Tocantins

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“Mauro Carlesse merece segundo mandato para ampliar o desenvolvimento do Tocantins”

O empresário afirma que o governador Mauro Carlesse melhorou, em pouco tempo, o setor de saúde e age para requalificar a segurança pública e a educação

TCE suspende pagamento a empresa que presta serviços de limpeza à AL

O Ministério Público Esta­dual (MPE) já havia instaurado inquérito civil público para investigar supostas irregularidades em procedimento licitatório da Assembleia Legislativa

Luana e Folha Filho vivem dilemas eleitorais nas eleições deste ano

Os próprios políticos podem ser submetidos a situações contraditórias, de quem não possui qualquer compromisso político com os partidos

Folha Filho terá dificuldades para se eleger deputado

Se sua votação é inexpressiva na cidade em que é vereador, imagina para deputado estadual, quando precisará angariar votos em todo Estado do Tocantins, onde sequer é conhecido, a não ser pela recente prisão?

Siqueira Campos é absolvido pela Justiça Federal em processo da Saúde

A sentença julgou improcedente a acusação contra o ex-governador foi proferida pelo juiz federal Adelmar Aires Pimenta da Silva

Siqueira Campos será suplente do ex-deputado federal Eduardo Gomes

Essa nova composição pode não conseguir transferir os votos do político

Siqueira Campos desiste de disputar Senado e anuncia fim da carreira política

Ex-governador está internado e problemas de saúde influenciaram na decisão

Pesquisa mostra vitória de Mauro Carlesse no primeiro turno no Tocantins

Na pesquisa estimulada, atual governador aparece com 44% da preferência do eleitorado, o que representa 54% dos votos válidos

TCE entrega “lista negra” para TRE-TO com políticos que tiveram contas rejeitadas

Políticos e gestores que tiveram suas contas rejeitadas pelo TCE terão dificuldade para registrarem candidaturas

TSE e AGU firmam acordo para cobrar de políticos cassados despesa com eleição suplementar

Segundo o pacto, o TSE informará quando organizar um novo pleito, e a AGU moverá ações judiciais

Vereador Major Negreiros presta depoimento e é liberado em Palmas

Parlamentar estava detido desde a última quarta-feira (8) quando foi parado pela Polícia Federal ao retornar de uma viagem internacional 

“Marlon Reis aliou-se aos progressistas e Carlos Amastha aos reacionários”

Médico formado em Cuba e ex-secretário da Saúde de Palmas afirma que o ex-prefeito da capital uniu-se àqueles que travam políticas desenvolvimentistas para o Tocantins

Carlos Amastha, dependendo da polícia, pode renunciar pela segunda vez?

[caption id="attachment_130622" align="aligncenter" width="625"] Carlos Amastha: o meio político começa a chamá-lo de “Jânio Quadros do Tocantins”[/caption]

Depois de brincar de desistir de ser candidato a governador, após ter sido indicado pelos convencionais, Carlos Amastha (PSB) refluiu e confirmou que permanece no páreo. Pelo menos por enquanto. Não à toa tem sido chamado de “Jânio Quadros do Tocantins”.

Segundo fontes, houve um verdadeiro “quiproquó” na reunião que praticamente lhe obrigou a permanecer na disputa. Caso não revisse seu posicionamento, o registro da chapa junto ao TRE-TO restaria comprometido e isso abalaria diretamente a chapa e os candidatos ao Senado, deputados federais e estaduais. Há notícias que o mais exaltado era o senador Ataídes Oliveira, que, dizem, só não foi às vias de fato com Amastha porque a “turma do deixa-disso” interferiu. De “moleque” e “irresponsável” para cima, uma série de impropérios foram lançados pelo senador tucano, candidato à reeleição.

Interesses partidários contornados, surgiram as especulações sobre os reais motivos do ex-prefeito ter pensado em desistir, mesmo porque a história de que, sem o PC do B e o PTB, a coligação era inviável “não colou”.

