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Governismo pode bancar Amauri Ribeiro para prefeito de Caldas Novas

Há um vazio eleitoral em Caldas Novas — o descrédito de Evandro Magal contamina tudo — e o deputado do Patriota pode ocupá-lo

Time abandona o Campeonato Brasileiro de Futebol

Praticamente falido, o Figueirense desistiu da disputa e deve ser suspenso por dois anos pela Confederação Brasileira de Futebol

Felisberto diz que Plano Diretor não pode ser votado como está e defende retirada da expansão urbana

"Não podemos dizer que todo o trabalho dos técnicos foi desperdiçado, mas com certeza existe um percentual de ações que devem ser reavaliadas antes da votação", diz Felisberto Tavares

MPGO realiza seminário sobre suicídio com transmissão ao vivo no YouTube

Evento ocorre no auditório do edifício-sede da instituição no Jardim Goiás, em Goiânia

Secretários de Infraestrutura e Trânsito da capital anunciam segunda etapa das obras do BRT

Início dos trabalhos e alterações no trânsito começam na próxima quarta-feira, 25

Polícia Federal está na casa de desembargador em busca de provas sobre vendas de sentenças

O magistrado Siro Darlan é suspeito de vender sentenças para liberar sentença. A investigação foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça

Números apresentados pelos empresários não batem com dados da Secretaria da Economia, diz relator

Humberto Aidar (MDB) afirma que há discrepâncias nos dados e que isso será checado ao fim da CPI para apresentação do relatório

Demi Moore diz que a mãe vendeu sua virgindade por 500 dólares

A atriz lança autobiografia e relata que foi viciada em cocaína e álcool. E fala de sua obsessão com o peso

Delegado Waldir diz que Sergio Moro fica no governo e, depois, irá para o Supremo

O deputado federal frisa que o ministro da Justiça é competente, íntegro e comprometido com o combate à corrupção

Piracanjuba recebeu R$ 817 milhões em inventivos fiscais e pagou 0,75% de ICMS, aponta CPI

Presidente da empresa foi ouvido na reunião da Comissão nesta segunda-feira

Justiça para pobres x Justiça para ricos

  [caption id="attachment_211949" align="alignnone" width="620"] Papiloscopistas atuam na coleta e identificação de materiais nas cenas de crimes | Foto: Reprodução[/caption] Na terça-feira (24), a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julgará os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) no caso dos R$ 51 milhões apreendidos num apartamento em Salvador (BA) em 2017. Outro caso importante, desta vez no Distrito Federal (DF), começou a ser julgado na segunda-feira (23): O julgamento de Adriana Villela, acusada de ser a mandante do assassinato dos pais dela e da funcionária da casa, Francisca Nascimento Silva. Segundo o que está nos autos, eles foram mortos a facadas (73 no total), em agosto de 2009, no chamado crime da 113 Sul. Mas o que eles têm em comum? Ambos os casos somam-se a outros no Brasil que vem recebendo questionamentos por estarem solidamente baseados em laudos emitidos por papiloscopistas da Polícia Federal e da Polícia Civil do DF, respectivamente. E o que eu, cidadão comum, tenho a ver com isso? Você poderia nos perguntar. Mais do que você imagina. Acontece que por causa de uma corruptela numa lei inconstitucional e classista, a de Nº 12.030/2009, alvo da ADI 4354, foi gerada grave insegurança jurídica, pois não fez menção expressa aos peritos em papiloscopia, como peritos oficiais de natureza criminal. Apesar da AGU e da Presidência na ADI 4354 defenderem que os papiloscopistas estão incluídos na expressão “peritos criminais”, o que é correto, tem ocorrido algumas decisões judiciais excluindo-os e invalidando os laudos. Como no caso da 113 Sul, o ministro Roberto Barroso acatou o pedido da defesa e mandou informar aos jurados que o laudo papiloscópico não foi feito por peritos oficiais e a grande força do caso reside no laudo, abre-se uma brecha legal perigosa. E o que é pior: tanto nesse caso como no do Geddel peritos criminais da ativa foram contratados para questionar o laudo dos colegas e, como não conseguiram atacar a ciência, finalizam seus pareceres usando a citada lei. E o cidadão fica no meio desse tiroteio. Há outros casos em que peritos criminais atuam contra os colegas peritos em papiloscopia e até mesmo, quando contratados por particulares, atacam laudos de outros peritos criminais. A recente decisão do STF, entretanto, abre o primeiro precedente naquela corte que pode ter graves repercussões em outros casos já julgados ou em julgamento. O curioso é que os Laudos papiloscópicos servem pra prender os pobres e não servem para colocar na cadeia os ricos ou políticos. Imagine a enxurrada de ações de indenizações, dos que foram ou estão condenados por força desses laudos que identificam autores de crimes por meio de fragmentos. Só no DF, o Instituto de Identificação identifica e elabora cerca de 15 mil Laudos de autoria de crimes. Agora por uma negligência ou séria omissão das autoridades, milhares de presos vão para a rua? Em fevereiro de 2019, o STF iniciou o julgamento da ADI 5182, que também trata do tema, e o voto do relator Luiz Fux declara que os papiloscopistas estão incluídos no conceito de perito oficial. Entretanto, o julgamento está suspenso por pedido de vistas do Ministro Alexandre de Moraes. O STF precisa restaurar a segurança jurídica, e concluir o julgamento da ADI 5182 e 4354, impetrada há dez anos, evitando que outros laudos sejam questionados, gerando a libertação de criminosos, vultosas indenizações contra o Estado, além de problemas com heranças e benefícios previdenciários para familiares dos mortos identificados por laudos necropapiloscópicos. *Por Alceu Prestes de Mattos, presidente da ASBRAPP- Associação Brasiliense de Peritos Papiloscopistas e, Paulo Ayran Bezerra, presidente da ABRAPOL – Associação Brasileira dos Papiloscopistas Policiais Federais.

Mais três barragens da Bacia do Rio Meia Ponte são abertas em Goiás

Até agora cinco represas foram liberadas para reequilibrar vazão do rio, que apresentou queda nas últimas semanas

Pif Paf não gerou ICMS suficiente para pagar créditos que recebeu, diz Humberto Aidar

CPI dos incentivos fiscais ouve presidente do conselho da Rio Branco Alimentos/Pif Paf, Luiz Carlos Mendes, na Assembleia Legislativa