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A medida tem como base supostas notícias do vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela de que menores brasileiros são levados ao país vizinho para que venham a auxiliar na implementação da “revolução bolivariana” no Brasil
“Não [estou] apenas tranquilo como incentivando as investigações”, disse, citando os trabalhos que vêm sendo feito pela PF, pelo Ministério Público da União e pelo Congresso
A empresa estrangeira, no entanto, não indicou quem subornou, tampouco os valores da operação e não poderá mais participar de licitações da estatal, destacou Graça Foster
Terão prioridade nesta segunda etapa pessoas jurídicas. Segundo um esquema divulgado, os devedores terão uma determinada porcentagem de seus débitos abatida de acordo com a quantidade de parcelas negociadas para a quitação
A “Folha de S. Paulo” não parou de demitir. No sábado, 15, afastou o repórter Ricardo Feltrin, do F5, o site de entretenimento da publicação dirigida por Otavio Frias Filho, na área editorial, e Luís Frias, no setor administrativo-financeiro. Mais uma vez, como ocorreu quando demitiu 14 jornalistas, há pouco, o jornal paulistano não explicou a razão do afastamento. As
Feltrin continua no UOL, como apresentador — às segundas — do programa “Ooops!”.
Recentemente, Feltrin publicou instigante reportagem sobre a investigação patrocinada pelo Vaticano sobre as ações do padre Marcelo Rossi na Igreja Católica.
No total, 23 pessoas foram denunciadas nesta segunda-feira
O primeiro governo de Marconi Perillo (1999-2002) foi alvissareiro para a área da cultura. Com o historiador e letrista Nasr Chaul à frente da antiga Agepel (Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira), foram criados o Fica (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, na Cidade de Goiás), o Canto da Primavera (em Pirenópolis) e o Tempo (Festival de Teatro de Porangatu). Para além dos festivais, o primeiro governo Marconi resgatou, ainda que timidamente, a construção de uma política pública de cultura, interrompida anteriormente com o fim do governo de Henrique Santilo (1987-1990). Já em seu segundo governo (2003-2006), Marconi se rendeu à cultura do espetáculo e da ostentação. A cambaleante Agepel foi rebaixada a agência de promoção de festivais -- o Fica, o Canto da Primavera e o Tempo. E recebeu uma inglória tarefa, típica da megalomania dos antigos mecenas: tirar do papel o Centro Cultural Oscar Niemeyer -- projetado pelo próprio --, cronicamente inconcluso. O governo Alcides Rodrigues (2006-2010) cumpriu, sem brilho, a batida agenda dos festivais. Foi marcado pelo exotismo de ter à frente da pasta da cultura a polivalente Linda Monteiro, primeira-dama da Terra FM, baluarte do mau gosto country-Gyn. Com Gilvane Felipe à frente da Agepel, Marconi devolveu a pasta da cultura ao bom gosto, mas iniciou seu terceiro governo (2011-2014) sem grandes pretensões para a a área pela qual sempre fez questão de manifestar especial apreço. Mas os artistas e a sociedade impuseram ao governo uma nova agenda da qual, pelo menos num primeiro momento, ele não pôde se desvencilhar. A promoção da Agepel a Secretaria Estadual de Cultura (SECULT-GO) e o penoso parto do Fundo Estadual respectivo são recentes conquistas que a comunidade cultural supunha absorvidas pelo próximo governo Marconi. Autoproclamado “o governador da cultura” em encontro com artistas ocorrido no palácio das Esmeraldas no início do ano, Marconi se disse amante das artes em geral – e dos livros em particular. Naquela ocasião, ao refluir de um abrupto corte perpetrado por seus tucanocratas no nascente Fundo Estadual de Cultura, o governador afirmou estar aberto ao diálogo com o segmento cultural, pelo qual ratificou seu especial apreço. Menos de um mês após reeleito, “o governador da cultura” enviou à Assembleia Legislativa o projeto de lei da reforma administrativa, que dentre outros cortes rebaixa a Secult-GO à subcondição de subsecretaria no âmbito da Secretaria Estadual de Educação. Em nível federal, foi no governo Sarney (1985-1990) que a cultura ganhou status de política pública autônoma em relação à educação, com a criação do Minc (Ministério da Cultura). Tendo sobrevivido a todos os governos desde a sua criação, o que não é pouco, o Minc foi fortalecido no governo Lula, com a marcante ascensão de Gilberto Gil ao posto de ministro. A gestão do ministro Gil contribuiu para consolidar a cultura como política pública, por meio de instrumentos como o Plano, o Sistema e o Fundo Nacional de Cultura. Por exigência legal para o repasse de recursos federais, esses três instrumentos devem ser replicados nos estados. E a gestão do plano, do sistema e do fundo nos estados com mais de meio milhão de habitantes deve ficar a cargo de uma secretaria (exclusiva) de cultura. Nessa linha, em 2012 o governo Marconi converteu a Agepel em Secult-GO, e em 2013 implementou o Fundo Estadual de Cultura. Em dois anos os recursos destinados à área quintuplicaram, apesar do desmantelo da máquina. Agora, surpreendentemente, “o governador da cultura” propõe o desmonte da pasta – e, consequentemente, o desmonte das incipientes políticas públicas a ela afetas. Sempre que anexada à gigantesca pasta da educação, a raquítica cultura é engolfada. Disso até Sarney já sabia, tanto é assim que criou o Minc. Marconi também sabia, tanto que transformou a Agepel em Secult-GO. Mas isso foi em 2012, antes da reeleição. Agora ele defende uma subsecretaria para a subcultura. O problema é que a subcultura só pode ter, no máximo, um subgovernador. Os artistas acusaram o golpe abaixo da linha da cintura. Promovem, em protesto, bundaços cênicos pelas praças do poder. Bundaços cênicos... Própria metáfora, incautos artistas.
