Por Ketllyn Fernandes

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Raimundo Moreira pode voltar

Informações de bastidores dão conta que o deputado Raimundo Moreira (PSDB), que está de licença para tratamento de saúde, estará de volta ao plenário dentro de poucos dias. O deputado foi convocado às pressas para reassumir o mandato, o que na prática significa botar o suplente Carlão da Saneatins (PSDB) no banco. O motivo seria o deslize do líder do governo no caso da CPI do Igeprev, em que questionou o Ministério da Previdência e obteve como resposta uma maior disposição da pasta em revelar os desmandos praticados na gestão dos fundos de aplicação do instituto e que envolve diretamente o ex-secretário de Relações Institucionais Eduardo Siqueira Campos.

Pugliesi lança Dulce para a Câmara Federal

O deputado José Augusto Pugliesi (PMDB) avalia que uma candidatura da ex-primeira-dama Dulce Miranda à Câmara Federal tem todas as condições de obter sucesso. Ele avalia que se caso o ex-governador Marcelo Miranda, por alguma razão, não puder ser candidato a governador, a ex-primeira- dama aparece automaticamente com condições de compor a chapa majoritária. Ele lembra que as convenções estão vindo aí, momento que o partido vai ter de escolher a melhor opção para disputar e vencer as eleições.

Em busca de uma marca própria

O governador Sandoval Cardoso (SD) realiza um governo de continuidade da obra do ex-governador Siqueira Campos (PSDB), que fez uma gestão desastrosa, ineficiente e irreconhecível e por isso mesmo teve que deixar o cargo mais cedo para tentar mudar o quadro de desgaste. Sandoval herdou uma gestão com vícios siqueiristas, mas tenta imprimir uma nova marca e busca como inspiração o outro extremo, a gestão do ex-governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB), adversário de Siqueira. Entre Gaguim e Siqueira, Sandoval segue tentando imprimir a sua marca, talvez melhor que o siqueirismo, mas ainda bem distante do ritmo acelerado de Gaguim.

Sem restrições à senadora

O deputado José Augusto Pu­gliesi (PMDB) declara que não há nenhuma restrição a se­na­dora Kátia Abreu por parte do grupo que ele integra no partido. Para ele a senadora tem to­do direito de disputar a reeleição. “Já elegemos ela junto com Marcelo Miranda em 2006 e podemos fazer de novo”, garante o deputado que integra o grupo do deputado Júnior Coimbra que tinha séria restrição à filiação da senadora ao PMDB.

O domínio da decadência

Tocantins vive o caos na saúde com o fechamento de UTI e falta de remédios e insumos básicos em vários hospitais. Enquanto isso, o governo comemora a adesão de novos partidos à sua base

“No Tocantins se cuida melhor de animais do que de gente”

Defensor público alerta que há pessoas morrendo nas filas dos hospitais públicos por falta de atendimento adequado e culpa o governo pelo caos na saúde, que, segundo ele, piorou nos últimos três anos

Goiânia recebe neste sábado gaitista americano Mitch Kashmar, lenda do blues internacional

