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Morre em Goiânia o magistrado Antônio Barreto de Araújo, pai do deputado Talles Barreto

Adir Barreto, como era conhecido, foi magistrado, promotor e delegado de polícia em diversos municípios do interior e vereador na capital entre 1959 e 1962 [caption id="attachment_158660" align="alignnone" width="620"] O deputado Talles e o pai, Antônio Barreto de Araújo: vida dedicada à defesa dos mais humildes | Foto: Divulgação[/caption] Morreu nesta terça-feira, 15, em Goiânia, o magistrado Antônio Barreto de Araújo, o Adir Barreto, pai do deputado estadual Talles Barreto (PSDB). Como magistrado em diversos municípios do interior e vereador por Goiânia, Adir Barreto dedicou a vida e a carreira à defesa dos goianos mais simples. O velório de Adir será realizado a partir das 6 horas desta quarta-feira, 16, no Cemitério Jardim das Palmeiras, onde ocorrerá o sepultamento, às 13 horas. Adir Barreto foi delegado de polícia em Ceres, promotor do Ministério Público em Rubiataba e juiz de Direito em Itapaci, Itapuranga, Itumbiara e Goiânia. Na capital, foi vereador entre 1959 e 1962, presidindo o Legislativo Municipal no último ano do mandato. Casado com Adélia Alves Barreto, teve quatro filhos: Jalles, Deny, já falecido, Eliane e Talles Barreto. Em suas redes sociais, o deputado estadual comunicou a morte do pai. "É com imensa dor que comunico o falecimento do meu, pai, ocorrido hoje", disse Talles Barreto. "Antônio Barreto era meu exemplo, minha força e meu orgulho", afirmou o deputado estadual na postagem.

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Empresa de gás natural anuncia interesse de investir em Goiás

Divulgação aconteceu durante maratona de reuniões realizadas pelo futuro secretário de Indústria, Comércio e Turismo de Goiás, Wilder Morais, que tem buscado conhecer todo segmento industrial de Goiás

[caption id="attachment_158639" align="aligncenter" width="620"] Foto: divulgação[/caption]

Uma empresa do Rio de Janeiro declarou, nesta terça-feira, 15, a intenção de instalar em Goiás uma unidade de distribuição de gás natural. A decisão teria acontecido depois de avaliar as boas condições oferecidas para a comercialização desse combustível no Estado.

O anúncio foi feito durante visita de um grupo de empresários do setor de mineração ao senador Wilder Morais, futuro secretário de Indústria, Comércio e Turismo de Goiás. A comitiva tinha como objetivo levar votos de boas-vindas ao senador e desejar êxito na futura gestão à frente da Pasta de Governo, ao mesmo tempo em que deixaram registradas intenções de investimentos industriais e até propostas de instalação de empresas em território goiano.

Depois de avaliar a importância de Goiás para o mercado de combustíveis, o empresário lembrou o fato de que o Estado, por estar localizado longe da costa litorânea e dos portos produtivos do gás natural, apresenta condições de viabilidade na industrialização do produto.

“A nossa ideia é liquefazer este gás natural, trazê-lo para o Estado e fornecer para as grandes indústrias daqui, junto com a Goiás Gás, reduzindo o custo, reduzindo, também, a emissão de carbono, que é uma bandeira defendida pelas multinacionais hoje”, declarou o empresário, preferindo manter o anonimato nesse início de negociação.

Segundo o prognóstico, o Estado de Goiás dispõe de grandes possibilidades de mercado, para consumo de combustíveis pelas empresas mineradoras e isso justifica investimento em projeto de grande volume.  “Entendo que Goiás deve estar entre os três maiores do Brasil hoje, fora das regiões que já tem gasoduto. Então é uma região muito grande e muito importante, onde poderemos desenvolver não só a indústria, mas difundir uso veicular, comercial e até residencial do gás natural no Estado”, disse ele ao senador Wilder Morais.

O senador Wilder, desde que aceitou o convite do governador Ronaldo Caiado para assumir a futura pasta, vem se reunindo com todo segmento industrial do Estado. A secretaria de Indústria, Comércio e Turismo será criada com a reforma administrativa do novo governo, mas o senador vem aproveitando para se inteirar sobre as demandas de todos os setores da economia.

