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Morre Ana Maria, esposa do escritor José Mendonça Teles

O corpo está sendo velado no Cemitério Jardim das Palmeiras e o sepultamento será às 17 horas [caption id="attachment_38866" align="aligncenter" width="620"]ana-maria-foto-flavio-isaac José Mendonça e Ana Maria Teles, em homenagem no ano passado | Foto: Flávio Isaac[/caption] Iuri Godinho Especial para o Jornal Opção 3:32 da manhã e a amiga da vida inteira Alessandra Teles deixou três palavras no meu zap: “minha mãezinha faleceu”. Ana Maria, uma das pessoas mais importantes para a cultura goiana nos últimos 50 anos, o esteio silencioso de José Mendonça Teles, já não estava entre nós. Foi Ana Maria quem segurou todas as barras para que seu marido, José Mendonça Teles, se dedicasse integralmente e de graça à cultura. Ela quem topou dar sua casa histórica na Rua 24 para a fundação que leva o nome do Zé. Ela o esperava nas madrugadas após as intermináveis viagens que fazia como secretário municipal da Cultura ou presidente de instituições culturais. Nunca vi Ana Maria reclamar das santas doideiras que o Zé aprontava na sua abnegação pela cultura em um Estado periférico, de um país periférico pouquíssimo afeito ao saber. Pelo contrário, com seu olhar manso e silencioso, um meio sorriso nos lábios, ela o apoiava. Até como forma de incentivá-lo, brincava dizendo: "tudo que em Goiás nunca dá dinheiro, o Zé Mendonça faz". Ana e o Zé, suas duas filhas e depois as netas, as conheço desde sempre. Na adolescência já sentia a presença forte de Ana Maria, aquela que controlava e comandava a todos apenas com a autoridade do olhar, sem falar muito. Mas acima de tudo, dava espaço para que a família fosse o que quisesse. Alessandra Teles virou artista plástica, viveu as aventuras que quis pois sabia que sempre podia voltar para as asas acolhedoras da mãe. Quando José Mendonça piorou do Parkinson, ela novamente o apoiou quando decidiu realizar uma operação de risco para minorar os efeitos da doença. E de anjo da guarda do marido só não subiu de posto porque não existe cargo mais alto do que o de anjo que se dedica ao próximo. Cuidou do Zé até o último dia. No final de semana, Ana Maria baqueou. Enfraqueceu. Estava com anemia e pneumonia. Pelo Facebook, a filha Alessandra pediu sangue para a mãe. Um batalhão acorreu para ajudá-la. Quem dera a gente tivesse sobre a vida o doce e acolhedor controle que Ana tinha sobre a família. Mas a gente não tem e Ana Maria se foi nessa madrugada. Madrugada do apóstolo São João. O primo de Jesus, o cara que batizou o filho de Deus. Ana se foi numa bela data. Dia de festa. À sua maneira, foi também um apóstolo do bem para a família e, por consequência e sem nunca cobrar por isso, para a cultura goiana.

Cantor Cristiano Araújo morre após acidente de carro

O sertanejo estava foi transferido de Morrinhos para o Hospital de Urgências de Goiânia, mas não resistiu. A namorada, de apenas 19 anos, morreu no local do acidente

Cristiano Araújo sofre acidente em Goiás e está em estado grave

Veículo em que o cantor estava capotou na BR-153, próximo a Morrinhos. A namorada, Allana Coelho, não resistiu aos ferimentos e morreu no local

PSD de Vilmar Rocha filia João Antônio, ex-prefeito peemedebista de Inhumas

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Com o consentimento do deputado federal Roberto Balestra (PP), o PSD do secretário das Cidades, Vilmar Rocha filiou nesta semana o ex-prefeito dr. João Antônio, de Inhumas. Médico, João Antônio era um nome forte do PMDB no município, adversário histórico de Balestra, e governou a cidade entre 1993 e 1996.
Em 2012, disputou novamente a prefeitura,com apoio de José Essado, e contra Rondinelly Carvalhais, do PP de Balestra. Mas quem venceu foi o pedetista Dioji Ikeda, que, mesmo com intenso desgaste, deve ir à reeleição. Á época, João Antônio obteve 11.616 votos (36,82%).
Agora, no PSD e com o apoio de Vilmar Rocha e Roberto Balestra, João Antônio tentará de novo conquistar a Prefeitura de Inhumas. Dioji Ikeda decepcionou o eleitorado.
[Na foto acima, Vilmar Rocha, João Antônio e Roberto Balestra]

Raquel Teixeira recua e diz que não vai deixar o governo de Goiás

Em nota enviada ao Jornal Opção, a secretária da Educação contesta seu próprio desabafo, apresentado na UFG

UFG entra em greve em 1º de agosto

Uma assembleia decidiu na terça-feira, 23, que a Universidade Federal de Goiás (UFG) vai entrar em greve a partir de 1º de agosto deste ano. As regionais Goiás e Jataí já estão em greve.