Músico realiza breve tour pelo Brasil entre maio e junho e a capital goiana foi uma das agraciadas [caption id="attachment_3523" align="alignleft" width="620"]Com 57 anos, Mitch Kashmar foi tragado pela melodia melancólica da gaita ainda na adolescência, enquanto cursava o ensino médio | Foto: Divulgação Com 57 anos, Mitch Kashmar foi tragado pela melodia melancólica da gaita ainda na adolescência, enquanto cursava o ensino médio | Foto: Divulgação[/caption] O cenário do blues goianiense vai às alturas neste sábado (7/6), quando a Igor Prado Blues Band, em parceria com a banda goiana Abluesados e o Soul Pub, no Setor Marista, traz à capital o lendário gaitista americano Mitch Kashmar, que realiza desde 24 de maio um tour pelo Brasil, tendo passado por São Paulo e Espírito Santo antes de pisar em Goiás. Nome de destaque na cena blueseira internacional, Kashmar foi considerado “um dos maiores harmonicistas e cantores de Blues da atualidade” pela Revista Blues Revue, dos Estados Unidos. Diante do destaque arraigado ao músico que estará em breve em solo goiano, o Jornal Opção Online conseguiu uma exclusiva com o próprio, que segundo frisou, está preparando “bastante gaita” aos blueseiros da capital goiana. Para o produtor e também gaitista da banda Abluesados, Leandro Machado, trata-se de um nome “pesadíssimo do blues mundial”. “Já tocou com os maiores e, em termos de blues, é um dos principais que Goiânia já viu”, acentua o músico, que classificou de “responsabilidade muito grande” dividir palco com Mitch Kashmar. “Mas a Abluesados faz isso há muito tempo, além de fazer seu próprio show, já acompanhamos diversos artistas, e muitas vezes sem ensaio. Para quem assiste o nosso show, parece que já tocamos juntos [com os convidados] há anos, mas na verdade o que conduz a coisa toda é o sentimento”, afirma Leandro. “Este show também trará Ari Borger, o maior pianista de blues do Brasil”, complementou animado o gaitista em conversa com a reportagem. Segundo ele, o ingresso deve custar em torno de R$ 40. A apresentação está prevista para iniciar à meia-noite. Hoje com 57 anos, Mitch Kashmar foi tragado pela melodia melancólica da gaita ainda na adolescência, enquanto cursava o ensino médio. A partir de então montou bandas locais –– para tanto precisava usar o documento de identidade do irmão mais velho. Já maior de idade, início da década de 80, formou o grupo The Pontiax. Mudou-se com a banda para Los Angeles e lá gravaram o álbum “100 Miles to Go”. A partir de então ganharam as estradas em tours pelos Estados Unidos, Canadá e Europa. Agora, para saber mais sobre o blueseiro, confira trechos da entrevista, intermediada pela banda Abluesados e pelo guitarrista Igor Prado.

Serviço: Mitch Kashmar, Ari Borger e Banda Abluesados

local: Soul Pub, na Rua 146, 338, St. Marista. Fone: (62) 3281-9147 Dia: 7/5 Horário: a partir das 23h
E para matar de ansiedade os blueseiros goianos o Jornal Opção Online separou um pouco do que a noite de 7 de junho promete: https://www.youtube.com/watch?v=r0IMg8-H1Qk https://www.youtube.com/watch?v=r0IMg8-H1Qk https://www.youtube.com/watch?v=-O9t9450eno https://www.youtube.com/watch?v=4SFeoZq79YM

“Alguma coisa está errada nessa atuação”, diz Jayme Rincon sobre Caiado na majoritária marconista

Tucano comentou sobre as articulações em âmbito nacional que trouxeram o nome do democrata a retornar às possibilidades da chapa governista. Segundo ele, o governador é o detentor da palavra final

Bastidores do recuo de Júnior Friboi: empresário fica no PMDB e já traça planos entre 2015 e 2018

Neopeemedebista abriu o jogo a amigos e aliados próximos sobre a retirada de sua pré-candidatura. Jornal Opção consultou diversas pessoas ligadas a ele para reconstruir o cenário de sua jogada de toalha e as projeções futuras desse fato político que marcou o PMDB goiano

“Dependendo da coligação em Goiás, vai ser muito difícil o PMDB apoiar Eduardo Campos”

