Notícias

Encontramos 150159 resultados
“Legião estrangeira” não se dá muito bem em Goiás

Políticos goianos gostam de buscar fora profissionais de marketing para “salvar a campanha”, mas na absoluta maioria das vezes os “prata da casa” são mais eficientes

Até onde vai?

A agenda de 2016 é a mesma de 2015: nada mudou. Economia continua despencando e o governo não aponta para saída

Radialista é denunciado por desvio de doação para criança

Pedreiro acusa Cláudio Lima de não repassar todo o valor arrecadado em campanha promovida por rádio da cidade e que visava ajudar em tratamento de saúde de seu filho. O comunicador nega

Às vésperas das eleições, ação pode deixar inelegíveis principais candidatos à Prefeitura de Águas Lindas

Suspeita de irregularidade na venda de 320 lotes de área pública é investigada pelo Ministério Público. O ex-prefeito Geraldo Messias é o principal político investigado

Ida de Lula à força para depor na PF prova que uma revolução jovem move instituições do país

Jovens que se cansaram do discurso de que “nada muda” e de que tudo está “contaminado” estão provando que o Brasil tem jeito. Eles estão fazendo a sua parte. Cabe aos demais se apresentarem como cidadãos de fato e de direito

A disputa que vai dizimar reputações

Ao contrário do que ocorreu em 2012, eleições goianienses deste ano podem significar o fim de “certezas” eleitorais

“No Brasil, basta os dois lados se eximirem de ser donos da verdade. Fácil, não?”

Gustavo Henrique Pessoa No primeiro semestre de 2014, a crise já estava clara pra muita gente e também para mim. Mudaram até a regra da poupança, porque ela rendia mais que títulos do governo. Baixaram a taxa Selic de modo irresponsável, em um país em que a população vive de crediário. A inflação explodiu e continua batendo recordes todo mês. Medidas anti-inflacionárias, que teriam sido simples no começo, não foram tomadas e criaram um monstro. A presidente Dilma Rousseff (PT) declarou para a imprensa, com todas as letras, que “aceitaria a inflação em nome do crescimento”, isso com a recessão já instalada. No primeiro semestre de 2014, pensei que um sinal de boa vontade e uma boa medida de campanha seria a presidente propor a autonomia do Banco Central, o que diminuiria o risco de pedaladas eleitoreiras. Morreu Eduardo Campos (PSB), veio Marina defendendo a autonomia, e o PT a atacou como se fos­se Malafaia contra o mal. Puro discurso pra agradar as ovelhas. Dilma se reelegeu com o voto de vários eleitores ignorantes do que estava por vir, e eu fui um deles, porém esclarecido (ou cínico) como Maquiavel (ou Aécio). Não adiantou dividir para governar, a vitória foi de Pirro. Passou 2015 tentando, sem sucesso, fazer o oposto do primeiro governo, quando amargou 8% de aprovação. Isso é inegável e 2016 ainda é uma incógnita. Mas a independência do Banco Central continua sendo uma boa ideia. Só que a iniciativa teria de partir da oposição, o PT segurar suas bases e além de tudo, ocorrer um acordo entre ambos. Ou seja, a oposição teria de não estar desejando o quanto pior, melhor; Dilma demonstrar habilidade política, como por um milagre; e os dois lados se eximirem de ser donos da verdade. Fácil, não? Gustavo Henrique Pessoa Chaves é servidor público federal.  

“Mataram o estuprador e comeram seu coração”

Hélio Torres Certa vez em Jataí, terra da minha família, eu ainda adolescente, presenciei com curiosidade a revolta de um grande grupo de pessoas, em frente à delegacia da cidade, a fim de lincharem um estuprador que havia também matado uma adolescente e seu namorado, de idade compatível, havia poucos dias. Na ocasião, por precaução e seguindo o procedimento padrão nes­ses casos, o delegado colocou o sujeito numa viatura com quatro po­liciais fortemente armados e os despachou para Rio Verde, cidade vizinha. O delegado percebeu que os po­liciais estavam demorando a chegar ao destino, pois não haviam ligado no prazo combinado. Incomo­dado, ele enviou os policiais restantes, que tinha ficado, para averiguar a situação. A poucos quilômetros acharam a viatura na beira da estrada, com os quatro policiais amarrados com suas próprias camisas, sem sinais de agressão, e suas armas intactas guardadas na viatura. O estuprador estava amarrado pelos pés, dependurado numa árvore de cabeça pra baixo, já sem a pele das costas, que tinha ficado pelo asfalto próximo, e gotejando o restinho de sangue que lhe havia sobrado e que jorrou principalmente na região dos genitais — que haviam sido cortados por golpes de facão com muita fúria — e do coração que havia desaparecido. Os policiais contaram que foram rendidos por dois carros com dez pessoas armadas e encapuzadas, que os amarraram, torturaram o estuprador e tomaram cachaça comendo seu coração com ele ainda pulsando. O primeiro jorro de sangue serviu de tinta pra escrever num papelão pregado na árvore escolhida pelo carrasco: “Isso é pra aprender não mexer com filha de homem.” O delegado, ao receber a notícia, disse que iria averiguar o caso. Mas, passados pelos menos 25 anos, deu-se tudo por encerrado, imagino. Hélio Torres é consultor e profissional em tecnologia da informação (TI).

