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Aliados de Flávio Buonaduce avaliam que o desembargador aposentado, se não houver empecilho legal, tem direito de pleitear o comando da OAB-Goiás
Nas visitas ao interior, Lúcio Flávio precisa ser apresentado aos advogados. Porque ninguém sabe quem é ele
Desculpe, Aylan: a festa não era para você. A festa é sempre dos poderosos
Assessoria diz que 60 advogados participaram de uma reunião. Mas fotografias mostram no máximo 25 advogados
Que a agenda do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON) não para não dá para negar, não é mesmo? E o melhor, a galera de goiana tem realizado no espaço eventos para lá de legais. E, se não rola nada por lá, tem skate e patins para todo lado, certo? Pois, se liga, no domingo, 13, além dos rolês esportivos, acontece o Bananada Party. Agora advinha o headline. Certíssimo, Criolo volta para o CCON acompanhado da banda paulistana “Aldo, The Band”, a carioca “Dônica” e o rapper local “Gasper”; além de DJ sets do El Club. Realizado pela Construtora Música e Cultura, o evento começa às 17h. Os ingressos custam R$ 40, a meia, que você descola com a doação de 1kg de alimento não perecível.
Foi aberta neste sábado (5/9), no Rio de Janeiro, a exposição inédita Mafalda na Sopa, que homenageia os 51 anos da menina Mafalda
5 de setembro é dia de comemorar aquele velho amor fraternal; é dia de se alegrar com a existência daquela pessoa que consegue te irritar melhor do que ninguém. Ah, irmãos! Relação de amor, ódio e muito companheirismo.
Neste sábado (5/9), vale relembrar as lutas no chão da sala enquanto alguém sempre diz "isso não vai acabar bem" (e nunca acaba, não é mesmo?); as brigas para ver quem é o power ranger vermelho e quem é o monstro; as roupas emprestadas sem a sua permissão; os chocolates roubados; os dias que não pôde sair para cuidar do irmão mais novo; as brigas pelo controle remoto e por aí vai.
São tão diversas as relações entre irmãos. Uns são inseparáveis, outros não se suportam e alguns só se aguentam. De qualquer forma, o Jornal Opção Online revolveu lembrar de alguns irmãos do cinema que estão sempre juntos e que, convenhamos, não seriam ninguém sozinhos. Confira:
[ATENÇÃO: o conteúdo possui alguns spoilers]
1. Irmãos Gecko
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Foto: filme/ divulgação[/caption]
O filme "Um Drink no Inferno" foi dirigido por Quentin Tarantino e Robert Rodriguez (de Sin City e Planeta Terror) e nos apresenta os irmãos Seth (George Clooney) e Richard Gecko (Tarantino), unidos até no crime. Eles estão sendo procurados pela polícia, matam o xerife Earl McGraw (inclusive, o mesmo xerife de Kill Bill) em um posto de gasolina logo no início do filme e continuam fugindo.
Na estrada, os dois sequestram um ex-pastor e seu casal de filhos, com o intuito de atravessarem a fronteira do México. Depois disso, vão para uma casa noturna, "Titty Twister", que abre ao pôr do sol e fecha ao amanhecer. O motivo a gente descobre um pouco mais tarde, quando as dançarinas mostram as presas e aí começa um verdadeiro festival de sangue -- bem no estilo dos diretores mesmo -- que só termina ao nascer do sol.
2. Irmãos Winchesters
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Foto: divulgação/ série[/caption]
Entre anjos e demônio, fantasmas, monstros e outras criaturas, os irmãos Winchesters se completam e não suportam a ideia de ficarem separados. Não haveria "Supernatural" sem os irmãos Dean e Sam unidos, na vida e na morte (sempre superada, de uma forma ou de outra, na série).
3. Irmãos Pevensie
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Foto: divulgação/ filme[/caption]
A série cinematográfica de Nárnia não conta a história da forma cronológica como é contada nos livros. O primeiro longa, "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa" apresenta os irmãos Lúcia, Susana, Edmundo e Pedro Pevensie, que vivem na Inglaterra durante a 2ª Guerra Mundial. São levados pela mãe para ficarem por uns tempos em uma propriedade rural de um professor, onde descobrem um guarda-roupa que os leva para o mundo mágico de Nárnia.
O problema principal do vínculo é relacionado a Edmundo. Entretanto, no decorrer da história o jovem muda de postura e auxilia os irmãos a libertar Nárnia das mãos da Feiticeira Branca.
4. Irmãos Baudelaire
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Foto: divulgação/ filme[/caption]
Klaus, Violet e Sunny Baudelaire são três irmãos que recebem a notícia de que seus pais morreram em um incêndio em sua casa. Menores de idade, eles têm que ficar sob os cuidados de um tutor até completarem idade o suficiente para herdar a fortuna deixada pelos pais. É aí que começa "Desventuras em Série": quando o conde Olaf, um parente distante, faz de tudo para ter a tutela dos irmãos com o intuito de colocar as mãos na fortuna.