 “A mineração é um dos pilares da nossa economia, e o Governo do Estado reconhece sua relevância para o desenvolvimento econômico do Estado e valoriza também a força que vem das parcerias com as grandes mineradoras e demais empresas instaladas em território goiano”, disse ele ao dar as boas vindas ao grupo de empresários.

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Após dar calote, Justiça determina que municipio goiano pague dupla sertaneja

Sentença favorável a César Menotti e Fabiano determina que a prefeitura de Itumbiara pague show realizado em 2016 [caption id="attachment_158626" align="aligncenter" width="620"] Foto: Marcos Hermes[/caption] Em sessão realizada nessa terça-feira, 15, o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), definiu que a prefeitura de Itumbiara deve pagar o valor de R$ 160 mil à dupla sertaneja César Menotti e Fabiano. O processo foi aberto após o não pagamento de um show realizado em junho de 2016. Segundo o que alegava a defesa do Município, a dupla não teria cumprido acordos do contrato e, por isso, não teria repassado o valor. Além disso, o Ministério do Turismo não teria destinado a verba para o show, como firmado anteriormente. As duas alegações têm ligação com um descredenciamento da dupla junto na lista de artistas do ministério Sobre a alegação, a sentença do Juiz Flávio Fiorentino de Oliveira, destaca que a prefeitura tomou conhecimento sobre as irregularidades com o cadastro junto ao ministério, e que mesmo assim, mantiveram a apresentação. Na decisão proferida, o Juiz afirma que "não se afigura crível que o Município de Itumbiara, recebendo o show, deixe de pagar o valor originalmente contratado". Flávio Fiorentino acrescenta ainda que o munício não terá direito "nem mesmo a redução do valor", em referência à tentativa em reduzir em quase 50% o valor do cachê. A sentença ainda cabe recursos, que tem agora, prazo de 15 dias.

Apesar do atraso, Fazenda nega calote a servidores públicos

Governo reiterou diversas vezes que salário será pago, apenas não informou data da quitação. Servidores mantém preocupação e se veem "desassistidos" [caption id="attachment_157640" align="aligncenter" width="620"] Cristiane Junqueira Schmidt está à frente da Secretaria da Fazenda de Goiás | Foto: Felipe Cardoso[/caption] A Secretaria da Fazenda negou mais uma vez que o Estado de Goiás dará calote na folha de pagamento de dezembro dos servidores, ou seja, a folha não empenhada de dezembro de 2018. A Pasta já liberou R$ 255 milhões, no dia 10 deste mês para sete órgãos, e esse valor corresponde a 21% da folha total do funcionalismo estadual de dezembro. “A possibilidade de não pagamento para os servidores do Executivo não existe até porque a folha já foi quitada para os demais Poderes e órgãos que estavam com o empenho realizado, como determina a lei”, afirma a secretária Cristiane Junqueira Schmidt. “Essa história de calote é mentira. O Estado está é estudando formas de como fazer o pagamento da folha que não foi empenhada pelo governo anterior, como deveria ter sido feito. Legalmente, a Secretaria da Fazenda não pode fazer o pagamento infringindo a lei. Nós vamos pagar o salário de dezembro de 2018 sim, mas vamos pagar dentro de um planejamento prévio que será comunicado à sociedade assim que o tivermos”, assegurou a secretária Cristiane Schmidt em entrevista nesta terça-feira, 15. A secretária explica ainda que a solução para a liberação da folha virá após reunião com a missão do Ministério da Economia, que está em Goiânia para analisar o Orçamento do Estado de 2019, que deve ter déficit estrutural estimado aproximadamente de R$ 3 bilhões. Um casal de moradores da região sul de Goiânia, ambos servidores do Executivo e que não quiseram se identificar, falaram ao Jornal Opção que acompanham o assunto com cautela, porém se enxergam como "desassistidos". "O Legislativo e o Judiciário já receberam seus salários, mas nós do Executivo estamos aqui, sem salário e com contas atrasadas. Sabemos que a culpa não é do novo governo, porém essa questão deveria já ter sido resolvida como uma das prioridades do governador, pois estamos com contas atrasadas e nos sentindo desassistidos", afirmou um dos entrevistados pela reportagem.