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O deputado federal Fábio Sousa disse que foi preciso perder uma eleição para entender que precisava deixar o partido
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Deputado federal Fábio Sousa | Foto: Zeca Ribeiro/ Agência Câmara[/caption]
O PSDB registrou em 2018 o pior desempenho eleitoral de sua história. Além de perder a eleição presidencial, ficou sem 20 cadeiras na Câmara. Ao comentar uma proposta do secretário-geral do partido e deputado estadual por Minas Gerais, Marcus Pestana, do PSDB realizar uma fusão com outras siglas para disputar as próximas eleições, o deputado federal Fábio Sousa (PSDB-GO) disse que não tem mais nada a declarar.
"Eu não sofro desse mesmo amor que o Pestana tem pelo PSDB. Acho que o partido errou muito e passou uma grande vergonha, Eu precisei perder uma eleição para entender que preciso deixar esse partido", desabafou o parlamentar que não conseguiu a reeleição, em 2018.
Porém, Fábio afirma que não está em tratativas com nenhum outro partido. "Vou ficar um ano em 'stand by', dando aula e cuidando da minha vida. Depois disso, eu vejo o que vou fazer", declarou o deputado.
Fusão
A iniciativa será apresentada por Pestana à direção executiva da sigla. A ideia, de acordo com ele, é que em maio os tucanos renovem o comando partidário e em seguida iniciem o processo. O deputado cita quatro siglas para a possível fusão: PPS, PSD, PV e DEM. Para ele, ainda é cedo para afirmar qual seria o modelo de fusão e a autonomia que cada partido dentro da nova legenda.
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O suplente de deputado federal Freire Junior (MDB), atualmente em exercício em substituição à parlamentar Dulce Miranda (MDB), está sendo investigado por suposto crime de estelionato, artigo 171 do Código Penal. Segundo o despacho proferido pelo delegado Cassiano Ribeiro Oyama, Freire Junior foi intimado para ser interrogado e prestar novos esclarecimentos sobre o caso entre os dias 03 e 14 de dezembro de 2018, em razão da sua atual prerrogativa parlamentar, na sede da 1ª Delegacia de Polícia de Palmas/TO.
Segundo o delegado, em atenção à requisição ministerial, em 20/04/18 foi instaurado o I.P. n.º 985/2018, para apuração suposta prática dos crimes de estelionato, na modalidade vender coisa alheia como própria (artigo 171, parágrafo 2º, inciso I do Código Penal Brasileiro) e de efetuar, incluir em contrato e vender, sem título de propriedade, loteamento ou desmembramento de solo sem licença (artigo 50, incisos I e III e seu parágrafo único, incisos I e II da Lei n.º 6.766/79). Além do deputado, consta como investigado Douglas Alberto Brasileiro.
As diligências policiais apontam que ambos são sócios-proprietários da empresa Portal da Serra Empreendimentos Imobiliários Ltda e firmaram contrato de compra e venda de “frações ideais” do imóvel denominado “Chácara Especial 294”, Gleba Jaú, localizado no Km 14 da rodovia TO-010, nesta capital. Três promitentes compradores, denominados vítimas, são identificados Marcos Aurélio Moreira Lima, Whashington Luiz Carvalho Lima e Wilton Carvalho Lima. A Certidão de Matrícula de inteiro teor do imóvel retromencionado tela aponta os investigados e sua empresa jamais foram proprietários da área, ou parte dela, ofertada aos promitentes compradores. A Certidão confirma que a “Chácara Especial 294” pertencia a 03 (três) “sócios” numa fração de 33,33% cada, na data de 22/04/2013 em que os Instrumentos Particulares de Compra e Venda foram assinados. No entanto, durante o período em que as vítimas estavam pagando as parcelas acordadas, o imóvel, de forma integral, NÃO fracionada, foi vendido para a empresa NB3 - PARTICIPAÇÕES E BIOENERGIA LTDA.
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