Notícias
Cooperativa recebeu nota 98, o que permitiu não só a sua manutenção no nível 1 (Ouro), mas a elevação de sua classificação dentro deste nível
A exemplo do jogo da Baleia Azul, grupo batizado de The H4ters desafia e estimula jovens a tirarem a própria vida
O Jornal Opção, por intermédio de seu editor-chefe, Euler Fagundes de França Belém, pela presente retratação pública, decorrente de acordo homologado pela excelentíssima senhora juíza de Direito do 3º Juizado Especial Criminal de Goiânia, drª. Sandra Regina Teixeira Campos, nos autos do processo nº 5027910.73, vem a público, retratar-se frente ao deputado federal Delegado Waldir, por duas reportagens publicadas na coluna Bastidores do Jornal Opção, no dia 30/10/2015.
Reconhecemos que houveram excessos nas referidas publicações e retiramos, publicamente, todas as qualidades negativas que lhes foram atribuídas, pois não temos conhecimento de nada que desabone sua honra, imagem e conduta.
Diante disso, sabendo que excedemos os limites da crítica jornalística, manifestamos escusas ao deputado federal Delegado Waldir pelos transtornos causados, ciente de que os excessos cometidos na publicação em referência causaram-lhe prejuízos e desgastes à sua imagem, razão pela qual nos retratamos diante do Poder Judiciário, do público leitor e do deputado federal Delegado Waldir.
Outrossim, o Jornal Opção considera o deputado federal Delegado Waldir como um político respeitável, íntegro e eleitoralmente consistente.
Euler Fagundes de França Belém
Editor-chefe do
Jornal Opção
Em constante evolução ao longo dos últimos anos, comércio exterior de Goiás é destaque nacional
[caption id="attachment_121105" align="alignright" width="620"]
Montagem[/caption]
A senadora Lúcia Vânia (PSB) não esconde o incômodo com a entrada de Demóstenes Torres (PTB) na disputa por uma das vagas de candidato ao Senado na chapa do governo. A senadora manifestou ver com “normalidade” a entrada de Demóstenes no cenário. E até jogou um pequeno desdém ao dizer que não tem buscado espaço na chapa majoritária (da base aliada governista) e que se a vaga for dela, será reflexo da aceitação de seu mandato.
A verdade é que Demóstenes abala o cenário na base aliada, que já sofre com o grande número de pretendentes às poucas vagas na chapa amjoritária. O ex-senador é mais um a pleitear espaço e as pesquisas mostram que ele tem viabilidade. Resta saber se a liminar que lhe abriu possibilidade de candidatura será confirmada.
[caption id="attachment_121109" align="alignnone" width="620"]
Reprodução[/caption]
“África é um jogo reflexivo entre dois personagens: Avelino, o enfermeiro falante, e o senhor Torres, doente em estado de coma profundo.” Só que Avelino dialoga com seu ouvinte, que está em seu próprio eco e reflexo. É assim que profissional e enfermo contracenam – ou não – no monólogo “África”, em cartaz no Teatro Sesc Centro na quinta-feira, 5, às 20 horas.
Com texto de Miguel Jorge, direção e adaptação de Alex Amaral, a peça tem o ator Wilker Postigo vivendo tanto Avelino quanto senhor Torres no cenário assinado por Claudio Livas. A iluminação é de Allan Lourenço, fotografia de Jake Vieira, produção executiva de Laila Santoro, produção da Cia Delarte e direção de produção executiva de Wilker Postigo. O espetáculo tem patrocínio da Lei Goyazes de Incentivo a Cultura, da Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Esporte (Seduce).
Criador da Cia Delarte em 2009, o ator e diretor Wilker Postigo tem a missão de dar vida a um enfermeiro que se depara com sua própria realidade e a vida dura de seu paciente em coma em estágio avançado. O espetáculo “África” relata fatos ocorridos na infância de Avelino e a desilusão amorosa vivida com sua esposa Sofia. “Por não suportar o peso do mundo, da realidade, propõe uma fuga através da imaginação, da criação de uma África imaginária que conhece apenas por fotos e livros”, descreve a sinopse da peça que dá vida ao texto de Miguel Jorge. (Augusto Diniz)
Em resposta à expulsão de centenas de diplomatas russos por parte de diversos países ocidentais, a embaixada da Rússia nos Estados Unidos decidiu realizar uma enquete no Twitter para saber qual consulado estadunidense eles fechariam.
