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Mesmo durante a competição com a novela “A Regra do Jogo”, da Globo, a novela “Os Dez Mandamentos”, da Record, mostrou vitalidade
Em nota, empresa informou que decisão da Câmara mostra que os parlamentares cederam à pressão dos taxistas e ignoraram interesses da sociedade
Tema é apreciado com base no recurso de ex-preso condenado a prestação de serviços à comunidade por porte de maconha, encontrada na cela em que estava
Índice é medido pela agência de classificação de riscos Standard & Poor's. Decisão causou divergência no Congresso Nacional
A Polícia Federal cumpriu 54 mandados em Goiás, BA, SP, SE, PR e DF contra supostos envolvidos em fraudes em pagamentos de prêmio da loteria
Paulo Silas confirmou que prestará depoimento à comissão. Empreendimento da empresa que comanda é suspeito de ter sido beneficiado no esquema
A jornalista Valéria Belém foi demitida na quarta-feira, 9, da redação de “O Popular”.
Valéria Belém foi editora do “Almanaque”, suplemento infantil do “Pop”, e é escritora.
O Grupo Jaime Câmara vai demitir mais um funcionário, possivelmente na quinta-feira. Nesta semana, o “Pop” demitiu o editor de Política, João Lemes, o ilustrador Christie Queiroz e o repórter Leandro, do Online.
Em seguida, entre outubro e novembro, a empresa deve afastar mais funcionários, sobretudo na redação do “Pop”. É consenso que não vai ficar ninguém da chamada “velha guarda”.
Referência musical de Gilberto Gil, a artista se apresenta na Pizzadas da Geppetto
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Divulgação[/caption]
No sábado, 12, completando mais uma edição das Pizzadas da Geppetto, Bel Maia, cuja suavidade navega entre sambas, bossas, xotes, reggae, tece com desenvoltura sua personalidade musical na Oficina Cultural Geppetto. A premiada musicista é uma artista que vive descobrindo e conquistando os espaços onde possa criar e se expressar. Já lançou quatro álbuns autorais e independentes e dois DVDs.
Seus trabalhos fonográficos estão sendo vendidos no Japão, na Alemanha, França, Espanha, Reino Unido e nos Estados Unidos. Seu disco ”Água no Balde” teve apresentação de Gilberto Gil e participação especial de Junior Marvin, do The Wailers.
“A voz dependurada num galho não tão alto da árvore sonora está ao alcance fácil dos nossos dedos-ouvidos. Ela canta pra gente ali do batente do meio, sem que seja preciso subir toda a escada que leva ao topo das canções. Não carece que a gente estique o pescoço da atenção para alcançá-la lá no fundo do quintal de doces batuques armados nas barraquinhas de festa”, diz Gil.
Serviço
Show de Bel Maia e Banda
Data: 12 de setembro
Local: Oficina Cultural Geppetto
Valor: R$30,00 (adultos) - R$10,00 (crianças até 12 anos)
Classificação indicativa: Livre para todas as idades
Pela primeira vez na capital, a atração de dança contemporânea produzida pelo grupo"A Lamira Artes Cênicas" será apresentada no Sesc
Goiano erradicado em Brasília, o músico leva as raízes da musicalidade brasileira para os quatro cantos do mundo
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Foto: Marcia Foizer[/caption]
Na sexta-feira, 11, a Pizzada da Oficina Cultural Geppetto vem diretamente de Brasília com um som marcado pela sonoridade de instrumentos como a viola caipira e a viola de cocho de Carlinhos Veiga, além de piano, violão, baixo, percussão e flauta de sua banda, é claro. O evento une rodízio de pizza, uma mostra da produção cultural contemporânea, um espaço agradável para encontrar e fazer novos amigos.
O premiado músico goiano, há dezoito anos erradicado em Brasília, já se apresentou em diversos palcos de cidades brasileiras e ainda percorreu Angola, Costa Rica, Portugal, Itália, EUA, dentre outros países. Em 2008, ele encerrou o show prévio do “Brazilian Day” em New York, no dia anterior ao festival, sendo aplaudido calorosamente pelo público nova-iorquino.
Carlinhos Veiga atuou por mais de doze anos no grupo musical Expresso Luz. O que marcou definitivamente o início de seu trabalho solo foi a premiação no BEG Natureza, promovido pelo extinto Banco do Estado de Goiás. Deste prêmio gravou o seu primeiro disco solo, o intitulado “Terra” (1995). O último trabalho produzido por Carlinhos foi o álbum “Parceiragens” (2014), fruto de um crowdfunding, feito por intermédio do site Catarse.
Show
Na sexta-feira, Carlinhos Veiga (voz, violão e viola caipira) será acompanhado dos músicos Felipe Viegas (piano e violão), Dido Mariano (baixo) e Leo Barbosa (percuteria). Participação especial de Cláudia Barbosa (flauta transversal). No repertório o público apreciará músicas autorais mescladas com canções de artistas como Tavinho Moura, Geraldo Azevedo, Almir Sater, Gustavo Veiga, Juraildes da Cruz entre outros. Um show que promete ser uma viagem sonora pelo Brasil.