[caption id="attachment_6119" align="alignleft" width="620"]Vanderlan Cardoso: "Eu particularmente acredito que vá se confirmar a parceria do Gedda conosco" | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Vanderlan Cardoso: "Eu particularmente acredito que vá se confirmar a parceria do Francisco Gedda [presidente do PTN] conosco" | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Sondado para compor na chapa a ser encabeçada por Iris Rezende (PMDB) na disputa pelo governo de Goiás, o empresário e ex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso (PSB) segue reiterando que sua pré-candidatura não tem volta. O pessebista quer disputar como candidato a governador e não a vice, e reforça que são especulações quaisquer informações contrárias a isso. Em entrevista ao Jornal Opção Online nesta quinta-feira (5/6), o político, que está com o espaço de vice em sua chapa vago, pontua que a convenção do PSB goiano já está marcada e que até o dia 30 haverá novidades quanto à majoritária. Com o recuo de Júnior Friboi, Vanderlan abriu conversações com o PTN do deputado Francisco Gedda e chama de avançadas negociações com legendas como o PROS. O governadoriável comentou sobre o retorno de Iris Rezende ao páreo, a polêmica em torno de sua saída do PMDB, um possível palanque ao candidato à presidência por seu partido, o pernambucano Eduardo Campos, e como fica sua situação a partir do novo cenário que se formata com a provável definição peemedebista. Confira a entrevista na íntegra: O que responder quanto às especulações que crescem desde a conversa entre Iris Rezende e Eduardo Campos de que você poderia assumir a vice da chapa do PMDB? Como você mesmo falou, especulação [enfático]. Não houve conversa neste sentido, não conversei com ninguém nem autorizei ninguém a falar. A nossa pré-candidatura já está sendo trabalhada há algum tempo, eu nunca deixei margem de dúvidas. Coloco-me como pré-candidato só porque ainda não pode dizer que é candidato. Já marquei a nossa convenção até para por fim a essas especulações, será no dia 14. E não houve essa conversa nem com o Iris Rezende, nem com o Ronaldo Caiado, aliás, com o Ronaldo tem muito tempo que eu não falo pessoalmente com ele. Quanto às intenções de voto, com retorno de Iris Rezende ao cenário político, o senhor retorna para o terceiro lugar, como encara isso? Normal, não muda nada pra gente. Não muda nada... Até mesmo porque ele já saiu e agora voltou, o Júnior [Friboi] já saiu também. Se for ficar toda hora trabalhando de acordo com quem está entrando e saindo a gente poderia ficar doido, então eu trabalho independente de quem sejam os nossos adversários, nossa pré-candidatura está definida e o nosso projeto está definido. Não muda nada, independe que quem seja, de quem não seja. Ontem o prefeito Maguito Vilela, ao falar sobre o retorno de Iris Rezende ao cenário pré-eleitoral, abordou aquela polêmica sobre falta de espaço dentro do PMDB. Ele disse que quem saiu, como você e o Henrique Meirelles, não foi por falta de abertura ou apoio. O senhor concorda? Desde que sai do PMDB nunca disse que eu não tive espaço. Tive sim, percorri 153 municípios pelo PMDB. Dentro do PMDB, pela quantidade de lideranças, seria mais difícil eu viabilizar meu projeto de ser candidato ao governo. Realmente, ninguém me podou, ninguém foi culpado. Nem o Iris, nem o próprio Maguito, que foi, inclusive, fazer o convite a mim para filiação no PMDB, lá na minha empresa, junto com meus funcionários. O prefeito está coberto de razão quanto a isso. E sobre a reunião na tarde de quarta-feira com o presidente do PTN, deputado Francisco Gedda, em nome do grupo que está formando um bloco de partidos ainda em busca de quem apoiar? O deputado Gedda sempre deixou claro que se o Júnior do Friboi não fosse candidato ele estaria caminhando conosco como caminhou em 2010. Eu particularmente acredito que vá se confirmar a parceria do Gedda conosco. Com relação aos demais partidos a gente está conversando é individualmente, conversei com o presidente do PPL [José Netho], e ainda vamos conversar com o restante do pessoal, se houver o interesse deles também de estar conversando conosco. Nunca fechei porta a ninguém nesse sentido. O mesmo bloco, pela manhã, também esteve reunido com o presidente do PT estadual, Ceser Donisete, então fica a questão de se esse grupo vai se dividir para apoiar nomes diferentes. O senhor chegou a conversar a respeito dessa possibilidade? Não, sobre essa questão não falei com o Gedda. Mas acredito que têm vários partidos, alguns têm mais tempo de TV, não vão decidir em bloco, talvez, devido a isso. Porque se fosse tempo de TV o número de pré-candidatos igual um do outro, até puderia ser assim. São situações diferenciadas nesse grupo. Tem partido que tem muitos pré-candidatos [a deputado federal ou estadual] e outros não. Há cerca de um mês e meio você evitava falar em vice porque era cedo, e agora, com a convenção já marcada e o cenário mais definido entre os outros pré-candidatos? Ainda estamos indefinidos nesse sentido. Estamos tendo essas conversas com outros partidos, mas até o dia 30 a vice estará definida. O senador nós já temos, que é a indicação da Rede, o procurador federal Aguimar Jesuíno. A questão da vice está dependendo muito dessas negociações com os partidos. Tem o PTN do Gedda, o Solidariedade, que nós também estamos conversando, então pode ser que surja novidade até o dia 30. Queria que senhor comentasse a motivação paras as visitas de Jorcelino Braga ao escritório de Iris há algumas semanas, já que é um político tão próximo do senhor e o PRP já fechou apoio à sua pré-candidatura. São amigos, e desde que Iris retirou a pré-candidatura dele, ele recebe visita de todos, e o Jorcelino é o presidente de um partido, certamente falaram falam também de política. São visitas como a que o Eduardo [Campos] fez no sábado passado e eu estava presente, inclusive. Nessa conversa entre Iris, o senhor e Eduardo Campos também foi falada da possibilidade de o PMDB em Goiás vir a ter palanque para o PSB na campanha à presidência, já que estão com impasse em âmbito nacional. Como o senhor analisa essa possibilidade tendo uma candidatura própria do PSB em Goiás também? Olha, o PMDB tendo candidato próprio, dependendo da coligação que for feita em Goiás, vai ser muito difícil do PMDB apoiar Eduardo Campos, por exemplo, se estiver junto com o PT, fica impossível, porque o PT tem a reeleição da presidente Dilma Rousseff. O eleitor não vai entender isso, fica muito difícil. Mas essa união com o PT local, apesar de ser tratada como prioridade pelo PMDB, é vista como muito complicada, porque o Antônio Gomide também está relutante quanto à sua pré-candidatura. É, o que a gente está vendo é que o Gomide realmente está insistindo em sua pré-candidatura, percorrendo todo o Estado de Goiás. E a sua pré-campanha? Qual a agenda e programação para este último mês antes do início do período eleitoral de fato? Estamos viajando muito, fazendo as apresentações do plano de meta. Nesse final de semana, já começamos a trabalhar também a campanha, com a questão eleitoral, os programas eleitorais, estamos discutindo o plano de orçamento, tiramos o fim de semana para isso, e também estamos concentrando todo o nosso pessoal para a convenção dia 14, que vai ter a presença do Eduardo Campos.

