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Promotor de Justiça Fernando Krebs está fazendo tratamento contra câncer

José Nelto e dois procuradores e um promotor de justiça afiançam que o promotor está bem. O câncer foi descoberto em sua fase inicial

Faculdade Senac promove Semana da Responsabilidade Social com foco no voluntariado 

Objetivo do evento é estimular a reflexão sobre aspectos ligados à cidadania, voluntariado e empreendedorismo

Prefeitura lança pavimentação do Residencial Park Solar no valor de R$ 5,4 milhões

Programa da atual gestão prevê a pavimentação de 34 bairros até dezembro de 2020

Ex-governador do Tocantins, Marcelo Miranda, pai e irmão são presos pela PF

Defesa de Miranda argumenta que não há fatos que justifiquem a prisão do ex-governador

Projeto que prevê descontos no ISSQN será votado na Câmara de Goiânia

Benefício poderá ser concedido a empresas que fazem doações a organizações que trabalham com acolhimento de mulheres, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade

Líder reforça que presídio de Planaltina é de segurança máxima e apresenta requerimento à SSP

Deputado Bruno Peixoto fez o pedido para que Secretário de Segurança Pública, Rodney Rocha, dê respostas às denúncias

Prefeito de Cristalina promove ações de calçamento no distrito Campos Lindos

Estão sendo instalados briquetes e será construído um Centro Administrativo no local

Estado do Tocantins é certificado pelo TCE quanto à Regularidade Fiscal

Presidente do tribunal entrega documento que comprova que despesas do Executivo e demais poderes estão de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal

“As regras são diferentes para presídios de segurança máxima como o de Planaltina”, explica Eduardo Prado

Presidente da Comissão de Segurança Pública explica a mães e esposas de detentos do presídio de Planaltina que se tratam de presos ligados a facções e por isso o tratamento é diferente

Vereador de Novo Gama, apontado por ajudar em fuga de detento, segue foragido

Investigação aponta que Christovam Machado participava de organização que trabalhava em troca de dinheiro

“Fui eleito para defender o cidadão de bem. Não fui eleito pra defender bandido”, diz Amauri

Mães e mulheres de detentos do presídio Planaltina protestaram durante Comissão de Segurança Pública. Mas deputado rebate argumentos

Após 130 dias, chove em Goiânia nesta quarta-feira

Chuva caiu de forma esparsa em alguns bairros da cidade

Comissão Mista aprova crédito de R$ 7 mi para UEG

Recurso é proveniente de anulação parcial de dotações orçamentárias

Future-se ou Permaneça no Passado

[caption id="attachment_212301" align="alignleft" width="183"] Foto: Arquivo Pessoal[/caption] Por Marco Aurélio Silva Esteves* Nas universidades brasileiras, públicas ou privadas, é comum ouvir o relato de professores e alunos que fizeram intercâmbio no exterior. Geralmente essas pessoas voltam encantadas pelo nível de desenvolvimento tecnológico, os laboratórios imponentes e, principalmente, a qualidade do ensino praticado. Há algumas características comuns às melhores universidades da atualidade: financiamento público e privado ocorrendo simultaneamente, níveis elevados de liberdade para os estudantes no processo de formação e a efetivação de uma política de internacionalização. Também é notável que o pragmatismo é utilizado como critério na tomada de decisão dos gestores, priorizando o desenvolvimento acadêmico ante questões ideológicas. Voltando para o Brasil, que tal se implantarmos aqui um modelo de gestão similar ao que tanto elogiamos? Essa é justamente a proposta que o MEC fez para nossas universidades com o Future-se, inspirado no programa Horizon 2020 da União Europeia. O programa garante a manutenção do investimento público na educação e, entre outras coisas, a captação de recursos privados, o que poderá resultar na ampliação do financiamento de pesquisas, na construção e manutenção predial, no apoio aos estudantes e baixa renda e, por fim, no almejado desenvolvimento tecnológico. Apesar de ainda estar em fase de discussão pública, ou seja, sujeito a qualquer tipo de modificações, surpreendentemente alguns reitores já se manifestaram rejeitando a adesão ao programa, que é voluntária. Também já foi iniciada a patrulha ideológica dos sindicatos, que beira a doutrinação, para garantir a manipulação da avaliação de alunos, professores e servidores sobre o programa. Os muros simbólicos do ensino brasileiro privam os alunos da liberdade de pensamento. Os três eixos do Future-se são: governança e empreendedorismo, pesquisa e inovação e internacionalização. Justamente aquilo que falta nas instituições que recebem vultosos recursos públicos e entregam resultados que garantem a insignificância brasileira nos rankings internacionais de avaliação do ensino, pesquisa e extensão. Qual legado universitário deixaremos para nossas próximas gerações? A inteligência sindical já fez a escolha, optando por um modelo ultrapassado que provocou a precarização estrutural e a utilização de verbas oriundas dos contribuintes para o financiamento do ensino das camadas mais ricas da sociedade. Resta saber se a população irá se manifestar para concluirmos nossa escolha. Eu acredito que o momento é propício para inverter o vetor de comércio internacional e deixarmos de exportar matéria-prima para importar tecnologias de custo elevado para sermos protagonistas internacionais da inovação tecnológica. Nossa escolha determinará se estaremos conectados ao futuro ou presos no passado. *Mestre em Psicologia Aplicada pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Coordenador de Apoio ao Estudante da Faculdade Serra da Mesa (FaSeM)