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Outra vez, Lula tenta constranger um tribunal, agora para salvar a sucessora no TCU

[caption id="attachment_11078" align="alignright" width="620"]Antes, o ministro Gilmar Mendes foi constrangido por Lula da Silva; agora, foi a vez do ministro José Múcio Antes, o ministro Gilmar Mendes foi constrangido por Lula da Silva; agora, foi a vez do ministro José Múcio[/caption] É a segunda vez em dois anos. A primeira foi em abril de 2012. Lula veio a Brasília, procurou o ministro Gilmar Mendes e tentou uma chantagem diante da iminência de o Supremo Tribunal Federal iniciar o julgamento do mensalão. “O Zé Dirceu está muito preocupado”, disse o ex a Mendes antes de insinuar que Mendes poderia ser in­vestigado pela CPI do Cachoeira por causa de sua relação com o ex-se­nador Demóstenes Torres. Não deu certo. O ministro resistiu à pressão. A segunda ocorreu na terça-feira, na véspera de o Tribunal de Contas da União julgar a compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras. Lula chamou a São Paulo o ministro José Mú­cio e disse que estava “muito pre­ocupado” com o en­vol­vimento da presidente Dilma Rousseff no caso. Deu certo. O TCU absolveu por unanimidade os conselheiros da petroleira. Em fevereiro de 2006, num processo sumário, dez conselheiros ad­mi­nistrativos da Petrobrás, sob a pre­sidência de Dilma, então Chefe da Casa Civil de Lula, aprovaram por unanimidade a compra de Pa­sadena, numa operação que rendeu à petroleira o prejuízo de 792,3 mi­lhões de dólares, pelo cálculo fechado na quarta-feira pelo TCU durante o julgamento. Os conselheiros não levaram em conta que a tramitação da análise técnica da compra foi feita em 20 dias pela auditoria da Petrobrás. No fim do prazo os auditores devolveram o processo à chefia, em 31 de dezembro, com a reclamação, em relatório confidencial, de que o tempo para a análise foi “muito curto” Dois dias depois, o negócio de 1,25 bilhão de dólares foi aprovado pelo conselho. Naquele ano, cada um dos conselheiros, agora absolvidos recebeu da Petrobrás 176 mil dólares, entre bônus e jetons, para aconselhar a em­presa em seus negócios. Apro­va­ram a operação Pasadena numa única sessão com base num sumário de contrato que a detalhista Dilma considerou “técnica e juridicamente falho”. A absolvição dos conselheiros que não aconselharam corretamente deixa, entre outras, uma dúvida no ar. Para que servem os conselhos de administração das estatais se não são responsáveis na função? Em moeda de hoje, o pagamento feito pela Petrobrás há oito anos corresponde a R$ 400 mil. Ou R$ 33,33 mil mensais para cada conselheiro. Generosos com os conselheiros, os ministros do TCU foram duros com 11 atuais e antigos dirigentes da petroleira. Eles tiveram bens bloqueados para a hipótese de futuro ressarcimento à empresa. No grupo, o companheiro e presidente na época José Sérgio Gabrielli e os antigos diretores Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró. Eles prometem recorrer para argumentar que a responsabilidade é do conselho. Argumentam que o estatuto da Petrobrás atribui ao conselho responsabilidade pela aquisição de ativos – e não a diretores. Dilma era a presidente do conselho. Com pretensões ao governo da Bahia, o companheiro Gabrielli se deu mal, mas é a vítima do PT, além de pessoa não muito simpática à presidente Dilma, mas a reeleição recebeu um refresco do tribunal e respira com alívio no Planalto e no partido. Mas a absolvição não deixa de ser mais um tema ético para a oposição questionar na campanha presidencial.

Hamas e Israel aceitam trégua humanitária de 12 horas

Desde o início da ofensiva de Israel contra Gaza, há 18 dias, quase 900 pessoas morreram, das quais 800 palestinos, a maioria civis, e de 73 israelenses, 34 deles soldados

A confusa história dos investimentos de dinheiro público na fazenda do tio-avô de Aécio

