Falta de pagamento suspende monitoramento de presos em Goiás por 1h30

Serviço foi normalizado após negociação com empresa Spacecom

Foto: Reprodução

Presos do regime semiaberto tiveram o monitoramento por meio das tornozeleiras eletrônicas, em Goiás, suspensos às 14h desta segunda-feira (19/11) pela empresa Spacecom. O serviço foi normalizado às 15h30, após negociação.

A assessoria de imprensa da Spacecom, empresa contratada para fazer o trabalho no Estado, informou ao Jornal Opção que o pagamento ainda não foi realizado, e que ficou acertada uma promessa de pagamento para terça-feira (20).

A dívida de Goiás com a Spacecom é da ordem de R$ 6,54 milhões, referente ao atraso de 12 meses no pagamento pelo serviço. De acordo com contrato, a prestadora de serviços poderia suspender o monitoramento pela falta de pagamento, superior a 90 dias, o que foi feito nesta tarde.

À reportagem, a Diretoria de Administração Penitenciária (DGAP) informou que o serviço está normalizado.

Confira a nota da Spacecom:

“A Spacecom Monitoramento S/A – empresa responsável pelo monitoramento com tornozeleiras eletrônicas no Estado de Goiás – informa que bloqueou hoje (19 de novembro), às 14h, o acesso ao monitoramento de sentenciados para os agentes penitenciários da Diretoria Geral de Administração Penitenciária – GO por atraso de mais de 12 meses no pagamento dos serviços.

Os débitos em atraso do governo com a companhia somam R$ 6,54 milhões, referentes aos serviços já prestados e aprovados, sem considerar juros e multas contratuais.

A decisão da Spacecom, baseada nas cláusulas contratuais, foi tomada após várias e infrutíferas tentativas de recebimento dos valores devidos.”

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