Notícias
Em 2017, Derfrva desarticulou organização criminosa de 23 membros que agia na Região Leste da capital
Durante reunião, representantes discutiram a possibilidade de parcerias entre o Legislativo e o Executivo no combate a violência
Nova onda das redes sociais que mostra "Como você seria" viralizou na última semana
Entrevista com vereador Delegado Eduardo Prado (PV) destacou principais pontos da discussão
Na decisão liminar, juíza afirma que gestão municipal extrapola atribuições constitucionais e tenta legislar no lugar dos vereadores
Aprovado pelos deputados, projeto foi vetado pelo governo e volta à pauta da Casa de Leis
Até o final do ano, deve ser alcançada marca de 200 mil bolsas universitárias
Quatorze noivas denunciam que foram lesadas porque Juliana Pereira Santos deixou de cumprir contrato. Estilista nega acusações
Projeto em homenagem a Yossi Shelley foi apresentado na Assembleia Legislativa
Ricardo Correia
[caption id="attachment_117615" align="alignright" width="300"]
Foto: divulgação[/caption]
O Brasil acordou. E Goiás não ficou de fora. Desde a mobilização nacional de 2013, com os seus “Fora Dilma”, depois convertido em “Fora Todos”, externando mentes e corações cansados de desmandos, corrupção, desordem administrativa e legal, impunidade, iniquidade; desde lá, a sociedade clama nas ruas, via internet ou mídias sociais, ainda bem que de forma pacífica em sua grande maioria, por mudanças radicais na maneira segunda a qual os eleitores deveriam escolher, ou melhor, selecionar seus mandatários.
Procura-se deveria ser o slogan do povo. Procura-se um novo político, qualquer que seja o cargo. Aliás, dentro da aventura de buscar novos políticos é que tivemos eleitos Enéas, Tiririca, Agnaldo Timóteo e, até, o Rinoceronte Cacareco, que foi uma rinoceronte fêmea do Zoológico do Rio de Janeiro emprestada ao Zoológico de São Paulo, que nas eleições municipais de outubro de 1959 da cidade de São Paulo recebeu cerca de 100 mil votos. À época, a eleição era realizada com cédulas de papel e os eleitores escreviam o nome de seu candidato.
Anedotas à parte, fato é que o Brasil e Goiás buscam hoje, especialmente em 2018, novos nomes para seus cargos eletivos, principalmente para os majoritários, Presidente e governadores, embora o desejo de renovação seja amplo e irrestrito. Dessa forma, citam-se nomes de jovens e velhos, de artistas e empresários, de celebridades e anônimos endinheirados. Como se, num passe de mágica, caso um desses fosse eleito, a panaceia estaria adotada. A simplificação da solução pode ser pior que a situação que se pretende evitar. Não que ela não deva ser evitada, muito pelo contrário, deve-se arduamente buscar a mudança que os anseios reivindicam. Nesse quadro de desejo de renovação, a pergunta que deveria estar posta seria assim: como renovar?
É óbvio que em tese as possibilidades são inúmeras, mas, de fato, na prática são limitadas. Pelo ponto de vista de chances eleitorais, pois são necessários ingredientes imprescindíveis, tais como: ser conhecido do público, ter ficha limpa, ter meios e recursos, inclusive intelectuais, para a disputa, ter saúde e disposição, ter capacidade de aglutinação de forças, etc., dentre outras.
Em Goiás, desponta um triângulo de possibilidades limitadas com vistas ao governo do Estado. Até o momento, apresenta-se um pré-candidato mais jovem, talvez muito jovem; um ainda jovem, mas com experiência; e um mais experimentado pela vida. Num cenário como esse, qual a interseção das opções disponíveis com as demandas da sociedade? Isto é, qual o candidato que pode melhor oferecer a renovação, sem deixar de lado a bagagem necessária para conduzir todo um Estado, com a grandeza e o potencial do Estado de Goiás? Somos compelidos a concluir que a solução recai sobre aquele que detém o dinamismo, a força da juventude e que traduz o anseio da renovação, pelo fato de não ter exercido cargos públicos longamente, porém, também conta com experiência de ter exercido, ainda que por breves mas repetidos períodos, a função executiva maior do Estado.
Na maioria das vezes uma longa experiência de vida é inimiga da renovação, da mesma forma que uma vida muito tenra carece de perspectivas adequadas sobre um cenário mais amplo e de alta responsabilidade social. Trata-se, esse artigo, de reconhecer a propriedade da indicação, feita pelo governador Marconi Perillo, do vice-governador Zé Eliton para concorrer ao governo de Goiás nas eleições de outubro próximo. Que os leitores e os eleitores possam avaliar as opções, mensurar suas conveniências e decidir sobre os seus e os nossos futuros!
Ricardo Correia, engenheiro civil, empresário, ex-Presidente da Ademi-GO, ex-diretor do Sinduscon-GO e ex-vice-presidente da CELG
Responsável pela gravação dos áudios que embasaram a deflagração da Operação Drácon, a distrital Liliane Roriz (PTB) depôs a portas fechadas como testemunha de acusação, na segunda-feira (19/2), à Justiça local. As declarações foram prestadas no âmbito do processo por corrupção passiva contra o ex-secretário-geral da Câmara Legislativa Valério Neves; o ex-diretor do Fundo de Saúde do DF Ricardo Cardoso; e o ex-secretário da 3ª Secretaria Executiva da Câmara Legislativa Alexandre Braga Cerqueira.
Emedebista é alvo de dois processos por suposto recebimento de propina
[caption id="attachment_117610" align="aligncenter" width="620"]
Foto: divulgação[/caption]
O deputado Laerte Bessa (PR-DF) não aplaude a intervenção federal decretada no Rio de Janeiro como medida para conter a onda de criminalidade no estado. Diretor da Polícia Civil do DF por quase oito anos, Bessa acredita que o Exército Brasileiro não está preparado para impedir a atuação do crime organizado que tomou conta das instituições do Rio de Janeiro. A saída, acredita Bessa, é outra.
[caption id="attachment_117609" align="aligncenter" width="620"]
Henrique Luduvice | Foto: Renato Araújo[/caption]
Henrique Luduvice foi exonerado da diretoria-geral do DER-DF por incompetência. Afinal de contas, desde que o DER-DF assinou convênio com o DETRAN-DF para aplicar multas de trânsito, Luduvice estava mais interessado no faturamento com a indústria das multas do que com a engenharia de tráfego nas principais vias do DF.
Hoje algumas vias estão repletas de veículos do DER-DF colaborando com a sinalização de trânsito para o conserto de pontes e viadutos. Entretanto, até poucos dias atrás viaturas eram vistas sempre em pontos estratégicos prontas para multar motoristas desatentos.
[caption id="attachment_94113" align="aligncenter" width="620"]
Foto: Luis Macedo[/caption]
O deputado federal Izalci Lucas pagou para ver e descobriu que o PSDB-DF simplesmente não é dele.
Sua candidatura ao Palácio do Buriti fragmentou-se em milhares de pedaços. Agora é arrumar outro partido e tentar a reeleição.
Omézio, homem de confiança do parlamentar, não acreditava que o barco afundaria e deixou o chefe em maus lençóis.