Entre as opções estavam o de Vladivostok, Ecaterimburgo e São Petersburgo. Venceu o último. A confirmação de seu fechamento, bem como a expulsão de 60 diplomatas, foi feita pelo ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, na quinta-feira, 29.
A página oficial do MDB nacional no Facebook publicou uma foto, na terça-feira, 27, em que o presidente Michel Temer aparece com as seguintes aspas: “Recuperei um país quebrado. Eu me orgulho do que fiz e preciso mostrar o que está sendo feito”.
A legenda da foto dizia que o partido tem candidato. Mas as reações ao post deixam claro a impopularidade do emedebista: cerca de 2,5 mil cliques favoráveis e 13 mil contrários ao conteúdo.
“Mestres da Reportagem” agora vem com dois volumes e conta com mais de 80 alunos de jornalismo de várias universidades do país e recém-formados
[caption id="attachment_121112" align="alignright" width="620"]
Michel Temer, Iris Rezende e Daniel Vilela: presidente da República teria influenciado o apoio do prefeito ao deputado federal do MDB goiano[/caption]
Em política, nada acontece por acaso. Houve interferência do presidente da República, Michel Temer (MDB-SP), na precipitação do anúncio por parte do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, no apoio à candidatura do deputado Daniel Vilela para o governo estadual. O prefeito, que sempre quis levar o partido a apoiar o senador Ronaldo Caiado (DEM), estava decidido a levar a questão com a barriga até agosto, mas foi convencido a ceder por pressão do Planalto. O ministro Eliseu Padilha, operador político de Temer, ligou para Iris sugerindo que a caneta do presidente está cheia de tinta e que ele vê com simpatia a candidatura do correligionário Daniel e com maus olhos o pleito de Caiado, que tem atacado o governo do emedebista. O decano do MDB goiano entendeu o recado e logo fez o anúncio. No dia seguinte, o governo federal liberou verbas para a Prefeitura de Goiânia, notadamente para as obras do BRT.
O Palácio do Planalto também vai pressionar os cinco prefeitos dissidentes do MDB a deixar Caiado e dar sustentação à candidatura de Daniel. Adib Elias (Catalão), Paulo do Vale (Rio Verde), Ernesto Roller (Formosa) e Renato de Castro (Goianésia) serão chamados na regulagem. O prefeito de Turvânia, Fausto Mariano, quinto da lista, é considerado inexpressivo e não preocupa o Planalto.
A interlocutores próximos, Ronaldo Caiado não tem poupado Iris pelo apoio a Daniel. Acusa o prefeito de ingratidão e de se vender por verbas do governo federal. A primeira reação do líder ruralista ao saber do apoio de Iris a Daniel foi ligar para a filha Ana Vitória, titular da Procuradoria-Geral do Município, e ordenar que ela pedisse demissão. Ronaldo Caiado não tem dúvidas de que Iris só apoiou Daniel Vilela em troca de liberação de verbas do governo federal.
Ronaldo Caiado certamente não gostou, mas o jogo político tem dessas coisas. Se Michel Temer de fato influenciou o prefeito Iris Rezende no apoio a Daniel, ele fez um lance político-partidário. Ou Temer deveria ficar inerte vendo um adversário, o senador Ronaldo Caiado, se articular com o seu partido, na tentativa de se viabilizar como candidato ao governo de um Estado importante como Goiás?
Obviamente, a resposta é não. Fosse um democrata presidente da República, sem dúvida que também estaria jogando para favorecer um nome de sua sigla. Faz parte e como diz o velho ditado: o bom cabrito não berra.
Por sinal, Caiado teve solidariedade do vice-presidente regional do MDB e deputado estadual José Nelto, que reclamou do apoio de Iris Rezende à pré-candidatura de Daniel Vilela. Nelto, que pode ser chamada de Sr. Incoerência, é outro emedebista que quer entregar o MDB ao senador do DEM.
