Notícias

Encontramos 148108 resultados
Favorito de Dilma, Trabuco se recusou a suportar mau humor e levar desaforo para casa

[caption id="attachment_21346" align="alignright" width="250"]artigo_scartesini.qxd Foto: Anderson Pierre[/caption] A presidente Dilma confiou no poder como uma arma de sedução capaz convencer o banqueiro Luiz Carlos Trabuco a ficar mais perto do Planalto como novo ministro da Fazenda. Depois de todo o cerco ao seu favorito, esperava que ele cedesse. Não cedeu. Pesou em Tra­buco a rejeição pessoal ao modo ríspido com que a presidente trata sua equipe em momento de crise. Quem disse isso foi o próprio Trabuco a íntimos, dias atrás. Poder por poder, ele também o tem como presidente do Bradesco. De sua cadeira pode se entender com qualquer autoridade pública ou privada do país. Conhece bem a casa onde trabalha e nela ascendeu sem depender de gentilezas de políticos ou dos chefes internos. Porém, a rejeição não foi apenas à pessoa da presidente e à máquina política. O chefe da Casa Civil, economista Aloizio Mercadante, tratou com desenvoltura da adoção de uma nova política econômica desde que se soube que o atual ministro Guido Mantega não ficaria em sua cadeira até o fim do primeiro mandato de Dilma. Trabuco e Merca­dante poderiam trombar.

Moderno, Leobino vai ampliar interlocução com outros poderes e com a sociedade

[caption id="attachment_21341" align="alignleft" width="150"] Leobino Valente, novo presidente do TJGO| Foto: Wagner Soares Leobino Valente, novo presidente do TJGO| Foto: Wagner Soares[/caption] É consensual: o presidente eleito do Tribunal de Justiça de Goiás, Leobino Valente, é um desembargador competente e íntegro. Não só. Ele tem uma grande capacidade de articulação e interlocução com os demais poderes e com a sociedade. Um desembargador diz que, por ser moderno e, ao mesmo tempo, rigoroso no cumprimento da lei, Leobino Valente pretende tornar o Judiciário mais ágil e cada vez mais próximo da sociedade.

Francisco Almeida, eleito presidente do Crea-Goiás, deu um banho no adversário

[caption id="attachment_21337" align="alignleft" width="300"]m_francisco_almeida Novo presidente do Crea, Francisco Almeida | Foto: Reprodução[/caption] Francisco Almeida foi eleito presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), na semana passada, e vai dirigir a autarquia goiana de 1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2017. Como era esperado, Francisco Almeida, um dos melhores presidentes da história do Crea, deu um “banho” em Idalino Hortêncio. Francisco Almeida obteve 1.758 votos e Idalino Hortêncio, 822. Uma vitória acachapante, com o dobro dos votos, mas esperada. Espera-se que, a partir de agora, o Crea participe das grandes discussões sobre Goiânia e o Estado. Aposta-se que, finalmente, acabou-se a omissão, o receio de desagradar autoridades.

“A reforma administrativa vem para mudar o patamar da gestão em Goiás”

Em consonância total com Marconi Perillo, vice-governador trabalha no convencimento dos deputados e diz que a mudança na estrutura colocará o Estado como destaque em termos de gestão eficiente

O que atrapalha vice-prefeito Agenor Mariano é sua “irisdependência”

De um peemedebista da jovem guarda: “Já que Iris Rezende aprecia a lealdade do vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano, por que não o apoia para prefeito de Goiânia?” O peemedebista diz que, como Agenor Mariano pertence à jovem guarda do partido, mesmo os não-iristas não colocariam nenhum obstáculo à sua candidatura. Porque ninguém poderá acusá-lo de não representar a renovação. “A ‘irisdependência’ de Agenor Mariano o atrapalha junto às forças da renovação, como Júnior Friboi e Daniel Vilela, mas, por ser competente e participar ativamente da vida do partido, ninguém teria coragem de barrar sua candidatura”, afirma o peemedebista. Não são os grupos de renovação do PMDB que barram a ascensão de Agenor Mariano, e sim o próprio Iris Rezende. “Ser aliado de Iris Rezende é contentar-se em ser uma força secundária”, afirma um deputado estadual do partido.