5. Gêmeos Weasley
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Foto: divulgação/ filme[/caption]
Os irmãos inseparáveis da série Harry Potter são separados no fim da história. Criativos e super divertidos, Fred e Jorge Weasley se completavam. Saíram de Hogwarts antes de concluir (depois de não aguentarem mais a diretora Dolores Umbridge) os estudos e abriram uma loja de doces e outros artigos no Beco Diagonal. Lutaram bravamente no fim do último filme, mas foram separados. Ninguém sabe como Jorge conseguiu sobreviver depois de perder o irmão...
6. Francisco e Thomás
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Foto: divulgação/ filme[/caption]
Esses irmãos do longa brasileiro "Do Começo ao Fim" são bem próximos. Próximos demais! Francisco (Lucas Cotrim) e Thomás (Gabriel Kaufmann) são filhos da mesma mãe, Júlia, interpretada por Julia Lemmertz, mas possuem pais diferentes. Os dois estão sempre juntos, desde pequenos, e a medida que crescem a relação se aprofunda ainda mais e se torna um tanto íntima.
Rapper paulistano trouxe ao festival o show do disco Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa, que também teve espaço para grandes sucessos
"Exílio é exílio", disse o norte-americano, que está refugiado na Rússia há dois anos. De acordo com ele, país foi última opção
Festival chega à sua 14ª edição com line-up diversificado. Sexta-feira foi marcada pelo indie rock e terminou com o rapper paulistano Emicida
Além do papo com Tulipa Ruiz, o Jornal Opção conversou com Baleia. Ambas atrações do Vaca 2015 [gallery type="slideshow" size="large" ids="44544,44545"]
“Não aguento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc. etc. Perdoai. Mas eu preciso ser Outros. Eu penso renovar o homem usando borboletas” – Manoel de BarrosYago Rodrigues Alvim Já tinha dedicado suas canções a namorados ou paixonites breves feito espirro –– um susto. Tinha também secado lágrimas ou se encharcado mais ainda, entremeado soluços. Foi assim até descobrir outras letras corriqueiras, até gostar mais da gostosura esbranquiçada das coisas corriqueiras –– não deixando nunca “Sushi”, “Do amor”, nada disso. Até provou de “Víbora” e doutras canções de Tulipa, a moça que viu umas duas vezes, nem que fosse para uma palinha a cappella. Entendeu, enfim, outras delícias dos três álbuns daquela que já era uma de suas mulheres favoritas da nova MPB. Foi com tal zelo que emendou perguntas ao telefone, ouvindo de cá, o barulho do carro, que levava Tulipa sabe-se lá para onde; talvez para cá, em Goiânia, onde ela cantaria suas canções. Parte dum festival que já assopra velinhas de 14ª edição, o show era o principal duma das noites do Vaca Amarela. Ali, um de circuitos favoritos de música, como ela conta. Tulipa conta de muitas coisas. De seus discos, de seu “eu lírico”, de seu irmão, Gustavo Ruiz, de Barros, conta até de seus desenhos. Desde 2010, quando lançou “Efêmera”, acompanho seu trabalho. Mais solar, o terceiro trabalho, “Dancê”, como você diz, é “um disco para se ouvir com o corpo. Para se deixar levar”. Como tem sido seu caminho e como é o novo disco? Eu acabei de lançar “Dancê”, o terceiro disco e é a primeira vez que vamos a Goiânia com este trabalho e estou muito feliz. Desde quando lancei “Efêmera”, eu não parei de viajar com a banda, o que tem sido muito legal. Do último álbum, nós temos recebido um retorno do público muito bacana. As pessoas estão muito interessadas pelo disco. Nos shows, o pessoal tem dançado muito. Pensando em imagens, o “Efêmera” é um disco muito pontual, específico em relação às coisas cotidianas. A própria música “Pontual” fala de uma pessoa que é atrasada. O “Tudo Tanto” é de um plano um pouquinho mais aberto. O “Dancê” é mais aberto ainda. É como se o “Efêmera” fosse um plano detalhe, “Tudo Tanto” um plano americano e o “Dancê” um plano geral. O terceiro disco é um desdobramento de tudo que tem acontecido desde o primeiro show do “Efêmera”. É uma consequência do trabalho em equipe, do trabalho da banda na estrada. Você comentou sobre a equipe. Eu gostaria de perguntar da sua parceria com Gustavo Ruiz, seu irmão, que me parece mais forte no último álbum. Como foi este trabalho, dividindo composições, além da produção? Realmente se tornou mais forte, pois nos tornamos parceiros na autoria da maioria das músicas. Nós funcionamos bem, temos um jeito prático de trabalharmos juntos. Quando nos encontramos para fazer música, nós rendemos. E nós nos propomos, para o último disco, uma coisa que não tinha rolado ainda. Nós viajamos e ficamos reclusos em um retiro, só pensando em música e no disco. Isso fez com que a nossa parceria aumentasse na hora das composições. Foi por conta disto, de uma imersão muito grande. [caption id="attachment_44543" align="alignleft" width="300"]
"Eu adoro tocar em festivais e é justamente por ser um público que não é necessariamente o seu; é uma conquista", diz Tulipa | Foto: Rodrigo Oliba[/caption]
A canção “Desinibida”, do primeiro álbum, tem alguns trechos que dizem “Gosta de ter o dia livre/Tudo que pinta satisfaz/Um jeito tão extrovertido/Seus argumentos são demais” e, em um vídeo, você conta que é sobre “uma mulher muito livre e solta e inteira”. “Desinibida” é sobre você? E como nascem suas composições?
