tipo de material exclusivamente humano, que não existe para comprar ou qualquer outro substituto”, explica a médica.
Semana do Doador
Além da atividade no HGG, a Semana do Doador de Sangue continuará até o sábado seguinte. O Hemocentro fará um evento com homenagens especiais aos doadores que comparecerem no Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, 25 de novembro, e no dia 29, será realizada uma ação no Parque Vaca Brava.
[Iúri Rincon Godinho, José Guilherme Schwam e Luciano de Castro Carneiro]
Iúri Rincon Godinho
O jornalista José Guilherme Schwam, apresentador do programa “Pelos Bares da Vida”, está internado na UTI do Hospital Anis Rassi depois de se sentir mal na manhã de quinta-feira, 20. Seu quadro é de pneumonia dupla. De acordo com um dos médicos que o atendeu, o cardiologista Abrahão Afiune, ele chegou em estado de choque à unidade de saúde, com dificuldades para respirar, pressão descontrolada e falência da função renal. No boletim de sexta-feira, 21, ele continuava respirando com dificuldade mas o rim voltou a funcionar, a pressão se mantinha estável e ele estava consciente.
Na quarta-feira, 19, à noite, José Guilherme participou normalmente do lançamento de um guia de turismo na sede do Sindicato de Hotéis de Goiânia. De acordo com o presidente da entidade, Luciano de Castro Carneiro, o jornalista estava disposto, de bom-humor, falante e em momento algum demonstrou qualquer problema de saúde. Também presente ao evento, o executivo Cláudio Manoel Serrano relata que o apresentador estava tossindo. Na manhã de quinta-feira, ele teve uma forte dor na perna, fraqueza e não conseguia respirar direito. Uma unidade do Samu o levou até o Hospital Anis Rassi.
Prefeitos de Goiânia e Aparecida, Paulo Garcia e Maguito Vilela, deputados Daniel Vilela e Bruno Peixto, bem como funcionários da prefeitura foram ao velório no Paço Municipal
Serão beneficiados os imigrantes sem documentos que têm filhos nascidos nos EUA, bem como os ilegais que entraram no país menores de idade. A medida beneficiará até 5 milhões de imigrantes ilegais
[Adriana Accorsi e seu pai Darci Accorsi]
Darci Accorsi nasceu para ser mestre e alegre. Na Universidade Católica de Goiás (UCG), entre 1980 e 1983, cursei História e o gaúcho de olhar vivo e inquisitivo foi meu professor de Filosofia, no Básico. Depois, no curso de Filosofia da Universidade Federal de Goiás, no início da década de 1980, voltou a ser meu professor. Sua vocação era dar aulas – o que fazia com enorme prazer. Era mais diversão do que trabalho. Estudar Heidegger, ou qualquer filósofo complexo, era uma delícia. Darci tornava-o simples, mas sem simplificá-lo. Outro excelente professor, o padre Jordino, adensava Heidegger, ampliava sua complexidade, sugeria que estudássemos alemão. Darci puxava o filósofo alemão para perto de nós. Não nos iludia, indicando que se tratava de um filósofo fácil, mas buscava torná-lo mais acessível. Às vezes, com aquele jeitão extrovertido e olhar perscrutador, explicava que era preciso dominar os conceitos e o vocabulário mais utilizado pelo filósofo. Daí tudo ficava menos difícil.
Paralelamente à sua atividade docente, Darci dedicava-se à militância política, no Partido dos Trabalhadores, o PT. Era uma de suas estrelas. Por duas razões: era motivador e líder. Fazia tudo com paixão. Costuma-se dizer que o PT faz mais reuniões do que gestão. Marca-se uma reunião para, a partir dela, fazer outra reunião. É a má fama do PT. Mas Darci era diferente, ou ligeiramente diferente. Há quem não considere que tenha sido bom prefeito. Engana-se. Não foi mau prefeito. Talvez tenha sido o melhor prefeito do PT na capital. Devemos a ele, entre outras coisas, o Parque Vaca Brava. No poder, quando muitos mudam, tornando-se autoritários e arrogantes, permaneceu democrata e aberto ao diálogo. Tinha uma delicadeza no trato pessoal ímpar. Não era vingativo nem ressentido.
Depois, voltou a disputar a Prefeitura de Goiânia, mas foi derrotado. Dizem que descasou-se do PT. Talvez tenha sido diferente: o PT, em certo momento de radicalização, o deixou. Mas ele, mesmo se filiando noutro partido, não havia deixado o PT. Tanto que, mais tarde, voltou ao partido. Tinha forte identidade com o PT moderado, mais próximo da socialdemocracia. Darci era um realista, que sabia que administrar não é colecionar ideias bonitas e impraticáveis sobre mudar o mundo. Sabia que gerir bem um município é o comecinho para mudar a cidade, o país e o mundo.
Há pouco tempo, as redações receberam a informação de que Darci estava doente – tinha câncer. Devido ao fato de ser um homem esfuziante – este espírito alegre e feliz disfarçava sua idade e todos sempre pensavam que era mais jovem, muito mais jovem (quase sempre de cabelos revoltos, um cigarro na mão e o inconfundível sotaque gaúcho) – muitos duvidaram de que a notícia fosse verdadeira. Mas era. Sempre um resistente, tratou-se, seguiu as recomendações médicas. Porém, com a agudização do câncer, o organismo não resistiu e o mestre Darci morreu, aos 69 anos, na quinta-feira, 20, em Goiânia. Talvez seja possível sintetizá-lo assim: um homem alegre, de bem e do bem. Um homem que viveu para servir.
Darci deixa uma semente na política: sua filha Adriana Accorsi, delegada da Polícia Civil de Goiás que, na disputa deste ano, elegeu-se deputada estadual, pelo PT, com uma votação extraordinária. Adriana, com seu olhar luminoso, tem a paixão do pai para fazer o bem. Ele ficou orgulhoso com sua vitória eleitoral. Ele sabia que estava partindo, mas sabia que sua história teria sequência.
Graduado em Filosofia, o político administrou a capital na década de 90. Local e o horário do velório e sepultamento não foram informados
Estadão comete erro e diz que Marcelo Pires Perillo, ouvido pela Polícia Federal sobre acusação em Rondônia, é irmão de Marconi Perillo. Não é. Eles não mantêm nenhuma ligação

