Notícias
Numa reunião com aliados, o ex-prefeito diz que, se ficar motivado, pode disputar a eleição de 2 de outubro
Esta é a segunda tentativa de informar presidente da Câmara. Na primeira oportunidade, ele se recusou a receber o documento porque estaria em reunião
Presidente defendeu que Lula nunca se negou a comparecer quando convidado a prestar esclarecimentos. Ela também criticou vazamento de depoimentos
Reforço no efetivo da PM integra pacote de medidas para a área de Segurança Pública
Após 11 shows no Uruguai, Argentina e Chile, quarteto de música instrumental potiguar volta ao Brasil e passa primeiro na capital goiana para apresentação gratuita no Centro Cultural da Universidade Federal de Goiás (CCUFG)
Defesa do ex-presidente rebateu nota de procuradores e critica condução coercitiva
Joanne Drake, porta-voz da Fundação e Biblioteca Ronald Reagan, anunciou a morte em Simi Valley, na Califórnia. Nancy, que faleceu em Los Angeles, será enterrada ao lado do corpo do marido
Trabalhos de conclusão de curso (TCCs) de formandos em Jornalismo da Universidade Federal de Goiás (UFG) e Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC) discutem papel feminino em espaços marcados pelo protagonismo masculino e preconceito
Visto o atual contexto econômico do país, muitos têm começado uma empresa por necessidade e, por isso, atropelado certos cuidados
[caption id="attachment_60340" align="alignright" width="620"]
Condução coercitiva do ex-presidente Lula pela Polícia Federal foi ilegal[/caption]
Embora a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha sido esperada e comemorada por muitos, o “modus operandi” foi mais uma vez criticado por advogados. No despacho da segunda-feira, 29, no qual autorizou a medida contra o petista, Moro ressaltou, em letras maiúsculas, que “o mandado ‘só deve ser utilizado e cumprido’ (trecho em maiúsculas), caso o ex-presidente, convidado a acompanhar a autoridade policial para depoimento, recuse-se a fazê-lo”.
A ilegalidade na condução coercitiva ficou caracterizada, pois a medida, segundo a lei, só pode ocorrer após o descumprimento de uma primeira intimação de forma injustificada — o que não aconteceu. De acordo com o especialista Arnaldo Malheiros Filho, existe na operação uma pirotecnia para desqualificar a pessoa investigada, promovendo uma espécie de humilhação. “Isso afeta a defesa. As diligências feitas com circunspecção poderiam ser mais eficientes”, disse.
A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) emitiu nota sobre a Operação Lava Jato, sem se referir diretamente à ação contra o ex-presidente. “A AMB defende a investigação e a punição dos atos de corrupção, atendendo ao princípio de que todos são iguais perante a lei e têm o direito à ampla defesa e ao contraditório. Qualquer movimento contrário representará um retrocesso ao Estado Democrático de Direito e ao que o povo brasileiro espera das instituições.”
Lamachia critica governo federal e diz que OAB poderá tomar medidas
O presidente do Conselho Federal, Claudio Lamachia, e o presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, fizeram discursos inflamados sobre a situação política do País. Marcos da Costa afirmou que o Brasil “jamais chegou a um ponto tão baixo” e que o conjunto de crises vividas concomitantemente (política, econômica e de ética) deixou a Nação “sem rumo”. “O País não suporta mais essa situação de insegurança.” Lamachia destacou o delicado momento político do Brasil e ressaltou que qualquer medida tomada pela OAB visará fortalecer a democracia brasileira, nunca políticos. Também afirmou que o País precisa de um novo contrato social, uma espécie de reorganização para que tudo volte a andar normalmente. “No presente, a nossa luta tem que ser pelo respeito à democracia.”Justiça susta nomeação de ministro
A juíza federal Solange Salgado, da 1ª vara do Distrito Federal, deferiu liminar na sexta-feira, 4, e sustou os efeitos do decreto de nomeação de Wellington César Lima e Silva para o cargo de ministro da Justiça. Wellington entrou no lugar do ministro José Eduardo Cardozo, que assumiu a Advocacia-Geral da União. A juíza destacou que “é vedado o exercício de qualquer outra função pública que não aquela que seus membros almejavam desempenhar ao ingressarem na instituição, uma vez que, dessa forma, seria melhor preservada a pureza das atividades finalísticas do Parquet (dentre elas, a de fiscal da ordem jurídica), com a vedação do exercício de qualquer outra função pública que não aquela que seus membros almejavam desempenhar ao ingressarem na instituição.”O presidente do Conselho Federal, Claudio Lamachia, e o presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, fizeram discursos inflamados sobre a situação política do País. Marcos da Costa afirmou que o Brasil “jamais chegou a um ponto tão baixo” e que o conjunto de crises vividas concomitantemente (política, econômica e de ética) deixou a Nação “sem rumo”. “O País não suporta mais essa situação de insegurança.” Lamachia destacou o delicado momento político do Brasil e ressaltou que qualquer medida tomada pela OAB visará fortalecer a democracia brasileira, nunca políticos. Também afirmou que o País precisa de um novo contrato social, uma espécie de reorganização para que tudo volte a andar normalmente. “No presente, a nossa luta tem que ser pelo respeito à democracia.”
A juíza federal Solange Salgado, da 1ª vara do Distrito Federal, deferiu liminar na sexta-feira, 4, e sustou os efeitos do decreto de nomeação de Wellington César Lima e Silva para o cargo de ministro da Justiça. Wellington entrou no lugar do ministro José Eduardo Cardozo, que assumiu a Advocacia-Geral da União. A juíza destacou que “é vedado o exercício de qualquer outra função pública que não aquela que seus membros almejavam desempenhar ao ingressarem na instituição, uma vez que, dessa forma, seria melhor preservada a pureza das atividades finalísticas do Parquet (dentre elas, a de fiscal da ordem jurídica), com a vedação do exercício de qualquer outra função pública que não aquela que seus membros almejavam desempenhar ao ingressarem na instituição.”
“Nosso governo construiu um excelente legado”, disse o prefeito Jânio Darrot (PSDB), que acompanhou a entrega das primeiras unidades nas escolas e CMEIs, ao lado da primeira-dama Dairdes Darrot
Nomeação de um ministro que não poderia ocupar o cargo mostra que se aprofunda a fragilidade política da gestão de Dilma Rousseff
Proposta discutida entre ministro da Fazenda e governadores inclui fôlego de R$1 bilhão e mais 20 bilhões em empréstimos aos Estados

