Por Redação

Encontramos 13426 resultados
“Me preocupa ver o governo alardear que o País está em crise porque não aprovou a reforma, o que não é verdade”

Presidente do Instituto Goiano de Direito Previdenciário diz que as mudanças na Previdência avançaram em temas importantes na primeira votação na Câmara

Euclides da Cunha e “Os Sertões”: o genocídio do Exército de Caxias

A guerra de Canudos — mobilizou 12 mil soldados de 17 Estados, com mais de 25 camponeses mortos — acabou se constituindo num dos maiores genocídios do país

Filmes em português terão destaque no Festival de Locarno

Dos 17 filmes, um filme é brasileiro e três são portugueses. É um fato inteiramente novo

O economista-filósofo Eduardo Giannetti e a utopia do vira-lata

A descrença quase generalizada num futuro que nos orgulhe retroalimenta cotidianamente a crença em nossa inferioridade

Sister Rosetta Pub tem show de MPB com grupo Essência nesta quarta-feira

As influências do Essência passam por Clube da Esquina, Quinteto Violado, Lenine, Beatles, Yes e outros

Reforma da Previdência: Novo regime de insegurança social

Por Paulo Sérgio*

[caption id="attachment_196251" align="alignnone" width="620"] Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil[/caption]

Muito se tem dito sobre a nova Reforma da Previdência. Nos últimos 20 anos, nosso País já passou por duas reformas, em 1998 e 2003, apresentadas sob a justificativa de serem urgentes e necessárias para resolver o problema de sobrevivência do sistema.

Como se sabe, foi aprovado no plenário da Câmara dos Deputados o texto que introduz alterações na no sistema de Previdência Social, excluindo Estados e Municípios e retirando a previsão de eventual contribuição extra para seus servidores. As atuais regras do BPC e do Trabalho Rural, profundamente atingidos na proposta original do governo, foram preservados. Foi ainda abortada, no âmbito da União, a chamada desconstitucionalização, que atribui à lei complementar a definição de regras previdenciárias, como idade mínima e tempo de contribuição. Além disto, a pretensão do governo de instituir o famigerado regime de capitalização, onde o trabalhador, exclusivamente, faria a sua própria poupança, foi sepultada. Estes pontos, em especial, caso mantidos pelo legislativo, representariam um duro golpe na segurança dos trabalhadores brasileiros em geral, ao vulnerabilizar a rede de proteção social estabelecida na Constituição de 1988.

No âmbito dos Estados, todavia, mudanças nas regras para seus respectivos regimes próprios poderão ser feitas por meio lei complementar, exigindo quórum menor para a sua aprovação. Manter as regras de aposentadoria no âmbito constitucional significa a necessidade de um debate, em tese, mais profundo, amplo e qualificado, requerendo maior composição de forças, mitigando o risco de injustiças. A Constituição, neste caso, opera como um freio à ganância e a afronta aos princípios e objetivos nela positivados.

No caso goiano, somente nos últimos 6 anos, a alíquota de contribuição foi majorada duas vezes, ambas ilegalmente, pela falta de cálculo atuarial que as justificassem. Em razão disso, o servidor goiano contribui hoje com a 2ª maior alíquota de contribuição previdenciária do Brasil, no percentual de 14,25% sobre o seu rendimento bruto total, diferente dos trabalhadores da iniciativa privada, cuja alíquota, além de ser muito menor (varia de 8 a 11%), incide sobre remuneração-base máxima de R$5.839,45 (teto do RGPS).

Apesar das intervenções feitas pelo parlamento, a proposta da Nova Previdência continua sendo injusta com os trabalhadores da iniciativa privada, pois cerca de 90% da economia pretendida virá destes que ganham em média 2 salários mínimos. Ela também cria um profundo ambiente de insegurança para os servidores públicos estaduais e municipais, ao remeter à lei a definição de regras fundamentais de seus regimes de previdência.

O que está sendo praticado é um total desrespeito à Constituição de 1988.”

 *Presidente do Sindifisco-GO

Governo reduz recursos do MP e da Sead para suplementar fundo de previdência

Fundo receberá R$ 139.252.424,97 para encargos com inativos e pensionistas da área da Saúde e da Educação Básica

O restaurante chamado Liberdade

Uma vez que a liberdade é uma escolha e as opções desconhecidas, a casa mercantiliza na verdade a opção de se desistir da liberdade

“Estão passando para a população brasileira que a Previdência vai resolver todos os problemas que o País tem”

Senador diz que primeiro semestre no Congresso foi muito produtivo, com pautas destravadas na Comissão de Ciência e Tecnologia, mas que o Executivo tem um problema muito maior do que o sistema de aposentadorias: a dívida pública

Arqueologia da memória: perguntas podem ser mais seminais do que respostas

Cada um percebe ou sente o tempo (que é memória) em consonância com suas emoções. O poeta Charles Baudelaire o sentia com horror e amargura 

Yehuda Amichai: o mais celebrado poeta de Israel agora em português 

O bardo trata de assuntos do dia-a-dia e de assuntos filosóficos e do significado da vida e da morte. Suas poesias tratam de Deus e fazem referências à experiência religiosa   

Vinicius Sassine recebe menção honrosa no Prêmio Irmã Dorothy Stang

Entidade católica destacou a “competência profissional”, “sensibilidade cidadã” e “colaboração com a formação de valores humanos” no trabalho do repórter

Nilson Jaime escreve poema para Gilberto Mendonça Teles

“Fica, professor! / Um mundo de letras aguarda ser escrito. / Palavras soltas fazerem-se odes /e poesias no Cis-Paranaíba/ e nos Brasis”

Morre a mãe do jornalista Luiz Faleiro

O corpo de Benícia Faleiro de Siqueira está sendo velado na Jardim Europa, em Goiânia

Sister Rosetta recebe o Duo de Viola Caipira e Baixo Elétrico

Os músicos vão tocar músicas de Beatles, Almir Sater, Milton, Led Zeppelin e Dominguinhos