O goiano Reinaldo Barreto descobre que Paris é uma festa na livraria Shakespeare and Company

O advogado goiano Reinaldo Barreto, curtindo temporada na Paris de Proust, Gide, Gertrude Stein, Joyce e Hemingway, visita, prioritariamente, museus e livrarias (além de vinícolas em outras regiões da França). O que mais o encanta é a livraria Shakespeare and Company, criada por Sylvia Beach (1887-1962) e, depois, gerida pelo americano George Whitman, que, embora não fosse, costumava dizer que era bisneto de Walt Whitman, o grande poeta americano. Lawrence Durrell, Allen Ginsberg, William Burroughs, Gregory Corso e muitos outros declamaram poemas na livraria. Jeremy Mercer, escritor canadense, chegou a morar nas suas dependências. O resultado é a obra “Um Livro Por Dia — Minha Temporada Parisiense na Shakespeare and Company”, que Reinaldo Barreto devorou num dia, depois de ler “Shakespeare and Companhy”, de Sylvia Beach, e um livro do jornalista Sérgio Augusto, “E Foram Todos Para Paris — Um Guia de Viagem nas Pegadas de Hemingway, Fitzgerald e Cia”, opúsculo devorado numa única tarde. Por lá também passaram James Joyce, Hemingway, Anäis Nin e Henry Miller. Anäis Nin era amante de Henry Miller, mas também passeou pela cama de George Whitman. Henry Miller adorava a Shakespeare and Company, “o país das maravilhas dos livros”. Em “Paris É uma Festa”, livro que permanece delicioso, o americano Hemingway escreve sobre a “livraria dos escritores”. George Whitman pedia aos clientes o que hoje parece impossível — que lessem um livro por dia. Pós-internet, funciona mais sugerir que se leia um livro por mês ou, quem sabe, por ano. A Shakespeare and Company funcionou em dois endereços, o bairro de Saint-German-des-Prés e, agora, na Rue da la Bûcherie. Sua primeira proprietária, Sylvia Beach bancou a publicação de “Ulysses”, o romance de James Joyce. Excêntrico, ou descuidado, George Whitman escondia seu dinheiro entre livros ou embaixo de colchões. Larápios sempre entravam na livraria porque sabiam que seria fácil encontrar alguma grana. O beatnik Gregory Corso roubava livros, notadamente os mais raros, para comprar heroína. Dois lemas da livraria — Seja gentil com estranhos, pois eles podem ser anjos disfarçados; — Dê o que pode, pegue o que precisar.

Justiça garante legalidade do parcelamento de salário dos servidores estaduais

Para desembargador, forma de pagamento, apesar de "preocupante", não viola legislação

Daniel Vilela critica expulsão de Friboi: “Diretório nacional vai mantê-lo e nos desmoralizar”

Deputado federal e integrante da executiva estadual diz que respeita decisão, mas sustenta que PMDB está preso em pautas negativas

Vitti diz que processo de indicação de vice do PSDB “poderia ter sido melhor trabalhado”

Depois de da bancada federal rejeitar o cargo de vice na legenda, o deputado estadual José Vitti foi chamado para integrar sigla

Professores da UFG aprovam indicativo de greve

Início não será imediato; paralisação deve começar apenas em agosto

Sob acusações de desvios, secretária diz que não se “brinca” com alimentação de criança

Neyde Aparecida anunciou criação de uma comissão especial pela Prefeitura de Goiânia para averiguar denúncias sobre a merenda escolar

“Todo mundo tem direito de criticar, principalmente o Lula”, diz Dilma Rousseff

Declaração foi feita após críticas do ex-presidente, que afirmou que a presidente "está no volume-morto" e que o PT perdeu a utopia

Jornalista da Veja é acusada de plágio de 65 matérias

Sindicato do Paraná concluiu que Joice Hasselmann copiou, em seu blog pessoal, 65 matérias de 42 jornalistas em menos de um mês de análise

Raquel Teixeira admite que pode deixar a Secretaria da Educação. Diz que está apanhando de todo mundo

A secretária afirma ter 68 anos e garante que tem compromisso com os professores e com a educação