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Preso em Goiânia, Daniel Messac é alvo de novas acusações em Operação Poltergeist

Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público está apurando novas informações sobre caso que deteu deputado nesta sexta-feira (7) [caption id="attachment_138631" align="aligncenter" width="620"] Deputado estadual Daniel Messac | Foto: reprodução[/caption] O deputado estadual Daniel Messac (PTB) foi preso na tarde desta sexta-feira, 7, sob novas acusações da Operação Poltergeist, deflagrada em abril de 2014, que identificou contratação de funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). As informações sobre o pedido de prisão estão sendo apuradas. [relacionadas artigos="147253"] O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Goiás (MP-GO), responsável pela prisão do parlamentar, já havia comprovado que o parlamentar ordenou a intimidação de uma testemunha do caso.

Por volta das 13h30, Messac esteve no Instituto Médico Legal (IML), sendo encaminhado ao Núcleo de Custódia, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.  A defesa do deputado, que afirmou, em novembro, que as acusações sobre o parlamentar eram falsas, informou que ainda está se inteirando sobre o caso e deve dar um retorno em breve.

Sobre a Operação  A Operação Poltergeist foi deflagrada pelo MP em abril de 2014. O objetivo da ação foi desmontar um esquema de desvio de recursos públicos por meio da contratação de servidores fantasmas em alguns gabinetes da Alego e da Câmara Municipal de Goiânia. Outros envolvidos no esquema ficavam a cargo de alistar potenciais servidores fantasmas ou recolher o salário pago aos funcionários. Também participam da organização detentores de cargos com autoridade para contratar os comissionados. Em novembro último, dois suspeitos, um ex-policial federal e um pastor evangélico, foram presos acusados de intimidarem uma testemunha da Operação Poltergeist, que combate funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Apontado como líder do esquema desde 2015, o deputado estadual Daniel Messac teve uma busca e apreensão feita em sua casa.

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“Não há nenhum fato novo que justifique pedido de prisão de Marconi”, diz MPF

Procurador Hélio Telho diz que, até agora, todos os indícios que envolvem Marconi em esquema de corrupção foram apurados na Operação Cash Delivery  [relacionadas artigos="151910"] Apesar de o expedido pelo Ministério Público Federal apontar fortes indícios de que Marconi Perillo está entre os envolvidos no esquema de corrupção apurado pela Operação Confraria, o ex-governador não teve pedido de prisão decretado. Isto porque, de acordo com o procurador Hélio Telho, não há nenhum fato novo que justificasse um novo pedido de prisão já que os indícios que o MPF e a Polícia Federal apuraram até agora fazem parte da Operação Cash Delivery, ocasião em que Marconi foi preso. "Ele foi solto por força de liminar e o mérito do habeas corpus ainda não foi julgado , com isso ele pode sim voltar para a cadeia. No entanto, não há fato novo e não podemos fazer um novo pedido de prisão", afirmou o procurador.

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