Imprensa

Encontramos 5658 resultados
O Popular não entendeu que a “morte” do jornalismo factual é um fato

O jornalismo não morreu, está sendo reinventado e, mesmo na internet, vão sobreviver os jornais que combinarem cobertura factual precisa e análise rigorosa do que está acontecendo

Augusto de Campos lança edição revista e ampliada de traduções da poesia de Emily Dickinson

O poeta concreto, além das traduções esmeradas, publica um ensaio de qualidade sobre a poeta americana

Cientistas provam que mancha no quadro O Grito, de Munch, não é cocô de pássaro, e sim cera de vela

Com o uso de Raio-X, cientistas acreditam que conseguiram acabar com o mistério a respeito de uma das pinturas mais icônicas da história

Evaristo Costa é cotado para substituir William Bonner no comando do Jornal Nacional

O jornalista continuaria como editor-chefe do telejornal carro-chefe da TV Globo. A transição se daria nos próximos dois ou três anos

Sai o impeachment do presidente da EBC, Ricardo Melo. Ele foi exonerado pelo governo federal

Se mantido no cargo, Ricardo Melo seria um “enclave” petista num governo que não é petista e do qual o jornalista discorda

Isabel Amorim substitui Sandra Carvalho na área de Mobile da Editora Abril

Jornalista experimentada, Sandra Carvalho editou a revista “Info” e a Exame.com

A melhor Bienal do Livro de São Paulo são as livrarias Cultura, da Vila e Martins Fontes

A Bienal do Livro é como um garimpo. Com sorte e paciência, afastando a cassiterita, é possível encontrar algumas pepitas de ouro

Manchetes de jornais e revistas sobre o impeachment de Dilma Rousseff no Brasil e no mundo

Jornais e revistas sugerem que impeachment de Dilma Rousseff representa mais do que a queda da presidente. O pano de fundo é o fim de uma era — a da esquerda no poder. O afastamento significa a debacle do PT e do Lulopetismo

A odisseia de andar de Uber em São Paulo e em Goiânia. Lá o serviço é mais eficiente

O preço do Uber compensa e o atendimento no geral é de qualidade. Mas um motorista do Uber deixou eu e minha mulher na mão na porta do Aeroporto Santa Genoveva

Separação de William Bonner e Fátima Bernardes prova que o amor é como a vida: um dia morre

O casamento monogâmico está em crise? Possivelmente, não. Mas a ideia de paixão e amor eternos perdeu energia, exceto nos discursos românticos

Cegueira lincha razão de Raduan Rip van Winkle Nassar, que ataca Moro, MPF e PF para defender Lula

Da “Lavoura ‘Escassa’” do notável escritor patropi parece que a commodity mais apreciada são copos de cólera panglossianos em defesa do petista Lula da Silva e contra José Serra e Gilmar Mendes

Volta às livrarias O Vento da Noite, livro de poemas de Emily Brontë, com tradução de Lúcio Cardoso

A obra conta com análise de Denise Bottmann e apresentação de Ésio Macedo Ribeiro

Biografia revela que filha de Stálin morreu pobre e solitária nos Estados Unidos

O ditador matou cerca de 30 milhões de soviético, sua mulher se matou e a filha fugiu para os EUA Untitled-2O czar vermelho Stálin era um grande estadista e, ao mesmo tempo, um assassino serial. Seu regime, por sua inspiração, matou de 20 a 30 milhões de pessoas. A muitos aliados que pretendia matar chegava a perguntar se pensavam em se suicidar. Uma de suas mulheres matou-se. Sua filha, Svetlana Alliluyeva (1926-2011), fugiu para os Estados Unidos durante a Guerra Fria, abandonando dois filhos. Depois, voltou à União Soviética, mas não se adaptou, retornando ao país de Barack Obama. Tios e tias de Svetlana Alliluyeva foram perseguidos por Stálin, sobretudo depois do suicídio de sua mãe. Seu namorado-amante foi enviado para a Sibéria. Os nazistas prenderam um filho de Stálin e anunciaram que poderiam trocá-lo por oficiais alemães. O ditador disse “não” e os alemães o mataram. Svetlana Alliluyeva morreu aos 85 anos, em 2011, numa casa da zona rural do Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos. Pobre e solitária. Mudara o nome para Lana Peters. Saiu em Portugal, mas não no Brasil, “A Filha de Estaline — A Vida Extraordinária e Tumultuosa de Svetlana Alliluyeva” (Temas e Debates, 616 páginas), uma biografia detalhada escrita por Rosemary Sullivan.

Editora de Portugal vai lançar, em seis volumes e mais livros, a Bíblia Grega

A edição contém 14 livros a mais do que a Bíblia protestante e sete a mais do que a Bíblia católica

Companhia das Letras lança “Os Fatos”, de Philip Roth

fatosO escritor americano Philip Roth, possível prêmio Nobel de Literatura de 2016, diz que não vai publicar mais livros — ao menos não de prosa. Agora, a Companhia das Letras lança seu livro “Os Fatos” (240 páginas), com tradução de Jorio Dauster. Não li, mas, desde já, entra para minha lista penelopiana. Sinopse fornecida pela editora: “‘Os Fatos’ é a incomum autobiografia de um romancista que remodelou a maneira como encaramos a ficção. Livro de irresistível candura e inventividade, é especialmente instrutivo em sua revelação sobre as conexões entre arte e vida. Philip Roth foca em cinco episódios de sua trajetória — a infância em Nova Jersey; a formação universitária; o envolvimento com a pessoa mais ríspida que conheceu; o embate com a comunidade judaica por conta de seu livro ‘Adeus, Columbus’; e a descoberta do lado adormecido de seu talento que o levou a escrever ‘O Complexo de Portnoy’. Ao final, um ataque do próprio autor às suas habilidades como biógrafo encerra de forma surpreendente o novo livro de um dos principais escritores contemporâneos”. Philip Roth, escritor que quase sempre coloca parte da história pessoal, imaginada, nos seus romances, abriu sua documentação para um biógrafo profissional. Não em “Os Fatos”, é claro. O biógrafo está ouvindo o escritor, relendo suas obras e entrevistando pessoas.