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José Maria Eymael, do DC, diz que partido não se fundirá a nenhuma sigla

Mesmo sem alcançar cláusula de barreira, presidente do Democracia Cristã e candidato a presidente do Brasil por diversas vezes, diz que legenda se "mantém firme" [caption id="attachment_157926" align="aligncenter" width="620"] Foto: reprodução[/caption] O partido Democracia Cristã (DC) diante da cláusula de barreira que penalizou 14 legendas para que fiquem sem Fundo Partidário e sem tempo de rádio e televisão, afirmou, por meio de nota, que se "mantém-se viva e estruturada em todo o país, enfrentando o desafio da desigualdade, que fere a Constituição Federal". Segundo o Presidente Nacional, o Deputado Federal Constituinte José Maria Eymael, que foi candidato a presidente do Brasil por diversas vezes, declarou, ainda, que "a DC foi procurada por outras siglas partidárias com o intuito de fusão, ou incorporação, mas a decisão foi uma só: manter a sigla viva, atuante e independente". ”A Cláusula de Barreira sempre existiu. Quando refundamos a Democracia Cristã, em 1995, não tínhamos Fundo Partidário, nem tempo de televisão e rádio, que hoje é dado para quem faz uma simples lista de assinaturas, pedindo uma sigla”, disse Eymael. O comunicado do partido, afirmou, também, que não necessita de recursos financeiros, porque a sigla é administrada com "simplicidade, seriedade, ética e previsão contra investidas covardes, dos chamados grandes partidos, que tentam jogar a culpa dos seus escândalos e malfeitos, nos partidos que eles chamam de menores". “Sim somos pequenos! Pequenos, muito pequenos mesmo, em Fundo Partidário, em tempo de rádio e televisão e simplesmente não existimos em corrupção, falcatruas e manchetes que envergonham nosso país”, concluiu Eymael, dizendo que o Fundo Partidário e o tempo de rádio e televisão, que não serão distribuídos para os partidos penalizados pela Cláusula de Barreira, não serão aplicados na saúde, educação ou segurança".

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