Bolsonaro, o “Bolsomito”: um meme cujo passado não resiste a uma pesquisa no Google

Visto com olhos um pouco mais atentos, a ilusão com o deputado linha dura se dissolve praticamente por si. Um personagem que encanta os incautos, mas é apenas mais uma fraude travestida de salvador da pátria

“No planejamento da cidade, é preciso entender o que é melhor para todos e não apenas ao interesse individual”

Promotor responsável pela ação que busca barrar a obra do megaempreendimento Nexus nas condições atuais diz que é preciso pensar antes na cidade como um todo

Polícia apreende menor acusado de matar a estudante Jéssica

Jovem foi vítima de latrocínio na porta de casa no último domingo (28/2), em Aparecida de Goiânia

“PT vem diminuindo, precisamos detectar qual é o problema”

Suplente de deputado estadual que assumiu o mandato em dezembro, petista quer ser prefeito de Dianópolis pela terceira vez

Eli Borges critica inclusão de diversidade de gênero em grade escolar

[caption id="attachment_60299" align="alignright" width="620"]Deputado Eli Borges: “Essa discussão é apenas para o ambiente familiar” Deputado Eli Borges: “Essa discussão é apenas para o ambiente familiar”[/caption] O deputado Eli Borges (Pros) usou a tribuna na terça-feira, 1º, para criticar a inclusão do debate sobre diversidade de gênero nas escolas, conhecida como “ideologia de gênero”. O parlamentar disse ser contra a discussão sobre sexualidade no ambiente escolar, assim como a abordagem do assunto em livros didáticos. Para o deputado, a proposta fere a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adoles­cente e princípios religiosos. “A Constituição Federal é clara quando afirma que a formação moral a respeito do conceito de família é de responsabilidade dos pais. Diante disso, defendo que essa discussão tem que existir apenas no ambiente familiar, onde os responsáveis poderão ter oportunidade para fazer as orientações adequadas”, declarou Eli. O livro didático criticado pelo parlamentar é de Ciências Humanas e da Natureza dirigido para o 1º ano do ensino fundamental e distribuído pelo Ministério da Educação. A adoção do tema pelo MEC ocorreu em setembro do ano passado através da criação do Comitê de Gênero. No entanto, a inclusão da “ideologia de gênero” no currículo escolar foi rejeitada pelo Congresso Nacional, tendência que se manteve na maioria dos Estados e municípios.

Amastha provoca confusão na sua base na Câmara de Palmas

[caption id="attachment_60297" align="alignright" width="620"]Presidente da Câmara, Rogério Freitas: “Não devolverei a matéria” Presidente da Câmara, Rogério Freitas: “Não devolverei a matéria”[/caption] Os vereadores da base do prefeito Carlos Amastha (PSB) solicitaram na sessão de terça-feira, 1º, o pedido de destituição do vereador Milton Neris (PR) da função de líder do bloco governista, composto pelos partidos PR-PSB-PTC-PSDB-PT-PP-PSL-PMDB-PT-PPS. Milton Neris classificou a “tentativa de destituição” da liderança como uma represália por parte da gestão municipal, a quem teceu críticas na tribuna. O parlamentar arguiu também uma possível manobra do Poder Executivo em relação à devolução do projeto que trata da revisão da planta genérica de valores imobiliários. Conforme o vereador, a intenção do Executivo ao solicitar a devolução do projeto é reapresentá-lo à Câmara no mês de outubro, após o período eleitoral, por tratar-se de medida bastante impopular. “Querem devolver para mandar depois de outubro”, ressaltou Milton Neris, acrescentando que o objetivo seria o de “enganar o povo” aumentando o custo do metro quadrado para cálculo do IPTU. Considerando as dificuldades econômicas da população, o vereador detonou: “E nesse momento o Executivo quer sangrar o povo de Palmas”. O presidente da Câmara, Rogério Freitas (PMDB), deixou claro que não usará da prerrogativa de presidente da Casa para devolver o projeto ao Executivo. “Eu não devolverei a matéria”, enfatizou, afirmando que caberá aos vereadores a análise do projeto que tramita na Casa e sua aprovação ou não. Na quinta-feira, 3, Rogério Freitas não teve quórum para abrir a sessão. Na ocasião, ele teve que explicar a um grupo de servidores municipais, que aguardava reunião com os vereadores e com o secretário de Planejamento e Gestão, Alan Barbiero, o motivo do esvaziamento do plenário. Segundo o parlamentar, o prefeito Amastha orientou os vereadores da base a não comparecerem à sessão. A reunião entre os servidores, vereadores e o secretário de Planejamento tinha sido acordada desde a semana anterior para debater o auxílio alimentação e o projeto do Programa Carreira Justa, mas o secretário Barbiero e os parlamentares não compareceram, o que deixou os servidores indignados. Mesmo diante da atitude do governo, Rogério Freitas frisou que a Câmara não vai deixar de discutir o projeto de lei enviado pelo Executivo, assim como o corte do auxílio alimentação para mais de mil servidores. Para o presidente, a ausência dos vereadores da base revela “quem é que está defendendo os interesses da coletividade, que são interesses comuns, e aqueles que estão fazendo só politicagem”.

