Imprensa
O livro “A Vida Quer É Coragem — A Trajetória de Dilma Rousseff, a Primeira Presidenta do Brasil” (Primeira Pessoa, 304 páginas), de Ricardo Batista Amaral, é vendido a R$ 4,90 na Livraria Leitura, no Goiânia Shopping. “Apesar da excelente promoção, ninguém quer comprar”, afirma um vendedor.
A obra escrita por Ricardo Amaral, repórter experimentado, saiu em 2011, pouco depois da primeira eleição de Dilma Rousseff para presidente da República e, portanto, não contempla a crise do segundo governo e a corrupção na Petrobrás.
Apesar do “presidenta”, e do tom simpático à petista, não se trata de uma hagiografia. Mas não é uma biografia exaustiva e crítica. Fica-se com a impressão de que é mais um perfil espichado, uma reportagem longa que virou livro.
Falta, ao final, um índice de nomes para facilitar a consulta. O ex-senador goiano Demóstenes Torres, por exemplo, é citado.
O leitor Paulo de Oliveira, professor, envia cópia da nota “Fora da disputa pelo Paço, Jayme coordenará formação de chapa”, publicada na coluna “Giro” (“O Popular”, terça-feira, 26), editada pelo repórter Caio Henrique Salgado: “O presidente da Agência Goiana de Transporte e Obras Públicas (Agetop), Jayme Rincón, foi convidado pelo governador Marconi Perillo e pelo presidente do PSDB em Goiânia, Rafael Lousa, para coordenar a formação da chapa de candidatos a vereadores tucanos”. “A frase que causa estranhamento é ‘a formação da chapa de candidatos a vereadores’. Não seria candidatos a vereador?”, pergunta Paulo de Oliveira. O leitor perguntou e respondeu, com acerto: trata-se de uma chapa de candidatos a vereador e não de uma “chapa de candidatos a vereadores”.
Os jornais de Goiás estão na internet, mas é como se não estivessem. Os repórteres escrevem: “O governador Marconi Perillo” e “o prefeito Paulo Garcia”. Como os jornais são lidos nos demais Estados e até em outros países, é preciso identificá-los com mais precisão: “O governador de Goiás, Marconi Perillo” e “o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia”.
No sábado, 23, “O Popular” anuncia na capa: “Aluno da rede pública passa em 6º na UFG”. A manchete da página 8 complementa: “Sisu — Aluno da escola pública é aprovado em 6º lugar na UFG”. Mas a reportagem não cumpre com precisão o que anuncia nos dois títulos. A história de Moisés Alves de Almeida Filho é apenas levemente enunciada para, logo depois, ser esquecida. O jornal não publica sequer um fotografia do garoto, nem sua idade.
Ficamos sabendo que Moisés Filho estudou numa escola pública — o “Colégio Estadual Jardim Europa desde o 6º ano” — e que vai estudar Medicina. Nunca estudou em escola particular e pertence a uma família pobre (o repórter prefere o termo da moda, “carente”). Sem explicar a razão, a repórter Géssica Veloso, estagiária, diz que não conseguiu falar com o estudante. Parece ter ouvido “colegas” e “professores”, mas nenhum deles merece qualquer menção. A jornalista assinala que “foco e determinação são algumas das qualidades” de Moisés Filho. Pois foco e determinação são exatamente aquilo que falta à reportagem de “O Popular”.
Acrescente-se que, como não fez a reportagem, apenas anunciou que iria fazer, “O Popular” passou uma ótima pauta aos demais jornais. A história do garoto Moisés Filho está à espera de repórteres que tenham o mínimo de determinação. Porque não foi (e merece ser) devidamente contada.
Editor do blog Conversa Afiada não conseguiu provar que Ali Kamel é racista. Justiça frisa que Amorim move “autêntica empreitada” contra a honra do diretor de Jornalismo da Globo
Bruno Caliman, que teve músicas gravadas por Bruno e Marrone, é o campeão absoluto, seguido de Anderson Freire e Roberto Carlos. O goiano Zezé Di Camargo aparece na lista
“Pop” diz que perícia descobriu sangue de Deise Faria Freitas numa chácara onde se toma chá do Santo Daime. “DM” informa que “não pôde ser comprovado” que sangue é da enfermeira do Hospital de Urgências
Viúvo, Berto Filho está acamado, fala muito pouco, mas pretende publicar um livro
Antônio “Tonicão” Edson, o experimentado narrador esportivo, está na lista dos demitidos
Investimentos em redações na Austrália e nos Estados Unidos e um site gigante, além da escassez de anúncios, provocaram a crise do respeitado jornal
O IBGE vai contratar, em caráter temporário, 16 jornalistas para trabalhar no Censo Agropecuário de 2016.
A Cesgranrio vai organizar a seleção dos jornalistas. As inscrições podem ser feitas de 26 de janeiro a 22 de fevereiro pelo site www.desgranrio.org.br.
As vagas foram reservadas para cidades de 12 Estados — Salvador (1), Fortaleza (1), Goiânia (1), São Luís (1), Belo Horizonte (1), Belém (1), Recife (1), Curitiba (1), Rio de Janeiro (5), Porto Alegre (1), Florianópolis (1) e São Paulo.
Os aprovados vão receber salário de R$ 7.166,00 — além de auxílio-alimentação, auxílio transporte, férias e 13º.
Os jornalistas poderão permanecer no IBGE por “até 31 meses”.
Fabrício Werdum desistiu de lutar contra Stipe Miocic porque está machucado e porque o MMA é esporte e negócio
Pré-candidato do PSDB aposta que apoio do ex-presidente, decisivo em 2012, vai prejudicar a reeleição de Fernando Haddad
Cachorros são bichos espertíssimos. O labrador João sabe das coisas. Luidivine, surpreendendo até sua dona, ganhou medalha por participar de uma maratona
Os treinos são piores do que as lutas, sobretudo quando os atletas estão se preparando para disputar títulos

