Caiado quer um gestor no comando da comunicação de seu governo

Se a chefia da Agecom for para um administrador, Lívio Luciano é um dos mais cotados. Se for para um jornalista, Vassil Oliveira é o mais cotado

O governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado, do DEM, tem dito a aliados que pretende fazer uma comunicação moderna e institucional. O objetivo não será divulgá-lo, de maneira populista, mas usar a comunicação para informar e, ao mesmo tempo, melhorar os serviços do governo de Goiás.

Para o cargo de titular da Agência de Comunicação tem sido citados vários jornalistas, como Tony Carlo — o mais ligado a Ronaldo Caiado, que o manterá mais perto de si, dada a confiança absoluta —, Vassil Oliveira, Paulo Beringhs (Jorge Kajuru sai da base de Ronaldo Caiado se ele for o escolhido), Cileide Alves e Érika Lettry.

Dos jornalistas, o nome mais citado tem sido o de Vassil Oliveira, por ser considerado “diplomático” e manter relações cordiais com todo mundo.

Os jornalistas são consistentes e, se indicados, dariam conta do recado. Mas Ronaldo Caiado estaria sugerindo que pretende colocar na Agecom um gestor, e não exatamente um jornalista. Por dois motivos. Teme-se que um jornalista não resista às pressões da Imprensa por verbas — que serão curtas (e, vale dizer, as decisões passarão pelas mãos do governador, e não pelas mãos dos secretários). E acredita-se que um gestor será mais eficiente em termos de organizar o financiamento da publicidade estatal, evitando irregularidades técnicas.

Por ser auditor fiscal do governo do Estado, além de ter sido secretário de Comunicação da gestão de Iris Rezende na Prefeitura de Goiânia, o nome do deputado estadual Lívio Luciano (Podemos) tem sido citado com frequência.

O poeta Marcos Caiado, que entende de jornalismo e publicidade, também tem sido mencionado, de maneira esparsa. A amigos afirma que vai ajudar Ronaldo Caiado, mas sem participar diretamente do governo.

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Donizete Oliveira dos Santos

Lívio é um nome qualificado para qualquer pasta; contudo, como deputado, só pode assumir secretarias de governo.