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Por que uma simples investigação do Coaf na Alerj assusta tanto o QG do governo Bolsonaro?

Movimentações financeiras atípicas de ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) em seu gabinete na Alerj põem em xeque discurso de honestidade da família

Delegado Waldir diz que Caiado não discute o governo com o PSL

O deputado federal, próximo de Jair Bolsonaro, afirma que, se estiver preocupado com a governabilidade, o governador eleito precisa conversar com seus apoiadores

Aliado de Caiado aposta que Álvaro Guimarães será eleito presidente da Assembleia

Um aliado do governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado, disse o seguinte ao Jornal Opção na sexta-feira, 14: “Uma coisa os políticos goianos têm de aprender — Ronaldo não deve ser interpretado como os políticos tradicionais do Estado. Quando faz um compromisso faz tudo para cumpri-lo”. Qual é o endereço do recado do caiadista. Ele não titubeia: “Ronaldo não manda recados. O que estou dizendo que é que ele cumpre o que acorda. Portanto, apoia e vai apoiar, até o final, a candidatura de Álvaro Guimarães para presidente da Assembleia Legislativa”. O caiadista afirma que Caiado tem apreço por todos os deputados de sua base política. “Não há nada contra Humberto Teófilo, Amauri Ribeiro, Iso Moreira, Dr. Antônio e Major Araújo. Ronaldo tem estima por todos eles. Mas fez um compromisso com Álvaro Guimarães. Só isso.” O Jornal Opção perguntou a 15 deputados estaduais: “Quem vai ser presidente da Assembleia Legislativa?” Quatorze disseram: “Álvaro Guimarães”. Um disse que não quer que o deputado seja eleito, mas admite que é praticamente impossível derrotá-lo.

José Vitti pode assumir a Agehab e disputar a Prefeitura de Goiânia pelo DEM ou pelo PSB

O governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado, quer mantê-lo por perto. Mas a senadora Lúcia Vânia quer o passe político do empresário

Adib Elias diz que Caiado vai apostar alto no crescimento e no desenvolvimento de Goiás

O prefeito de Catalão afirma que, sem corrupção, é possível sobrar dinheiro para obras estruturais

Caiado quer um gestor no comando da comunicação de seu governo

Se a chefia da Agecom for para um administrador, Lívio Luciano é um dos mais cotados. Se for para um jornalista, Vassil Oliveira é o mais cotado

Adib Elias pode assumir a presidência da Agetop

O nome preferido de Ronaldo Caiado para o cargo é o do prefeito de Catalão. Ele é visto como técnico e como operador político

PSDB, MDB e PP podem se unir pra organizar a oposição em Goiás

O problema é que o desgaste do PSDB pode contaminar os possíveis aliados. Seus deputados querem cair fora do partido

Tai Hsuan-an celebra 40 anos de talento a serviço da arte

Até 30 de março de 2019, o público poderá conferir na mostra“Diáspora, Convergências e Conexões”, no Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC), 180 obras do artista chinês

“Muitos querem desviar a finalidade da recuperação judicial e usar de forma irregular”

Juiz de direito diz que é necessário criar uma vara específica para a área em Goiás

Número de suicídios cresce e MP encomenda campanha publicitária de prevenção para 2019

Peças publicitárias tentarão reduzir os altos índices de automutilação apresentados no Brasil. O próprio órgão teve servidores que tiraram a vida

Como começar a investir na bolsa de valores

Especialistas explicam como funciona o mercado de ações

“Esta nova missão no Sebrae Tocantins é uma oportunidade ímpar de realizar um bom trabalho”

Eleito presidente da Conselho Deliberativo da instituição, o atual secretário de Finanças de Palmas também comenta sobre suas ações à frente da pasta