Nas minhas músicas, o meu “eu lírico” sempre põe um pouco de mim e mais 40 mil pedaços de outras pessoas. O meu “eu lírico” é sempre híbrido. Meu processo criativo varia muito. Às vezes, pode vir uma melodia, noutra uma letra, primeiro. Às vezes até, eu começo a fazer algo no violão e o Gustavo me mostra uma harmonia. Varia bastante. No “Dancê”, eu experimentei muitos formatos de composição, muitos jeitos de compor inclusive com o Gustavo. Ele fez bastante letra, que era uma coisa menor nos outros discos; eu optei bastante nos arranjos. Não tem uma sequência específica, um formato específico do processo criativo. Eu costumo até falar que “o processo criativo está sempre em processo”.
Quais são as suas referências musicais e até na literatura?
Eu gosto muito da compositora e coreógrafa Meredith Monk, da Yoko Ono e do escritor Manoel de Barros.
A ilustração também é um meio de expressão e reflexão artístico, só que em silêncio. Seus trabalhos, tanto musicais, quanto ilustrativos, são muito solares. Como é se expressar por meio dos desenhos?
Para mim, é bem parecido com a música, até mesmo o processo criativo, as inspirações. Eu comecei a ficar com vontade de desenhar, a curtir desenho vendo capa de disco. Então, é muito misturado. O desenho e a música ainda estão muito juntos, muito cotidiano em mim.
Você se apresenta pelo Vaca Amarela, um festival de música independente que chega a sua 14ª edição, e já veio a Goiânia em outras ocasiões. Numa delas, só cantou um trechinho a capela de “Efêmera”, por conta de uma chuva imprevista; em outra, fez um show maravilhoso na Universidade Federal de Goiás (UFG). Qual a importância de festivais como o Vaca para a cena independente?
Eu adoro tocar em festivais. Circuitos que eu mais gosto de fazer são os de festivais. E é justamente por ser um público que não é necessariamente o seu; é uma conquista. O formato “festival” é um trabalho muito sério e interessante para formar plateia. Eu gosto por conta da diversidade. Alguém que vai ver um show específico pode conhecer novas bandas. Eu gosto também pela troca que existe entre os artistas. Nós nos encontramos tão poucos em outros lugares e, às vezes, os festivais são a oportunidade que temos de trocar figurinha com nossos pares.
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União Europeia (UE) em missão naval contra o tráfico de migrantes no Mediterrâneo | Foto: Winkler/ Bundeswehr[/caption]
Da Agência Lusa
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) se comprometeram hoje (5) a reforçar a cooperação para responder à crise dos refugiados, num acordo que inclui a proteção dos direitos humanos e o aumento do apoio financeiro a países africanos.
“Acabou o jogo de passar a culpa para os outros. Agora é hora de tomar medidas”, disse hoje a chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, no final de dois dias de reuniões informais dos ministros dos Negócios Estrangeiros, que teve como tema exclusivo a questão das migrações e a situação dos refugiados.
As 28 nações da UE estavam bastante divididas sobre o que fazer em relação aos fluxos de migrantes. A maior parte deles têm abandonado seus países para fugir dos conflitos no Oriente Médio e no Norte da África.
Deputado federal revela plano de trocar o Legislativo pela administração de seu município no próximo ano, mas opera pela união e diz que não será candidato de si mesmo
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Iris Rezende pode ser atropelado por Vanderlan Cardoso ou por Jayme Rincon, que, além de gestores, representam mais o novo | Fotos: Fernando Leite[/caption]
Os peemedebistas, mesmo os que não têm muita simpatia por seu estilo trator de esteira, garantem que Iris Rezende será candidato a prefeito de Goiânia em 2016, quando terá 83 anos, pelo PMDB. O peemedebista-chefe é um político paradoxal. As pesquisas sugerem, no momento, que é, mesmo, o candidato com mais apelo popular. Ao mesmo tempo, depois de disputar várias eleições, mantém seu prestígio quase intocado. Portanto, trata-se de um candidato imbatível? Não.