Vitória de Iris Rezende para prefeito de Goiânia pode ser uma grande derrota do PMDB

Um deputado federal do PMDB sublinha que uma vitória de Iris Rezende para prefeito de Goiânia é um vitória pessoal, mas não é do partido, que não terá, mais uma vez, se renovado.

Hildo do Candango vai enfrentar Geraldo Messias na disputa pela Prefeitura de Águas Lindas

O prefeito de Águas Lindas, Hildo do Candango (PTB), não faz uma gestão ruim. Mas não conseguiu eleger seu candidato a deputado estadual. Jiribita (PTB) obteve apenas 10.737 votos. O ex-prefeito Geraldo Messias (PP), que vai enfrentar Hildo do Candango, conquistou 12.716 votos. Mais do que o candidato apoiado pela máquina da Prefeitura de Águas Lindas.

Darci Accorsi morreu e Iris Rezende não foi ao enterro. O peemedebista é sempre elegante

Ninguém entendeu os motivos de Iris Rezende ter preferido voltar para a fazenda, no Xingu, a ir ao velório do ex-prefeito de Goiânia, Darci Accorsi (PT), que morreu, na semana passada, aos 69 anos. Um peemedebista histórico apresentou uma explicação: “Iris Rezende possivelmente acredita que terá de enfrentar Adriana Accorsi na disputa pela Prefeitura de Goiânia, em 2016. Portanto, já a considera como adversária”. Ocorre que Iris, nestes casos, é sempre um homem elegante e cortês.

Friboi aposta em união de PMDB e PSDB na disputa para o governo em 2018

Friboi permanece acreditando que, em 2018, terá o apoio do PMDB e do PSDB do governador Marconi Perillo para disputar o governo. Sonho? Fantasia? Talvez ingenuidade de quem é novo no meio político.

Lêda Borges pode devolver derrota a Lucimar Nascimento na disputa de 2016/

Em Valparaíso, Lêda Borges (PSDB), que se elegeu deputada estadual este ano, vai disputar a prefeitura contra a prefeita Lucimar Nascimento (PT). Lêda Borges tem o apoio da senadora Lúcia Vânia e do deputado federal eleito Célio Silveira. Lucimar Nascimento enfrenta um problema. Ela terá a força da máquina, mas, além do desgaste de uma gestão pouco renovadora e criativa, não terá mais o apoio de Agnelo Queiroz, que, em 2016, não estará mais no governo do Distrito Federal.

PT mostra fragilidade eleitoral no Entorno de Brasília e terá dificuldade para eleger prefeitos

Não deixa de ser curioso ou sintomático: o PT do Entorno do DF não elegeu nenhum deputado, estadual ou federal, em 2014. Mostrou fraqueza eleitoral. O Professor Silvano (7.095), Hugo Bites (1.851) e Cassiana Tormin (14.171) não obtiveram, somados, o número de votos de Lêda Borges (32.217).

Sem força eleitoral local, prefeito pode buscar candidato noutro município

O prefeito de Cristalina, Luiz Carlos Attié, vai tão mal que não está conseguindo articular um sucessor da cidade. Tanto que está tentando buscar um político de Luziânia para disputar a prefeitura, em 2016. Recém-eleito deputado estadual, Diego Sorgatto (PSD) terá dificuldade para explicar ao eleitor de Cristalina porque, sendo de Luziânia, quer disputar mandato noutra cidade. Ele pode alegar que seu pai tem negócios na região. Mesmo assim, é inexplicável e, até, indefensável. Daniel do Sindicato (PSL) não foi eleito deputado estadual, mas em Cristalina teve mais votos do que Diego Sorgatto, que fez uma campanha com muito mais estrutura e o apoio da máquina da prefeitura.

Deputada Sônia Chaves é favorita na disputa pela Prefeitura de Novo Gama

Em Novo Gama, Sônia Chaves, do PSDB, vai terçar forças contra o prefeito Everaldo do Detran (PSL). Sônia Chaves, a favorita, dado o desgaste do prefeito, brigou com Lêda Borges e aproximou-se do prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin (PSD).

A presidente Dilma Rousseff não é a responsável pelo sucesso da Operação Lava-Jato

Para o procurador da República Helio Telho, o mérito das investigações que apontaram o esquema bilionário de corrupção na Petrobrás é do MPF

A nova guerra santa e a batalha por Jerusalém

Onda de violência é mais perigosa e muito mais mortal do que o que vem ocorrendo em 66 anos na região