A jornalista Fabíola Reipert foi condenada pela Justiça de São Paulo a pagar a R$ 72,4 mil de indenização por danos morais a Raí Souza Vieira de Oliveira, de 49 anos. Em 2012, a blogueira do portal R7 teria insinuado que o ex-jogador de futebol e o apresentador da TV Globo Zeca Camargo mantinham um relacionamento afetivo. A repórter pode recorrer.
Fabíola Reipert, segundo o UOL, comentou a decisão judicial: “O caso está a cargo do departamento jurídico do portal, por isso não gostaria de falar a respeito. Só acho estranho que seja proferida uma condenação baseada em suposições. A nota que eu publiquei não contém nenhuma afirmação de que Raí é homossexual ou teve algum caso com qualquer pessoa”. Raí preferiu não se pronunciar.
Por que a sexualidade alheia — não apenas a homossexualidade — incomoda tanto as pessoas, inclusive jornalistas? É um caso a se estudar. É provável que, no fundo, o jornalista acredite que o exercício de sua profissão não tem limites.
A função do jornalismo, se o jornalismo tem alguma função, é iluminar a sociedade e contribuir, de alguma maneira, para a construção de uma sociedade aberta, menos afeita a preconceitos. Certas notícias sobre a homossexualidade das pessoas, ao que parece, tem mais a intenção (inconsciente?) de reforçar preconceitos do que de esclarecer quaisquer fatos. No caso, há o agravante de que, tudo indica, a notícia não era verdadeira. Porém, se fosse, era mesmo uma notícia de relevância pública? Não era. Não é.
Raí é um cidadão exemplar, com ampla participação social. Não há nada que o desabone. É o Raí que interessa à sociedade.
No segundo debate sobre os novos valores venais, o secretário de Finanças, Jeovalter Correia, disse que acredita que projeto da Planta de Valores será aprovado na íntegra
Os inscritos podem tirar suas dúvidas sobre peticionamento eletrônico, atualizar dados e requerer troca de cartão de identidade profissional
Envolvidos são suspeitos de participação em um esquema criminoso de superfaturamento de contratos e obras da Petrobras
Anúncio havia sido suspenso na última sexta-feira porque a auditoria responsável pelas contas da companhia, a PricewaterhouseCoopers, se recusou a assinar o balanço
Expectativa da família é de recuperação total até o fim do mês
Até o momento, faltam três assinaturas para que requerimento seja apresentado. Vereadores da base assinaram documento
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Zander Fábio quer CEI para apurar condutas da Semdus e Sefis | Foto: Marcello Dantas/Jornal Opção Online[/caption]
Uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) pretende apurar supostas irregularidades nas secretarias de Fiscalização (Sefis) e de Desenvolvimento Urbano e Sustentável da Prefeitura de Goiânia. Autor da proposta, Zander Fábio (PSL) afirmou ao Jornal Opção Online nesta segunda-feira (17/11) que faltam três assinaturas para protocolar o requerimento na Câmara Municipal de Goiânia -- são necessárias 12.
O detalhe é que dos nove vereadores que assinaram o pedido até o momento, nenhum é da oposição. São cinco da base do prefeito Paulo Garcia (PT): Felizberto Tavares (PT), Welington Peixoto e Paulo Magalhães (Pros), Rogério Cruz (PRB), Mizair Lemes Júnior (PMDB). E outros quatro do bloco moderado, do qual Zander Fábio faz parte: Divino Rodrigues e Paulo da Farmácia (Pros) e Bernardo do Cais (PSC).
O autor do requerimento listou que vai tentar aumentar o número de assinaturas com os oposicionistas Elias Vaz (PSB) e Djalma Araújo (SD) em sessão da Câmara nesta terça-feira (18). Os dois o teriam garantido apoio.
Obras do Flamboyant
A CEI pretende apurar supostas irregularidades nas obras de expansão do shopping Flamboyant e a concessão de licenças para esse tipo trabalho por parte da Semdus, responsável por emitir a documentação necessária, e a Sefiz, que deve vistoriar o processo. De acordo com Zander Fábio, o estabelecimento teria demitido diretores na semana passada por conta das irregularidades nas obras. A assessoria de imprensa do shopping confirmou ao Jornal Opção Online que uma nota-resposta será divulgada em breve.
Ricardo Stuckert acredita que o novo smartphone da Apple põe fim à má fama das câmeras embutidas em celulares