A exemplo de “Beijinho no ombro”, “Lepo lepo” também vai parar em prova de filosofia

O músico Márcio Victor, da banda Pisirico, também foi intitulado “pensador contemporâneo” do Brasil. Como ocorrido com a fanqueira Valesca Popozuda, o interprete do hit “Lepo Lepo” figurou questão de filosofia de uma escolha da rede pública, desta vez no Espírito Santo, na cidade de Pedro Canário. O professor de Filosofia Maurício de Menezes Matos apresentou aos seus alunos da Escola Estadual Manoel Duarte da Cunha em prova aplicada na última quarta-feira (4/6) “quais situações que cercam a sociedade” eram retratadas em “Lepo Lepo”, em que o personagem diz não ter nenhum bem material (casa, carro) a não ser a si mesmo. As respostas eram A) desemprego; B) dívida; C) desabrigado; D) lepo lepo; e E) reforma agrária. Para o docente, a Filosofia está presente em qualquer letra de música, tendo creditado a polêmica em sua prova ao caso anterior ocorrido em Brasília em abril quanto ao funk “Beijinho no Ombro.” lepo lepo ok   À época do caso envolvendo Valesca Popozuda foram muitas as críticas feitas ao professor Antônio Kubitschek, e até à cantora. O fato colocou em debate preconceitos e liberdade de os professores levarem para a sala de aula questões do cotidiano dos alunos, como forma de enfocar ao máximo o conteúdo à realidade. Durante dias o tema ganhou fôlego pelas redes sociais e motivou diversas matérias jornalistas a respeito

Prefeito de Anápolis analisa que Iris Rezende não terá Vanderlan e Gomide na chapa

João Gomes pontua também que PMDB erra ao pressionar seu partido. Petista também comentou a boa relação que mantém com o governador Marconi Perillo

PF deflagra operação em Goiás e outros seis Estados contra extração ilegal no Cerrado

48 mandados de busca e apreensão e três de condução coercitiva foram expedidos pela Justiça

Retorno de Iris Rezende movimenta PMDB e demais partidos oposicionistas

Sede peemedebista em Goiás recebeu vários veículos de imprensa e alguns líderes da legenda com expectativa de oficialização do ex-prefeito, o que deve ocorrer somente na quinta-feira

Juiz nega pedido de prisão preventiva de Maurício Sampaio

Magistrado reconheceu indícios dos cometimentos dos crimes denunciados pelo MPGO, mas os considerou insuficientes para amparar a privação de liberdade do tabelião