Ao lado de Henrique Santillo, o ex-deputado enfrentou a ditadura civil-militar e contribuiu para a ascensão política de Iris Rezende, em 1982
“Fofocas.” É assim que o ex-deputado Vilmar Rocha, presidente regional do PSD, classifica as “notícias” plantadas em colunas políticas dando conta de que ele estaria conversando com a oposição. Uma dessas “notícias” é de que Vilmar estaria conversando com o governadoriável do DEM, senador Ronaldo Caiado, para compor a chapa majoritária na vaga à candidatura ao Senado ou mesmo a vice-governador. Vilmar diz que não há nada de verdade nos boatos, ou “fofocas”, como prefere. Segundo ele, a direção do PSD resolveu que só tomará decisão sobre o processo sucessivo em julho. Agora, informa, o partido está tratando exclusivamente de formar chapa proporcional para deputado estadual e federal. Segundo Vilmar, até julho o partido estará conversando muito com todo mundo, dialogando com todas as forças políticas, econômicas, sociais, culturais e inclusive com a mídia. “Não basta conversar apenas com os políticos. Já estamos nesse processo de diálogo pelo interior, fomos a várias cidades. Até o dia 7 de abril, quando se fecha a janela partidária, qualquer pessoa no gozo de seus direitos políticos pode se filiar ao PSD e vamos analisar com carinho a viabilidade de sua candidatura. Estamos abertos a filiações.” Sabe-se que Vilmar Rocha quer ser candidato a senador num cenário em que faltam vagas na chapa governista, uma vez que Marconi Perillo (PSDB) e Lúcia Vânia (PSB) já estariam definidos. Vilmar insite que é muito cedo para essa definição, porque muita coisa pode acontecer até julho. Tudo o que se diz agora, afirma, é só especulação, só variantes de possibilidades que podem ou não se confirmar. Nesse sentido, nem mesmo a possível volta do ex-senador Demóstenes Torres ao jogo é vista como complicador pelo presidente do PSD. “A decisão sobre Demóstenes é liminar, ainda será julgada. Logicamente que havendo a possibilidade de ele ser candidasto, provoca reflexo no cenário em Goiás, sobretudo na base aliada, porque ele está filiado ao PTB. E isso demonstra, mais uma vez, que estamos certos em aguardar para tomar decisões. O quadro está em evolução e muita coisa pode acontecer até lá. Vamos aguardar.”
[caption id="attachment_77351" align="alignright" width="620"]
Francisco Jr. e Thiago Peixoto, deputados do PSD: firmes na base[/caption]
O deputado estadual Francisco Júnior (PSD) diz que a base do governo tem que entender o valor de cada partido e de cada parlamentar. Na contramão de outras lideranças que acabam colocando como contrapartida para apoio na base aliada um espaço na chapa majoritária, o pré-candidato a deputado federal destaca que o PSD tem o seu valor e muito a acrescentar.
“Nós temos quadros para oferecer para chapa majoritária, quadros para colocar na chapa para deputado federal, e para deputado estadual.E temos boas ideias e bons projetos. Então nós do partido muito mais oferecemos que cobramos”. O argumento de Francisco tem relevância quando se sabe que o colega federal Thiago Peixoto tem alta cotação para ser candidato a vice-governador na chapa governista. Thiago seria o nome preferido de Marconi Perillo e José Eliton.
Mas nem tudo tem sido paz no PSD. Há boatos de que o presidente da sigla em Goiás, ex-deputado Vilmar Rocha, poderia perder o comando da sigla. Entre ele e os deputados federais, o presidente nacional Gilberto Kassab ficaria com os parlamentares. A conferir, porque é sabido que Vilmar tem grande entrosamento com Kassab.
[caption id="attachment_115048" align="alignright" width="620"]
Zé Eliton e Marconi durante inauguração | Foto: Wildes Barbosa[/caption]
O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), encerra o mandato esta semana entregando as obras símbolo de seu legado. As duplicações das GOs 070 e 080, o Aeroporto de Cargas e o Centro de Convenções de Anápolis e o Itego da Região Noroeste de Goiânia. Pelo interior, o governador esboça aqueles que devem ser os argumentos da campanha eleitoral: o governo precisa de um líder político e um bom gestor; as relações políticas devem ser pautadas pelo diálogo e pela tolerância, e não pelo radicalismo; o bom gestor é aquele que ouve e toma decisões em conjunto; que as conquistas alcançadas só serão mantidas se o governo tiver um bom timoneiro. Marconi afirma isso para em seguida dizer que seu vice, o também tucano José Eliton, tem todas essas qualidades. De fato, na condição de copartícipe de todas as ações de governo nos dois mandatos, o vice, que é o pré-candidato ao governo da base aliada, é o mais indicado para pegar o bastão.
Qualquer um dos principais candidatos colocados até agora para o governo do Estado este ano pode surpreender, mas as linhas gerais de atuação geralmente correspondem aos seus perfis