As denúncias petistas contra adversários são um dos pontos que separam dilmistas e lulistas na campanha pela reeleição. O marketing do PT de Lula defende agressividade contra o tucano Aécio Neves na sucessão presidencial. A comunicação de Dilma prefere ser mais maneira, apesar do terrorismo daquele anúncio sobre a extinção de programas sociais pelo PSDB. Agora, o PT, anonimamente, serviu à imprensa o prato sobre o aeroporto da família de Aécio junto à fazenda em Cláudio, a 140 quilômetros de Belo Horizonte, com investimentos do governo de Minas. É um negócio confuso onde a área do aeroporto é um misto de pública e privada. Aécio terá de destrinchar a confusão, que já chegou ao avô Tancredo Neves. A fazenda, Santa Isabel, pertence a Múcio Tolentino, irmão de Risoleta, mulher de Tancredo. Nessa linha, Múcio é tio-avô de Aécio, neto de Risoleta. Tudo começou em 1983, quando o governador Tancredo repassou Cr$ 30 milhões, na moeda da época, à prefeitura de Cláudio para a construção do aeroporto de terra batida na fazenda do cunhado. Dois anos depois, presidente eleito, Tancredo morreu. Em 2000, o Ministério Público mineiro investigou Múcio e bloqueou os bens do fazendeiro e ex-prefeito de Cláudio para a hipótese de um futuro ressarcimento. Três anos depois, o MP arquivou o inquérito e Risoleta morreu. O MP mudou de ideia e reabriu a investigação. Em 2008, o governador Aécio desapropriou a área do aeroporto. O governo ofereceu R$ 1 milhão como indenização. Múcio não se conformou e foi à Justiça. Em 2009, o governo mineiro investiu R$ 13,9 milhões no asfaltamento da pista de um quilômetro. Falta o presidenciável explicar melhor o caso dos investimentos públicos no aeroporto e a situação da desapropriação. Ao lado, a seis quilômetros da Santa Isabel, há a Fazenda da Mata, que está no espólio de Risoleta para a partilha entre os três filhos. Era o refúgio quase secreto de Tancredo quando queria se afastar do mundo para repousar. Ter o número do telefone da fazenda era o sonho de consumo de políticos, empresários e repórteres. Raros o tinham.

Ibope apurou que o desânimo do voto cresceu depois da Copa, sem afetar o PT e o PSDB

[caption id="attachment_11072" align="alignright" width="605"]Oposicionistas Eduardo e Aécio: este manteve índices, o outro caiu Oposicionistas Eduardo e Aécio: este manteve índices, o outro caiu[/caption] A última rodada de pesquisa do Ibope foi às ruas entre os dias 18 e 21, uma semana de­pois do fim da Copa do Mundo em 13 de julho. Comparada à rodada divulgada em sete de junho e apurada uma semana antes do início do torneio, a nova de­monstra que o resultado do futebol não afetou a opinião quanto ao voto em Dilma ou Aécio, mas mexeu no ânimo do eleitor. A favorita Dilma Rousseff (PT) tinha 38% de apoio antes da Copa e ficou com o mesmo índice depois. Aécio Neves (PSDB) estava com 22% e manteve o número. Eduardo Campos (PSB), oposicionista que nada tem a ver com o futebol, sim, despencou, pagou mico: tinha 13% e desceu para 8. Em quarto, Pastor Everaldo (PSC), manteve os 3%. No Datafolha, Dilma tinha 36%, Aécio contava com 20, Campos com 8 e Everaldo tinha 3. Na pesquisa mais recente do Ibope, no segundo turno entre Dilma e Aécio, a presidente venceria o senador por 41% a 33, com uma frente de oito pontos. No Datafolha, a diferença era me­nor: 44% a 40. Contra Cam­pos, Dilma teria uma frente de 12% com 41 pontos a 29. No Datafolha, a diferença menor, de sete pontos: 45% a 38. Mais expressiva é comparação que não levar em conta a co­tação dos candidatos, mas ob­serva o ânimo do eleitor em vo­tar, constata-se que o desencanto cresceu depois da Copa. An­tes, o voto branco ou nulo estava com 13%. Depois foi a 16. Os indecisos eram 7% e foram a 9. A última pesquisa inovou ao perguntar ao eleitor não apenas em quem votaria, mas também quem ganharia na opinião dele. O resultado demonstrou que a maioria, 54% , espera a vitória de Dilma. Aécio recebeu 16%. Campos, apenas 5%. A rejeição da presidente me­dida pelo Ibope foi a maior en­tre os três principais candidatos, 36%. Aécio arrebatou 16%. Campos, o menos conhecido, levou 8%. Mais da metade dos eleitores, 53%, considera que o país está no “rumo errado”. Outros 44% julgam o contrário.

Jovem morre após ser baleada em semáforo da Avenida D

Também foram registrados mais dois homicídios no setor Novo planalto

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Ações civis públicas solicitavam a demissão de mais de três mil funcionários de sete secretárias, além da Goiás Turismo e da Casa Civil

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Secretário da Fazenda de Goiás, José Taveira, também falou sobre o assunto: “O governador Marconi tem sempre realçado a postura republicana da presidente Dilma”

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Secult divulga nota oficial sobre o afastamento de Gilvane Felipe

O texto reitera que o motivo para a saída de Gilvane do Executivo estadual é o convite para integrar o núcleo de doordenação de campanha do governador Marconi Perillo (PSDB) à reeleição

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Intenção de Alexandre Magalhães é que nova unidade federativa englobe a região do Entorno do DF e as cidades satélites de Brasília