Pleno do TSE nega pedido de cassação de mandato de Gaguim

O pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou, por unanimidade, o pedido de cassação do mandato de deputado Carlos Gaguim (PMB), em sessão na terça-feira, 1º. O colegiado julgou o recurso do Mi­nistério Público Eleitoral do Tocantins (MPE), que não concordou com a decisão da Corte Estadual, que também tinha rejeitado as alegações do órgão. A ação judicial e a peça recursal do MPE tratavam da suposta participação de Carlos Gaguim no caso do avião apreendido em Piracanjuba (GO), na campanha eleitoral de 2014, com R$ 504 mil e 5 quilos de material gráfico do governador eleito Marcelo Miranda (PMDB) e também do deputado federal, à época filiado ao PMDB. “Estou feliz porque mais uma vez ganhei na Justiça e provei que fiz minha campanha dentro da moralidade e da legalidade, pautando todas as minhas despesas de campanha de acordo com as exigências da Legislação eleitoral. Os sete ministros do TSE foram unânimes em afirmar que não teria cabimento esta ação e, muito menos, o recurso ordinário, já que as minhas contas foram aprovadas pelo pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Estado”, comemorou Carlos Gaguim.

Governador pede socorro urgente ao ministro da Saúde

O governador Marcelo Mi­randa (PMDB) acompanhado por seis parlamentares da bancada do Tocantins no Congresso Na­cional se encontrou na terça-feira, 1º, com o ministro da Saúde, Marcelo Castro (PMDB-PI), em Brasília (DF). Marcelo apresentou prioridades do Estado e solicitou uma força-tarefa em demandas para as quais conta com a atenção do ministério. Um dos fatores destacados pelo governador, com a finalidade de demonstrar a importância do apoio do governo federal ao Tocantins, é que no Estado, 93% da população é assistida, exclusivamente, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apenas 7% dispõem de plano de saúde privado. Os hospitais estaduais são responsáveis por 88% de todas as internações de alta e média complexidade. Marcelo Miranda reforçou que o Tocantins destina quase 22% da receita líquida estadual para a Saúde, sendo o segundo Estado brasileiro que mais investe no setor com recursos próprios. O ministro elogiou o governo destacando que o Estado é um exemplo para o Brasil em priorização da Saúde, visto que a média de investimentos das demais unidades da Federação é de 12%. Também foram abordadas as possibilidades de ampliação do programa Mais Médicos nos municípios do interior, apoio para aquisição de equipamentos, andamento das obras do Hospital Geral de Palmas e melhoria da infraestrutura dos Hospitais Regionais de Gurupi e Araguaína. “O mais importante foi a visão do ministro que, além do elogio, demonstrou sensibilidade aos nossos pleitos. Alguns são sobre processos que já estão tramitando no ministério e ele determinou à equipe celeridade nas resoluções. Eu acredito em um ganho muito grande no dia de hoje, vamos colher os frutos”, destacou o governador Marcelo Miranda, ressaltando a importância da presença da bancada federal composta por Dulce Miranda (PMDB), Professora Dorinha Seabra (DEM), Josi Nunes (PMDB), César Halum (PRB) e Lázaro Botelho (PP), além do senador Donizete Nogueira (PT), na apresentação de reivindicações para a saúde do Tocantins.