Ora, se em abril o político renunciou à prefeitura da maior cidade do Estado, detentora de um orçamento anual bilionário, abre mão do foro privilegiado, com a finalidade de disputar as eleições de outubro, e, menos de 24h depois de ser aclamado, renuncia da indicação partidária, pode ser classificado como maluco? Não necessariamente. Mas sugere que não pensa no projeto político do grupo, e sim apenas nos interesses pessoais. É o que costuma ocorrer com outsiders, como Amastha.

O buraco é mais embaixo, é provável. É lógico que Amastha não estava de “birrinha” para que os dirigentes das siglas PC do B e PTB se solidarizassem e voltassem atrás. Quem coligou com PSDB, MDB e PR e vai gozar do tempo de TV dos três, além do fundo partidário, estaria mesmo preocupado com PC do B e PTB? Só um néscio — e não há inocência entre políticos — para acreditar nisso.

Suspeita-se de vários outros motivos. Mas não se pode afirmar nada antes que as possíveis provas sejam divulgadas. Entretanto, a “pulga atrás da orelha” do eleitor palmense é: será que a desistência de Amastha, após a convenção que o indicou no domingo, tem relação com os depoimentos colhidos pela Polícia Civil após prender o vereador Rogério Freitas (MDB), funcionários da Fundesportes e ex-servidores municipais, umbilicalmente ligados ao PSB?

A insana atitude trouxe, evidentemente, desgastes para o candidato pessebista, tanto entre os correligionários quanto entre os eleitores. Amastha passou recibo de que é temperamental demais e há desconfianças que esse comportamento poderia trazer sérios e irreparáveis prejuízos ao Estado do Tocantins, caso assumisse o Palácio Araguaia.

Prisão de presidente da Câmara de Palmas assusta o meio político

A segunda fase da Operação Jogo Limpo deflagrada pela Delegacia Especializada na Repressão a Crimes de Maior Potencial contra a Administração Pública (Dracma) continua repercutindo. Ao todo, a Polícia Civil cumpriu 26 mandados de prisão temporária e entre os alvos estavam o presidente da Câmara de Palmas, Folha Filho (PSD), e os ex-presidentes Rogério Freitas […]

Major Negreiros foi preso no Aeroporto do Galeão pela Polícia Federal

[caption id="attachment_81554" align="aligncenter" width="620"] Major Negreiros: defesa ampla é o que a sociedade | Foto: Reprodução / Facebook[/caption]

Considerado como um dos principais investigados, o vereador Major Negreiros (PSB) teve a prisão decretada na segunda fase da Operação Jogo Limpo, deflagrada pela Polícia Civil. Ele foi preso na quarta-feira, 8, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e recambiado para Palmas para ser ouvido. A prisão do parlamentar se deu pelo fato de o nome dele ter sido inserido no sistema nacional dos procurados.

 O delegado responsável pela operação, Guilherme Rocha, disse que a Polícia Federal “só cumpriu o seu dever”. “A Delegacia de Repressão a Crimes de Maior Potencial Contra a Administração Pública (Dracma) não negocia apresentações e não há preferências. Ordem judicial é para ser cumprida e já havia cinco dias que o Major Negreiros estava descumprindo a ordem. Quando um investigado se encontra foragido, seguimos o protocolo de comunicar às demais forças policiais sobre a existência de mandado de prisão em desfavor. A PF só cumpriu seu dever no Aeroporto do Galeão.”

A prisão do militar foi considerada vexatória. Quando era presidente da Câmara Municipal de Palmas, Major Negreiros assumiu várias vezes a prefeitura da capital e gozava, até então, de um certo respeito e prestígio junto à população. Sem dúvida, as prisões jogam um mar de lama sobre a Câmara Municipal, o que é lamentável. Contudo, essencial para o fortalecimento da moralidade no âmbito do poder público. Ao mesmo tempo, é preciso ressaltar que os suspeitos têm o direito de apresentar sua defesa — quanto mais ampla, melhor para eles e para a sociedade.