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[gallery size="full" type="slideshow" ids="60385,60386,60384"] Arte, decoração, design e moda vêm aí com desconto de até 40%. É que a Vila Cultural Cora Coralina recebe mais uma edição da Feiríssima, que busca valorizar a economia criativa local. Realizada no sábado, 12 de março, das 14h às 21h, a feira traz diversos expositores. Entre os confirmados, estão + Ilustríssima, Casulo Moda Coletiva, Isabela Hanashiro Designer de Joias, Tulipas, Santa Brígida, Discolado, DUO 47, Paula de Castro e Badulaque. Você também pode expor seus produtos; é só entrar em contato por meio do e-mail [email protected]. Em paralelo ao evento, acontece a 2ª Mostra De Arte Urbana No Brasil Central, aberta à visitação.
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Foto: Layza Vasconcelos[/caption]
Com canções de Tulipa Ruiz, Mallu Magalhães e Clarice Falcão, a Quasar Cia. de Dança embala mais uma temporada de apresentações do espetáculo “Sobre Isto, Meu Corpo Não Cansa”. Dirigida por Henrique Rodovalho, a obra fala do amor desajeito e maluco, do amor doce e romântico, longe da mesmice e das idealizações amorosas, e do amor, aquele voraz, fugaz e avassalador. “Sobre Isto, Meu Corpo Não Cansa” fica em cartaz nos dias 11, 12 e 13 de março, no Teatro Sesi. As apresentações começam às 21h, na sexta e sábado, e às 20h, no domingo. Os ingressos custam R$ 40, a inteira.
- Em comemoração aos quatro anos de muita dança e música, a Mais Um Baú de Ideias e o grupo musical Vida Seca e o ¿por quá? realizam no sábado, 12, mais uma tarde Por Acaso. Aberto, o improviso vai das 17 às 20h no Cepal do Setor Sul.
- Por meio do projeto Palco Vacas Magras, a banda Distoppia e a cantora Jade Mustafé se apresentam no Teatro Sesc Centro. Do rock alternativo à MPB, o show começa às 20h do sábado, 12. Os ingressos custam R$ 15, a inteira.
Livro
Viagem ao Redor da Garrafa
Fitzgerald, Hemingway e Tennessee são alguns dos escritores sobre os quais se debruça Laing, em busca de uma conexão entre álcoolismo e criatividade.
Autor: Olivia Laing
Preço: R$ 44,50
Música
Anti
Com suas partes gráficas em braile, o tão aguardado álbum da cantora barbadense Rihanna, o intitulado “Anti”, que tanto causou burburinhos, enfim chega às prateleiras.
Intérprete: Rihanna
Preço: R$ 93,90
Filme
Encontro com a Felicidade
Com Krysten Ritter e Brian Geraghty no elenco, o filme conta a história de Amy, uma jovem que se vê abandonada pelos pais e tem que cuidar dos irmãos.
Diretora: Jessica Goldberg
Preço: R$ 29,90
Gravação feita pela deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) mostra o ex-presidente ao fundo conversando ao telefone com Dilma Rousseff
Livro expõe a história do mais bem sucedido padre brasileiro, em termos de comunicação de massa, apresenta sua opinião sobre homossexualidade e casamento gay e revela que teve quatro namoradas
O Facebook finge que defende seus usuários, mas está defendendo seus próprios negócios
O Portal dos Jornalistas menciona empresário do Tocantins que estaria lavando dinheiro com o site
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Iris Rezende e Waldir Soares podem sair na frente e serem atropelados por candidatos com discursos mais modernos para dinamizar Goiânia[/caption]
Eleição é uma caixinha de surpresa? Pesquisas qualitativas e quantitativas permitem mapear quadros políticos, mas as eleições são definidas na campanha. O eleitorado, cada vez mais maduro, não se preocupa tanto com candidatos que saem na frente, disparados, e são logo apontados como praticamente eleitos por seus aliados e, até, pela imprensa. O eleitorado examina, durante a campanha — raramente antes, exceto os eleitores mais politizados —, duas coisas: os projetos dos candidatos e, também, os próprios candidatos. De nada adianta um plano excelente se o candidato não convence o eleitor de que tem condições técnicas de colocá-lo em prática. Pela exposição, pela clareza (ou não) de raciocínio, o eleitor percebe a qualidade técnica e a energia, pessoal e política, do candidato. De cara, descarta candidatos que apresentam mal suas ideias, porque fica parecendo que as ideias não são deles, e sim de marqueteiros.
