Começa a definição das alianças para a disputa da Prefeitura de Goiânia

Iris Rezende e Agenor Mariano; Waldir Soares e Zacharias Calil; Vanderlan Cardoso e Simeyzon Silveira; Giuseppe Vecci e Sandes Júnior; Francisco Júnior e Eduardo Machado: chapas possíveis

Iris Rezende e Agenor Mariano; Waldir Soares e Zacharias Calil; Vanderlan Cardoso e Simeyzon Silveira; Giuseppe Vecci e Sandes Júnior; Francisco Júnior e Eduardo Machado: chapas possíveis

Com quase todo os candidatos a prefeito de Goiânia definidos, os políticos começam a definir as alianças partidárias.

Iris Rezende, embora apontado como candidatíssimo, inclusive pelo presidente do PMDB, Daniel Vilela, ainda não assumiu publicamente que disputará a prefeitura. Há quem avalie que pretende bancar uma chapa pura: ele para prefeito e Agenor Mariano (ou Bruno Peixoto) na vice. Mas a possibilidade de aliança com o DEM do senador Ronaldo Caiado é factível. Se Ronaldo Caiado disser que quer lançar o vice, o peemedebista tende a não vetar a indicação (Sílvio Fernandes e Joel Santana Braga são lembrados). O deputado federal Lucas Vergílio, do Solidariedade, também é citado, sobretudo por Iris Araújo.

O vice de Waldir Delegado Soares, do PR, deve ser o médico Zacharias Calil. Este deve deixar o PP, que não apoia o deputado federal. O papel de Calil será o de atrair parte do eleitorado de classe média que tradicionalmente não vota em candidatos do estilo de Waldir, populista e, ao mesmo tempo, de direita.

Vanderlan Cardoso, pré-candidato do PSB, gostaria de ter como vice o deputado federal Marcos Abrão, do PPS. A tendência é que o PPS indique o vice, mas dificilmente será seu presidente em Goiás, Marcos Abrão. Porém, se o PPS não apresentar um candidato de expressão, a tendência é Vanderlan sugerir para vice o deputado estadual Simeyzon Silveira, do PSC. O problema é que uma chapa só de evangélicos pode não empolgar o eleitorado católico e, ao mesmo tempo, poderá sofrer certa resistência do PPS.

O prefeito Paulo Garcia tem sugerido que o PT pode bancar um nome alternativo, quer dizer, que não está no jogo político. O reitor da PUC, Wolmir Amado, e o médico Nelcivone Melo são cotados. Mas o partido tende a bancar a deputada Adriana Accorsi — apontada por petistas como a mais bem situada nas pesquisas — ou o deputado Luis Cesar Bueno. É possível que o PT, que gostaria de compor com o PMDB — indicando o vice de Iris Rezende —, vá para a disputa com chapa pura. Entre os vices mencionados estão Pedro Wilson, Marina Sant’Anna, Nelcivone Melo, Wolmir Amado e Edward Madureira.

O pré-candidato do PSDB, o deputado Giuseppe Vecci, tende a compor com o PP do senador Wilder Morais, que indicaria o deputado federal Sandes Júnior para vice. Os dois circulam juntos em Brasília praticamente o tempo todo. A aliança, em termos eleitorais, aproximaria um político de matiz técnico, Vecci, com um político de caráter mais popular, Sandes.

O vice de Francisco Júnior, do PSD, deve sair dos quadros do PHS. O presidente do PHS, Eduardo Machado, é amigo e aliado de Vilmar Rocha e, por isso, o partido que dirige deve compor com o PSD. Como precisa circular em todo o país, Eduardo Machado não deverá ser o vice, mas é o objeto de desejo político do deputado Francisco Júnior.

Luiz Bittencourt, pré-candidato do PTB, chegou a ser cogitado para vice de Giuseppe Vecci. Mas deve sair candidato, possivelmente com um vice do próprio partido.

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