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Autor do texto, Eduardo Prado enquadrou a parte de compartilhamento de dados dentro dos parâmetros exigidos pela Justiça, motivo que anteriormente tirou o aplicativo do ar
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Deputado Eduardo do Prado | Foto: Fábio Costa/Jornal Opção[/caption]
O aplicativo "Olho na Bomba" pode voltar a funcionar após regulamentação proposta em um projeto do deputado estadual Eduardo Prado (PV), que corrigiu os vícios que anteriormente derrubaram o funcionamento do aplicativo.
Segundo o parlamentar, dois vícios foram corrigidos no texto que apresentou: o de início e a regulação de compartilhamento de dados. O último se adequou às exigências da Justiça de Goiás. Nesse sentido, o projeto chega "mais robusto" para ser apreciado e votado pelos deputados.
Quando o aplicativo voltar ao pleno funcionamento, o parlamentar espera avaliar o lapso temporal dos preços nas bombas, no prazo em que ficou fora do ar. "Vamos alinhar o painel do aplicativo com normativas do Procon. Isso é importante para o consumidor e dá mais credibilidade ao exercício de fiscalização dos órgãos de defesa do consumidor", esclarece Prado.
Para presidente do PSDB, Jânio Darrot, os encontros regionais irão preparar o partido para as eleições de 2020. “Esse é nosso objetivo: trazer o PSDB para cada vez mais perto das pessoas"
Anúncio foi feito pelo governador Ronaldo Caiado durante cerimônia de entrega de casas em Porangatu
Proposta de Paulo Trabalho diz que em caso de morosidade da administração pública em apreciar pedidos, requerentes ficam isentos de multa e permanecem em gozo da licença
A troca de assistência entre os dois países deve ser assinado no sábado, 26, quando o presidente brasileiro desembarca no país árabe
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Bolsonaro discursa em Pequim, na China | Foto: Isac Nobrega/PR[/caption]
O presidente brasileiro Jair Bolsonaro (PSL) deve assinar um acordo de assistência mútua aduaneira entre o Brasil e os Emirados Árabes no sábado, 26, quando o chefe do Executivo desembarca no país. O acordo não terá efeitos imediatos após assinado, mas pode reduzir burocracias fiscais para que o fluxo de importação e exportação se acelere.
Os principais ministros ligados à área de infraestrutura não seguem viagem com Bolsonaro e ficou para o chefe da assessoria institucional a missão de apresentar os projetos de infraestrutura e privatização em curso no Brasil.
A ideia do governo é atrair investidores para a próxima rodada de privatizações, que deve render quase R$ 1,3 trilhão ao país brasileiro, segundo estimativas do Itamaraty.
No setor de defesa, o Brasil negocia venda de cargueiros da Embraer, energia renovável, inovação e no setor médico-hospitalar.
Além de acordo para retirar entraves fiscais, os dois países devem assinar outro documento na área de inteligência artificial e conservação da biodiversidade brasileira.
Ideia do presidente chileno é poder estruturar um novo gabinete para enfrentar as demandas da população
O autor do projeto quer dar celeridade na realização dos exames para que o paciente tenha mais tempo num eventual tratamento contra a doença
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Deputado Virmondes Cruvinel | Foto: Marcos Kennedy/Alego[/caption]
Projeto apresentado na semana passada pelo deputado estadual Virmondes Cruvinel (Cidadania) estipula o prazo máximo de 30 dias para que a rede pública estadual de Saúde realize os exames clínicos, laboratoriais e complementares necessários para a confirmação de hipótese diagnóstica de neoplasia maligna, presente no câncer de mama.
A contagem do prazo se dará após a emissão do laudo médico que especifique as manifestações clínicas que indicam a hipótese de câncer de mama.
Segundo o deputado, o projeto pretende preencher um suposto vazio legislativo e dar mais direitos aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e da rede estadual de saúde pública. "Vamos dialogar com os parlamentares e representantes da Secretaria Estadual de Saúde para que o prazo, se aprovado, seja cumprido à risca", ressalta.
Para Virmondes, o prazo é importante porque a doença é grave, portanto, quanto mais cedo o diagnóstico, mais chances o paciente terá num eventual tratamento contra o câncer.
Alvaro Guimarães aposta em cassação da liminar que impediu empresário Wesley Batista Jr de depor em CPI. "Se eles não querem vir, certamente não querem falar aquilo que queremos ouvir"
Paulo Tafner avaliou os números apresentados pelo Governo e concluiu situação em Goiás é de "estágio crítico"
Com estratégia inesperada, time rubro-negro atropelou o Grêmio do falastrão Renato Gaúcho
Secretaria de Saúde de Aparecida de Goiânia destaca que irá aplicar junto aos responsáveis pelo erro todas as sanções cabíveis
No documento, a associação lembra que Justiça Federal rejeitou novamente denúncia do MPF contra empregados do Banco. "Denúncia relacionada a um dos objetos centrais da CPI: as operações financeiras entre BNDES e JBS”
Segundo Humberto Aidar, manobra possibilita que empresas possam vender o crédito que seria usado apenas para saldar dívida do Estado
Juíza colocou um aviso com foto que mostra como deve ser a roupa a ser usada no tribunal
Para o apresentador, o país precisa rever doações e deixar com que o fundo eleitoral seja a única forma de sustentar os partidos e as eleições
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Luciano Huck não confirma sua candidatura à presidência em 2022[/caption]
Em evento nesta sexta-feira, 25, em São Paulo, Luciano Huck defendeu mudanças no financiamento de campanhas, disse apoiar o voto distrital e demonstrou simpatia pelo parlamentarismo. No entanto, como de praxe, despistou sobre seus planos de concorrer à Presidência da República em 2022.
Para Huck, o país precisa rever doações e deixar com que o fundo eleitoral seja a única forma de sustentar os partidos e as eleições. “Você limitar o financiamento político-partidário e eleitoral só a um fundo público, no montante que ele está hoje, gerido e administrado por quem está dentro dele, eu não acho que seja o sistema mais eficiente e democrático”, disse.
O parlamentarismo, analisou, também poderia ser um modelo viável no Brasil, para aperfeiçoar "a relação do Poder Executivo com o Legislativo e com sociedade como um todo".
Sem citar diretamente o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o apresentador afirmou que os eleitores em 2018 “depositaram muita esperança” em um salvador da pátria, “no que a gente está vivendo neste momento”, e falou que promessas exageradas foram feitas “no último ciclo eleitoral”.
As informações são da Folha de São Paulo.