Em suma, o candidato e seu projeto precisam ser críveis para o eleitor. Detalhe: o eleitor tende a descartar de bate-pronto, sem dar-lhe uma segunda chance, o candidato que começa mal, mostrando fragilidades de conteúdo e sugerindo que está tentando ludibriá-lo. A partir do que se disse, é aceitável que Iris Rezende, do PMDB, e Waldir Delegado Soares, do PR, já estão praticamente no segundo turno, mesmo sem campanha? De maneira alguma. Na verdade, o quadro está inteiramente aberto. E o eleitor de Goiânia tende a surpreender, mas por vezes repete um padrão: entre um candidato populista, ao estilo de Iris Rezende e Waldir Soares, e um candidato gestor, ao estilo de Giuseppe Vecci, Vanderlan Soares, Adriana Accorsi, Francisco Júnior e Luiz Bittencourt — se estes conseguirem mostrar que têm credibilidade —, pode ficar com o segundo tipo.
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Iris Rezende e Agenor Mariano; Waldir Soares e Zacharias Calil; Vanderlan Cardoso e Simeyzon Silveira; Giuseppe Vecci e Sandes Júnior; Francisco Júnior e Eduardo Machado: chapas possíveis[/caption]
Com quase todo os candidatos a prefeito de Goiânia definidos, os políticos começam a definir as alianças partidárias.
Iris Rezende, embora apontado como candidatíssimo, inclusive pelo presidente do PMDB, Daniel Vilela, ainda não assumiu publicamente que disputará a prefeitura. Há quem avalie que pretende bancar uma chapa pura: ele para prefeito e Agenor Mariano (ou Bruno Peixoto) na vice. Mas a possibilidade de aliança com o DEM do senador Ronaldo Caiado é factível. Se Ronaldo Caiado disser que quer lançar o vice, o peemedebista tende a não vetar a indicação (Sílvio Fernandes e Joel Santana Braga são lembrados). O deputado federal Lucas Vergílio, do Solidariedade, também é citado, sobretudo por Iris Araújo.
O vice de Waldir Delegado Soares, do PR, deve ser o médico Zacharias Calil. Este deve deixar o PP, que não apoia o deputado federal. O papel de Calil será o de atrair parte do eleitorado de classe média que tradicionalmente não vota em candidatos do estilo de Waldir, populista e, ao mesmo tempo, de direita.
Vanderlan Cardoso, pré-candidato do PSB, gostaria de ter como vice o deputado federal Marcos Abrão, do PPS. A tendência é que o PPS indique o vice, mas dificilmente será seu presidente em Goiás, Marcos Abrão. Porém, se o PPS não apresentar um candidato de expressão, a tendência é Vanderlan sugerir para vice o deputado estadual Simeyzon Silveira, do PSC. O problema é que uma chapa só de evangélicos pode não empolgar o eleitorado católico e, ao mesmo tempo, poderá sofrer certa resistência do PPS.
O prefeito Paulo Garcia tem sugerido que o PT pode bancar um nome alternativo, quer dizer, que não está no jogo político. O reitor da PUC, Wolmir Amado, e o médico Nelcivone Melo são cotados. Mas o partido tende a bancar a deputada Adriana Accorsi — apontada por petistas como a mais bem situada nas pesquisas — ou o deputado Luis Cesar Bueno. É possível que o PT, que gostaria de compor com o PMDB — indicando o vice de Iris Rezende —, vá para a disputa com chapa pura. Entre os vices mencionados estão Pedro Wilson, Marina Sant’Anna, Nelcivone Melo, Wolmir Amado e Edward Madureira.
O pré-candidato do PSDB, o deputado Giuseppe Vecci, tende a compor com o PP do senador Wilder Morais, que indicaria o deputado federal Sandes Júnior para vice. Os dois circulam juntos em Brasília praticamente o tempo todo. A aliança, em termos eleitorais, aproximaria um político de matiz técnico, Vecci, com um político de caráter mais popular, Sandes.
