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Lançamento de candidatura de Lula é esperteza petista

Seguidores do ex-presidente, que é alvo de 5 ações penais, temem condenação dele em segunda instância e preparam narrativa de “perseguição política”

Todo homem é um potencial estuprador? Talvez não. Mas uma mulher nunca está segura

Violência sexual contra servidora dentro da Câmara Municipal de Goiânia é mais uma prova de que precisamos lutar contra a cultura do estupro e não podemos nos calar

Romances, novelas e contos históricos de Portugal

Se em Portugal há literatura esplêndida sobre fatos históricos, no Brasil poucos escritores escreveram sobre a Guerra do Paraguai

Instabilidade política pode travar recuperação econômica do Brasil

Há sinais de que a economia começa a se movimentar, com novos investimentos, mas, se o governo de Michel Temer for afetado pela Lava Jato, tudo vai por água abaixo

Guerra interna define perfil do PMDB

Ao procurar o vereador anapolino Antônio Gomide, ex-candidato petista ao governo do Estado, Daniel Vilela mostra seus trunfos de aliança

Daniel Vilela quer compor com descontentes da base governista para 2018

Pré-candidato a governador, o deputado federal avalia que uma chapa majoritária encorpada será capaz de derrotar o governismo

Leon Deniz pode não ser eleito mas tende a derrotar Lúcio Flávio na disputa pela presidência da OAB

Ante a divisão da situação, tanto Miguel Cançado quanto Djalma Rezende têm chance de ser o próximo presidente da OAB-Goiás

Cartas

“O concretismo só prolifera moscas e miasmas”

Wagner Schadeck O concretismo é um cadáver malsão em nossas universidades. Empalhado por teorias e políticas, só prolifera moscas e miasmas. [“Apesar de ainda ser supervalorizado, Con­cretismo não passou de um fiasco”, Opção Cultural, Jornal Opção 2171] Wagner Schadeck é tradutor, ensaísta, editor e poeta.  

“O que esperar de um movimento que aplaudiu o ‘plano piloto’ de Brasília?”

Fabrício Tavares de Moraes O que esperar de um movimento que aplaudiu e até utilizou em seu manifesto o “plano piloto” da arquitetura teratológica de Brasília? O concretismo é, em parte, a transposição para o domínio poético do reducionismo comunista e coubersiano de Brasília. Parabéns a Bernardo Souto, seu artigo ficou excelente. Fabrício Tavares de Moraes é acadêmico de Literatura na Universidade de Londres.  

“O concretismo é de uma época em que não há mais ilusões sobre a importância da arte”

Manoel Gustavo A coisa não é tão surpreendente assim. o concretismo nunca se quis eterno, nunca padeceu desse tipo de cacoete metafísico, nunca se entendeu como “arte autônoma”. O concretismo é um tipo de arte produzida numa época em que artistas não se iludem mais sobre a importância da arte. Sem megalomania, sem ímpeto de genialidade, um bocado de arranjos com palavras pode parecer bastante razoável. Os juízos sobre o concretismo, muitas vezes, dizem respeito a um conceito de arte com o qual os concretistas não tinham nenhum motivo para se comprometer. Não é tanto uma questão de estética, é quase uma questão de calendário, de temperamento, de velocidade. O concretismo é muito pouco metafísico, e se alguém entender a arte como um tipo de prática ou de saber cuja legitimidade tem a ver com determinados “pathos” etc. Com qualquer compromisso de esclarecimento ou de melhoramento da espécie, qualquer argumento humanista, o concretismo pode parecer pouco artístico. O fundamental é que isso não importa tanto. Manoel Gustavo é professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG).  

“Nosso romance deságua na aniquilação dos homens”

Valério Luiz O “reacionário” do Borges disse, certa vez, que a marca distintiva do romance moderno em relação à épica não é a prosa, mas a degeneração do caráter. A épica era, mais que a história de feitos, a história de um caráter extraordinário, de um humano que serviria de modelo para todos. Nosso romance, por outro lado, deságua sempre na aniquilação dos homens, os “anti-heróis”. [“A geração que é cínica e depressiva demais para escrever romances de verdade”, Opção Cultural, Jornal Opção 2135] Valério Luiz é advogado e escritor.  

“Bancada goiana tem de cobrar investimento na BR-153”

Jota Marcelo Um dos maiores sonhos de milhares de pessoas é a duplicação. Seria o fim da "máquina de matar". Praticamente todo dia morre alguém nesse trecho da Rodovia da Morte. Nossa bancada goiana no Congresso não pode esquecer esse assunto, cobrando sempre o investimento. [“Se TCU liberar acordo, a duplicação da BR-153 pode sair do papel”, Jornal Opção Online] Jota Marcelo é jornalista e editor do “Jornal Cidade”, de Uruaçu.  

“O recado está dado pelas Forças Armadas”

Gilberto Marinho O recado está dado: as Forças Armadas estão atentas ao cenário político-econômico nacional e, sem qualquer sombra de dúvida, vão cumprir a sua missão constitucional – quando for preciso e no momento que for preciso. Gilberto Marinho é jornalista  

“Uma nova rodoviária de Goiânia é obra desnecessária”

Carlos Augusto Silva Acho desnecessário. A Rodoviária de Goiânia é boa, dá conta do recado e tem o centro de compras como um diferencial. Goiânia está bem servida quanto ao transporte rodoviário, bem como quanto ao aéreo. O aeroporto ficou muito bom, adequado ao tamanho da cidade e ao montante de sua população, com espaço para expansão. [“Goiânia pode ganhar nova rodoviária. Atual shopping-rodoviária ficaria apenas como centro de compras”, Jornal Opção Online] Carlos Augusto Silva é professor.  