Serviço
Show “Parceiragens” com Carlinhos Veiga e Banda
Data: 11 de setembro
Horário: 20h
Local: Oficina Cultural Geppetto
Valor: R$ 30 (adultos) e R$10,00 (crianças até 12 anos)
Classificação indicativa: Livre para todas as idades
O espírita de Abadiânia atende o ex-presidente Lula da Silva e um médico do Hospital Sírio-Libanês
A publicação será lançada na sexta-feira, 11, no auditório da PUC-GO, durante o I Simpósio de Qualidade e Custos na Saúde
O modelo de organizações sociais (OSs) ganha vez mais adeptos no Brasil. A demanda por qualidade, economicidade e transparência fez desse tipo de gestão uma alternativa às dificuldades do Estado em administrar os serviços públicos. O histórico dessa parceria acompanhado por uma reflexão acerca das implicações jurídicas e políticas são o assunto da obra “Organizações sociais: a construção do modelo”, do advogado goiano especialista em Terceiro Setor e Parcerias Público Privadas (PPPs), Rubens Naves.
A publicação será lançada na sexta-feira, 11, às 15h30, no auditório da Área 6 da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), durante o I Simpósio de Qualidade e Custos na Saúde – Gestão Governamental, OSs, Filantropia e Iniciativa Privada, promovido pelo do Instituto Sócrates Guanaes (ISG) e do Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde (IBES).
O livro, publicado pela editora Quartier Latin do Brasil e já lançado na capital paulista, é dividido em três partes para apresentar os papeis do Estado e da sociedade civil no esforço para expansão e aprimoramento dos serviços públicos no País. O conteúdo inclui as diversas batalhas judiciais travadas desde as primeiras manifestações de membros do Supremo Tribunal Federal à denúncia de inconstitucionalidade da lei que criou as OSs.
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Na obra, Rubens Naves procura reproduzir a trajetória inicial das Organizações Sociais, modelo que nasceu de uma iniciativa do Governo Fernando Henrique Cardoso[/caption]
“O livro conta uma história inacabada”, diz o autor e coordenador da publicação. Na obra, ele procura reproduzir a trajetória inicial das Organizações Sociais, modelo que nasceu de uma iniciativa do Governo Fernando Henrique Cardoso no período em que surgiu a chamada “Lei das OS”. Naves lembra que, após a criação das autarquias, fundações públicas e sociedades de economia mista, as OSs corresponde a “quarta tentativa de encontrar uma forma mais ágil e expedita de lidar com as realidades sociais, com as demandas dos cidadãos e com a necessidade de evolução da sociedade brasileira”. As parcerias com a Administração Pública englobam as áreas de educação, saúde, cultura, pesquisas científicas e desenvolvimento tecnológico.
O advogado e autor goiano atua em um escritório localizado em São Paulo e é reconhecido no Brasil como expoente na área jurídica no segmento de Terceiro Setor e PPPs. Rubens é ex-presidente da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente, faz parte do Conselho de inúmeras entidades do terceiro setor, é fundador e conselheiro da Transparência Brasil, faz parte do Conselho Editorial do Le Monde Diplomatique –– Brasil, além de ser membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta.
Serviço
Lançamento do livro “Organizações sociais: a construção do modelo” de Rubens Naves
Data: sexta-feira, 11 de setembro
Horário: 15h30
Local: Auditório da Área 6 da PUC Goiás
Tribunal votou na tarde desta quarta-feira (9/9) o processo que prolongava o período de exploração da companhia goiana e de outras 38
Um aliado do senador Ronaldo Caiado, do DEM, garante que ele arrependeu-se da ação anti-Celg — portanto, anti-Goiás — na votação da medida provisória que se propunha a reduzir em 400 milhões de reais a dívida da empresa goiana. O aliado admite que Ronaldo Caiado deu um tiro no pé, dada a reação das entidades do setor produtivo de Goiás. Os empresários condenaram o gesto do senador em Brasília. O senador Ronaldo Caiado entrou em contato com o Jornal Opção e disse que "quem deveria se arrepender de ter prejudicado a Celg ao longo dos anos é o atual governador Marconi Perillo, que entregou a Celg a preço de banana e ainda deixou todo passivo para a população goiana pagar". O senador disse ainda que por defender a empresa vem recebendo o apoio da população goiana e de representantes do setor, a exemplo da Stiueg, em nome dos funcionários da Celg, e da Senge, do grupo de engenharia. Na semana que vem, dia 15, vai participar de um grande ato em defesa da Celg. Caiado disse que não é possível privatizar a empresa e deixar as dívidas para os goianos e funcionários. "Precisamos punir os responsáveis pela quebra da empresa", disse.
Publicamente, o presidente da Câmara Municipal de Goiânia prefere sugerir que pode disputar mandato de prefeito ou até ser vice na chapa tucana