O vice de Francisco Júnior, do PSD, deve sair dos quadros do PHS. O presidente do PHS, Eduardo Machado, é amigo e aliado de Vilmar Rocha e, por isso, o partido que dirige deve compor com o PSD. Como precisa circular em todo o país, Eduardo Machado não deverá ser o vice, mas é o objeto de desejo político do deputado Francisco Júnior.
Luiz Bittencourt, pré-candidato do PTB, chegou a ser cogitado para vice de Giuseppe Vecci. Mas deve sair candidato, possivelmente com um vice do próprio partido.
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Foto: Renan Accioly/Jornal Opção[/caption]
Alexandre Baldy diz que não tem intenção de sair do PSDB. O deputado federal ressalva: “Mas estou aberto à discussão. Escutarei a proposta dos líderes de partidos. Me ofereceram até a liderança na Câmara dos Deputados. Estou refletindo a respeito”. O tucano frisa que o PTN, dirigido por um aliado, pode lançar candidato a prefeito de Goiânia. “O PTN pode bancar o deputado estadual Virmondes Cruvinel para prefeito da capital. Ele está bem avaliado.”
Igor Montenegro, José Eliton e Giuseppe Vecci são alguns dos debatedores
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Foto: Fernando Leite[/caption]
O Jornal Opção fez uma pergunta a dois pesquisadores e a dois marqueteiros: “Por que Adriana Accorsi retira votos de Waldir Soares e este retira votos daquela?” Os quatro admitiram que, para fazer uma avaliação consistente, precisariam ter em mãos levantamentos amplos e feitos a partir de indagações específicas, em termos qualitativos e quantitativos. Mas, baseados em estudos que examinaram, sugerem que, como são da área de segurança — ambos são delegados da Polícia Civil —, o pré-candidato do PR e a pré-candidata do PT atraem o mesmo tipo de eleitorado, aquele que está mais preocupado com a violência. Porém, frisam, se a violência cair, o que pode não ocorrer no curto prazo, tendem a perder um pouco de sua vitalidade política. Os profissionais formulam uma tese parecida, assim sintetizada: Waldir Soares atrai um eleitorado que exige medidas duras na área de segurança — ações sem contemplação contra os criminosos —, enquanto Adriana Accorsi atrai um eleitorado que, embora queira que o problema da violência seja resolvido, não aprecia que a polícia seja excessiva no combate ao crime. Por dois motivos. Primeiro, porque são humanistas. Segundo, porque avaliam que uma polícia violenta começa agredindo criminosos e, em seguida, estará agredido qualquer pessoa.
A conclusão dos marqueteiros e pesquisadores é: o discurso de Waldir Soares tende, ao menos num primeiro momento, a atrair um maior número de eleitores. Porém, se Adriana Accorsi conseguir apresentar uma tese bem formulada — do tipo “violência gera mais violência” —, e se a tese for assimilada pela sociedade, sobretudo pelas classes médias, é possível que acabe por retirar votos do delegado-deputado. As classes médias, embora assustada com a violência, temem apoiar candidatos tidos como “excessivos”, autores da tese de que, com ações violentas — e não necessariamente de Inteligência —, pode se resolver o problema da criminalidade.
O senador Wilder Morais definiu que seu aliado prioritário nas eleições de 2016 será o PSDB do governador Marconi Perillo. Por isso, em visita a Catalão, definiu o apoio do partido que preside em Goiás, o PP, à reeleição do prefeito Jardel Sebba, do PSDB. O pepista frisa que o apoia porque se trata de um político e gestor moderno. Recebido pelo prefeito e pelo deputado estadual Gustavo Sebba, do PSDB, Wilder Morais disse que vai se empenhar para que a presidente Dilma Rousseff — o parlamentar participa de sua base política nacional — oficialize, em caráter definitivo, o campus local como Universidade Federal de Catalão.
Ao se encontrar com o presidente nacional do PHS, Eduardo Machado, em Brasília, na Câmara dos Deputados, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, disse que não apoia nenhum dos caciques do PSDB — “a turma do Sudeste” — para presidente da República. O ex-senador do Amazonas e diplomata de carreira sublinhou que apoia o governador de Goiás, Marconi Perillo, para presidente ou vice-presidente da República. Arthur Virgílio avalia que Marconi Perillo é um “sopro de renovação qualitativa” no PSDB. Por isso o apoio explícito e antecipado.