“Ideia brilhante, que sairá do papel em 200 anos”

Alberto Nery Até que é uma ideia brilhante. Apesar de pouco usar a rodoviária, ela virou um grande shopping, circundado por um dos maiores centros de vestuário do país e o pior trânsito do mundo. E, como sei que em Goiás tudo é rápido, daqui a uns 200 anos ela sairá do papel. Tenho até uma grande sugestão: construir um terminal rodoviário próximo ao Ceasa, e levar para lá também os atacadistas de Campinas – já têm 20 anos que vejo dizer que vão criar um polo atacadista e também isso nunca sai do papel. Se construir o terminal rodoviário nas proximidade do Ceasa, fica também perto do aeroporto Santa Genoveva e da estação do trem Goiânia–Brasília, que o governador promete construir todas as vezes que é candidato. E-mail: [email protected]

Base governista entre dois caminhos: a racionalidade política da união e o suicídio da desunião

O americano Abraham Lincoln disse que “uma casa dividida contra si mesma não pode subsistir”. Talvez seja o recado adequado para os que resistem a apoiar José Eliton para governador

PT de Goiás assistirá debandada nos próximos meses. Saiu João Gomes e vai sair Edward Madureira

Desgaste nacional do PT afasta alguns de seus políticos no Estado. Retirada só está começando

“Corinthians, Flamengo e outros clubes não devem receber dinheiro público”

Presidente da Comissão de Esportes da Câmara Federal, o deputado César Halum defende mais recursos para formação de atletas e menos para a burocracia do setor

Iris Rezende prefere que os Vilelas se unam a Ronaldo Caiado e não a Antônio Gomide

Irista diz que o prefeito de Goiânia sentiu-se “traído” pelo ex-prefeito petista na disputa para o governo em 2010 e 2014, quando obteve votações vexatórias em Anápolis

Thiago Albernaz diz que Marconi e Maguito podem disputar o Senado na mesma chapa

O ex-vereador afirma que José Eliton será o candidato do PSDB a governador de Goiás em 2018

“Se Secretaria da Habitação fosse para Luiz Stival, Lúcia Vânia teria reclamado?”

Um deputado estadual da base governista garante que ouviu, na Assembleia Legislativa de Goiás, a informação de que Lúcia Vânia teria aceitado, de bom grado, a criação da Secretaria de Habitação desde que o indicado para dirigi-la fosse o presidente da Agehab, Luiz Stival, que será candidato a deputado estadual em 2018.

“Na verdade, Lissauer Vieira está no PSB, mas não pertence ao núcleo duro do grupo de Lúcia, que é muito fechado. Portanto, o veto não foi exatamente à criação da Secretaria da Habitação, e sim ao parlamentar de Rio Verde”, pontua o político governista.

Segundo o parlamentar, “a Secretaria da Habitação ocupará o espaço da Agehab — não será uma estrutura a mais”. Por sinal, a maioria dos deputados da base aliada quer a saída de Luiz Stival da Agehab.

Orçamento da capital para 2017 é de R$ 1,3 bilhão

[caption id="attachment_88671" align="alignleft" width="300"] Sessão extraordinária que aprovou o orçamento de 2017 | Foto: Divulgação[/caption] A Câmara Municipal aprovou a Lei Orçamentária Anual (LOA) da capital para o exercício de 2017 e outros projetos de autoria do Executivo, como o Novo Código Tributário e a Planta de Valores Genéricos de Palmas. Os projetos foram aprovados em sessões extras, contudo, não remuneradas. Com 15 votos favoráveis e 2 votos contrários, o Orça­mento da Capital, que prevê R$ 1,3 bilhão para as ações do município, foi aprovado em turno único de votação. De acordo com o presidente da Casa de Leis, José do Lago Folha Filho (PSD), a aprovação do orçamento e dos demais projetos possibilitarão que o Executivo cumpra sua missão de atender as demandas da população. “Essa casa tem responsabilidade, discutiu os projetos, todos os parlamentares entenderam a importância e urgência de se aprovar o orçamento e os demais projetos para dar condições de trabalho ao Executivo”, salientou. A revisão do Plano Plurianual foi aprovada com emendas do vereador Diogo Fernandes, que criaram no documento as ações que viabilizam o recebimento de R$ 2 milhões provenientes de emendas firmadas pela senadora Kátia Abreu em visita à Câmara para a Escola de Tempo Integral Agrotins e para a Escola de Tempo Integral Fidêncio Bogo, que está em construção no assentamento Marmelada, na região de Taquaruçu Grande. Ainda foi aprovado o projeto de Lei Complementar que altera a Lei 285/13, alterando dispositivos do Código Tributário da Capital. Todos os parlamentares presentes votaram a favor do projeto. Os parlamentares ainda aprovaram o projeto que trata da atualização da Planta de Valores Genéricos da Capital. A matéria recebeu 10 votos favoráveis, 6 contrários e uma abstenção. De acordo com o projeto, elaborado por uma comissão composta por técnicos e por entidades da sociedade civil, foram considerados valores de Mercado. Sobre este o projeto, o presidente Folha destacou: “o projeto retira o redutor para que os especuladores possam pagar o justo fazendo justiça fiscal, com mais de 20 mil isentos”. O parlamento ainda aprovou, por fim, alterações na lei que institui o programa Palmas Solar, que estabelece incentivos entre eles abatimento no Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).