Tocantinenses esperam que 1º de janeiro seja o marco de um novo tempo

[caption id="attachment_139754" align="alignleft" width="620"] Governador Mauro Carlesse | Foto: Divulgação[/caption] Em 31 de dezembro, encerra-se o mandato iniciado pelo ex-governador Marcelo Miranda (MDB) — cassado pela justiça eleitoral — e que vai ser encerrado por Mauro Carlesse (PHS). Tratava-se de um mandato tampão e que, exatamente por isso, esteve eivado de certos “ranços”, mesmo porque — em razão da continuidade do serviço público — muitos servidores nomeados pelo ex-governador continuaram nos seus cargos, desempenhando as mesmas funções de outrora. O novo gestor também se viu obrigado a “pisar em ovos”. Se não pela pouca habilidade de quem nunca havia assumido qualquer cargo executivo, certamente esteve vinculado a um orçamento que estava pronto, cujas amarras lhe impediram de avançar em vários setores. A esperança dos tocantinenses é que 1º de janeiro de 2019 seja o marco de um novo tempo. Esse sim será o mandato para o qual Mauro Carlesse foi eleito — com a mais absoluta confiança da população — que lhe alçou ao cargo de chefe do Executivo ainda no primeiro turno. A responsabilidade é enorme, portanto. O próprio Carlesse elaborou o orçamento que executará no próximo ano. O parlamento aprovou num “atma”, mesmo havendo redução de receitas para os outros poderes e órgãos fiscalizadores. Um choro contido ali, outro acolá, mas o certo é que a antiga prática da receita presumida foi cortada à metade. O orçamento, que o governador irá gerir em 2019, está mais próximo da realidade, mesmo que ocorra frustração de arrecadação. Apertando o cinto, criando um comitê composto pelos chefes dos poderes e dos órgãos para debater o tema e, por fim, impondo limite de gastos, o governador deu um grande passo para reerguer o Tocantins. Não restam dúvidas. Contudo, há outros problemas crônicos e o primeiro deles é o excesso de servidores contratados a pedido desse ou daquele parlamentar. No jargão popular: os “funcionários fantasmas”. O jogo é simples e conhecido desde a criação do Tocantins: em troca de seu apoio parlamentar e garantia da governabilidade, o deputado solicita alguns “contratos” junto ao poder executivo. O gestor cede e incha a folha de pagamento. Os “contratos” rendem votos ao próprio deputado em sua base eleitoral e, de quebra, ao próprio governador nas eleições subsequentes. O círculo é vicioso e repugnante. Fere os princípios da moralidade, da eficiência e da legalidade, constitucionalmente previstos. Entretanto, é prática comum, não apenas no Tocantins, mas em todos os Estados brasileiros. Alguns poderiam questionar e dizer que extirpar essa prática do poder público é premissa totalmente utópica. Pode ser, por enquanto, mas é possível diminuí-la drasticamente. É necessário que não apenas o governador Carlesse, como também outros gestores, ouçam o claro recado de outubro, oriundo das urnas: a população está farta de corrupção, desvios, desmandos e ingerências. Além de sopesar essas condutas, o governador Carlesse também precisa aproveitar o início dessa nova gestão para trocar alguns auxiliares diretos, que, diga-se de passagem, só lhe trazem desgastes midiáticos desnecessários. Alguns atos de gestão desses auxiliares beiram o amadorismo. Já os parlamentares que darão sustentação ao governo também precisam ser articulados e escolhidos a dedo. As manchetes jornalísticas falam por si só. Não cabe aqui apontar o dedo ou indicar nomes. O gestor sabe muito bem que ajuda e quem atrapalha. É necessário, portanto, que o governador se cerque de pessoas experientes, com espírito republicano, mas que sabem ser duros, sem, no entanto, ser arrogantes. Foi o caso do Secretário de Comunicação, João Aguiar Neto, ao se manifestar sobre o episódio da decisão liminar que determinou o retorno dos delegados aos cargos de chefes regionais, sem observar a prevalência do poder discricionário do governador. João Aguiar Neto foi cirúrgico ao expor a posição do Palácio Araguaia, enfatizando que, dentro dos limites da lei e sem truculência, tentaria — e conseguiu — reverter a decisão junto à instância judicial superior. Sem dúvida, o governador conta com vários outros “Netos”. Contudo, será eles têm voz? Qual a posição que eles ocupam na cadeia hierárquica? O vice-governador Wanderlei Barbosa, homem com larga experiência política, é ouvido ou chamado para as reuniões decisivas? Outro exemplo? O presidente do Itertins, Divino José Ribeiro, procurador da Assembleia Legislativa desde a década de 1990, advogado experimentado em assessoria jurídica municipal, que poderia ser muito mais útil ao governo em outro posto estratégico. O segredo, portanto, não é apenas equilibrar os gastos proporcionalmente às receitas. É crucial cercar-se de mentes sãs e, logicamente, se afastar dos acéfalos e daqueles deslumbrados com o dinheiro e com o poder.

Banco do Empreendedor fomenta economia tocantinense na gestão Carlesse

[caption id="attachment_153336" align="alignleft" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] Entre os meses de abril e novembro de 2018, R$ 1.671.409,44 foram injetados na economia tocantinense por meio do fomento do Banco do Empreendedor (BEM). O valor foi concedido em forma de empréstimo para servidores públicos, mototaxistas, pequenos empresários e pessoas interessadas em tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Somente para o programa de Assistência Financeira ao Servidor, foram disponibilizados R$ 1.382.950,00 neste período por meio de 161 contratos. Já para o microcrédito para mototaxistas e emissão da CNH, o valor foi de R$ 288.459,44, totalizando 37 contratos. Com a ativação substancial da recuperação de créditos (microcrédito), foram renegociados 479 contratos, o equivalente a R$ 1.234.356,73, e outros R$ 637.021,44 em imóveis de dação em pagamento, referentes às grandes operações (empréstimos concedidos a empresas de grande e médio porte entre os anos de 2005 e 2008). A instituição financeira também implantou o sistema de cobrança nas unidades do É Pra Já de Gurupi e Araguaína. Sobre esta política de recuperação de crédito, o presidente da instituição, Messias Araújo, destaca ser de fundamental importância para garantir o equilíbrio econômico e financeiro do órgão. “O ano de 2018 foi um ano de desafios, mas conseguimos colher bons frutos. Com foco na qualidade do atendimento e no impulsionamento da visibilidade do Banco do Empreendedor, buscamos o aprimoramento dos atendimentos e o fortalecimento da imagem institucional do órgão”, disse. Em 2019, o banco pretende ampliar os atendimentos voltados para os servidores públicos. “Nossa projeção média de atendimentos para a Assistência Financeira ao Servidor no ano que vem é R$ 3,8 milhões mensais, totalizando R$ 35 milhões ao ano. Isso daria para atender cerca de 7 mil servidores durante 2019”, concluiu Messias Araújo.