Imprensa
“Se agirmos com compaixão, acreditando na ciência e cooperando com nossos vizinhos, podemos criar um mundo melhor. Decisões sábias podem criar uma sociedade capaz de reagir melhor aos desafios que teremos de enfrentar juntos”
Passaralho da Band sinaliza que as empresas, para sobreviver, terão de encolher e precisam buscar inspiração no Facebook e no Google
Derrota de Donald Trump provoca alívio, dado o caráter retardatário de seu reacionarismo. Mas Joe Biden não vai mudar, em larga medida, o Império americano
“Moro e Bolsonaro não têm nada em comum. Hoje acho até que, quando juntos, sequer tinham assuntos para conversar além das pautas palacianas”
“Estou com câncer de mama, um nódulo pequeno, de 1 cm, mas agressivo, que precisa de um tratamento”, revela Cristina Ranzolin
Pedro Corrêa do Lago mostrou documento assinado pelo avô de Borges e levou para o escritor em Buenos Aires
Uma das dramáticas consequências do fenômeno Trump é fazer de cada um de nós ferrenhos partidários de tipos como Joe Biden, o líder do Partido Democrata
Censurada pela ditadura, a editora da revista Caijing recua pra avançar, e faz jornalismo de qualidade em circunstâncias difíceis
Obra desvenda as engrenagens de um sistema de corrupção que parecia inviolável, e lança luz sobre as relações entre Estado e empresas do “capitalismo à brasileira”
Lan era italiano, da Toscana, e desenhou Carlos Lacerda, inimigo de Samuel Wainer, como corvo
Redes sociais cobram que a TV Record também demita o comentarista. Mas a condenação nas redes sociais talvez já seja suficiente
Como se trata de um veículo de comunicação sério, cabe ao jornal mudar a capa, talvez retirando a fotografia
O xerifão ia "acabar" com a China? Não acabou. O presidente administrou mal o combate à pandemia do novo coronavírus e os conflitos raciais
Há outros fatores — como a história do comportamento dos eleitores — que devem ser considerados, e que os analistas esquecem com frequência
“Ventos frios sopram do futuro para as aspirações de proporcionar à sociedade a capacidade de superar as diferenças com respeito mútuo. Os usos de ‘nós’ são presunçosos, embora tenham a intenção apenas de convidar à concordância. Nunca senti menos confiança no pronome”