O paradoxo é exatamente este: Iris Rezende é o candidato mais forte e, ao mesmo tempo, o mais fácil de ser derrotado. Parece confuso, mas não é.
Dependendo dos candidatos a prefeito, Iris tende a ser eleito com facilidade. Um Waldir Soares pode assustá-lo, inicialmente, mas tende a perder para o peemedebista. O motivo é simples: trata-se de um gestor experimentando contra um político que administrou no máximo uma delegacia de polícia. Porém, se enfrentar gestores consistentes e que consigam articular um marketing político eficiente e sugerir que representam forças renovadoras e modernizadoras, pode perder.
Vanderlan Cardoso (PSB) é consistente como gestor — foi prefeito de Senador Canedo, eficiente, e dirige a Cicopal, uma grande empresa — e eleitoralmente, pois disputou duas vezes o governo do Estado. Pesquisas indicam que está atrás de Iris Rezende, mas bem posicionado. O que lhe falta é um discurso mais moderno e cosmopolita, menos provinciano.
Jayme Rincón (PSDB), presidente da Agetop, é consagrado como um gestor de alta eficiência. É o principal responsável pelo fato do governo de Marconi Perillo conseguir arrancar grandes obras do papel e construí-las em tempo quase recorde. Politicamente, não tem experiência.
Mas, como aprecia política e é articulado, pode formatar um marketing eficiente e se apresentar como o fato novo e dinâmico da disputa de 2016. Se conseguir identidade com o eleitor goianiense — que é moderno — nem Iris nem Vanderlan conseguirão segurá-lo.
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Daniel Vilela e Ronaldo Caiado versus José Eliton e Thiago Peixoto: chapas possíveis para 2018. Tempo Novo estaria se renovando | Fotos: Fernando Leite[/caption]
Tancredo Neves assinalava que, em política, não existe cedo — só tarde. Por isso há quem avalie que sondar o futuro, com o uso de um “especulômetro”, é uma forma de entender de maneira adequada o presente. Políticos sabem que o futuro vai sendo articulado — e tramado — aos poucos. Os que esperam pelo futuro tão-somente reagindo, e não agindo, raramente conquistam o poder — tornando-se meras “vítimas”, e não agentes, da história. Quando se discute a sucessão para prefeito, a de 2016, começa-se a armar o jogo da disputa para o governo de Goiás em 2018.
Situação e oposições começam a montar seus jogos de xadrez. Tratemos dos indícios — a gênese de tudo. Pode-se falar em dois esboços orgânicos. A situação tende a emplacar a candidatura do vice-governador José Eliton (PSDB) para governador, com o deputado federal Thiago Peixoto (PSD) na vice — e o governador Marconi Perillo (PSDB) e o senador Wilder Morais (PP) para o Senado.
Há lógica nesta articulação da realpolitik. Primeiro, ao assumir o governo em abril de 2018, com a saída de Marconi para disputar o Senado, Eliton se torna o candidato natural a governador. A filiação ao PSDB sugere que sua candidatura está cristalizada. Segundo, Thiago é uma revelação política da base aliada, além de um seus mentores intelectuais. Tem sido apontado como um dos estrategistas técnicos e políticos do governismo. Terceiro, uma chapa com dois jovens, Eliton e Thiago, sinalizará, aos eleitores, que o Tempo Novo está se renovando. Quarto, a chapa estará contemplando três dos partidos mais sólidos da base: o PSDB de Marconi, o PSD de Vilmar Rocha e o PP de Wilder. Quinto, a indicação de Thiago convenceria Vilmar a desistir da disputa para senador, abrindo espaço para Wilder, ou quem sabe Lúcia Vânia (PSB), na chapa majoritária.
Há outra possibilidade. Há quem avalie que Thiago, por sua capacidade de articulação, deveria ser candidato a governador. O próprio secretário de Gestão e Planejamento costuma repetir que, em política, há fila. Na fila estaria logo atrás de Eliton.
Nas oposições, há pelo menos dois nomes consolidados: Ronaldo Caiado (DEM), que terá quase 70 anos em 2018, e Daniel Vilela (PMDB), que terá menos de 40 anos. Os dois podem compor? Não querem. Porém, por uma questão de sobrevivência, tendem a formatar uma chapa única.
Como Caiado não abre mão de disputar o governo, a tendência é que Daniel seja indicado para ser o seu vice. Há quem, tanto no DEM quanto no PMDB, sonhe com Jorge Kajuru (PRP) — se bem votado para vereador em Goiânia — e Lúcia Vânia, do PSB, para o Senado. Lúcia prefere compor com Marconi, mas, se não houver espaço, pode compor com Caiado ou Daniel. Questão de sobrevivência.

