Por Euler de França Belém
“Não quero escrever mais em nenhum gênero, apenas cuidar dos livros já publicados. Estou tentando com isso encerrar minha carreira de escritor”
O empresário Hamilton José e a pediatra Mária de Fátima Nogueira escravizaram uma mulher por 27 anos. Ela tem 82 anos e foi libertada pelo Ministério Público do Trabalho
Os custos da Copa do Catar podem superar o faturamento da Globo e a CNN, reduzindo a estrutura, pode piorar sua programação
Executivo de primeira linha, o jornalista e advogado dirigiu os veículos do Grupo Jaime Câmara por três décadas, de maneira competente e responsável
Urias Júnior já ocupou as secretarias de Comunicação das prefeituras de Aparecida de Goiânia, Goiânia, Itumbiara, Senador Canedo e Trindade
Valentina Menezes e João Beltrão foram afastados e Leandro Cipoloni, Virgilio Abranches e Jercineide Castro assumiram três vice-presidências
"A atitude do presidente da ABC traduz-se em total falta de decoro e evoca, claramente, a discriminação de gênero, além da prática de abuso de autoridade”, diz Apeg
O treinador ouvia os jogadores e, sob orientação de Didi, escalou Pelé e Garrincha. Ele valorizou jogadores negros numa seleção de brancos
O investimento em entretenimento e mídia está crescendo e a TV aberta mantém relevância. Jogos eletrônicos estão conquistando mais verbas publicitárias
A rede criada pelo banqueiro Rubens Menin tentou e não conseguiu competir com a TV Globo. Sobretudo, não deu lucro suficiente
Ao ser escolhido para sósia de Stálin, Dadaev firmou um pacto de silêncio com a mortífera NKVD. Em 1996, surgiu a história dos dublês. O sósia preferiu o silêncio
No primeiro tempo, a seleção suíça nada jogou. A seleção brasileira jogou quase nada.
Mas e o Fred? A impressão que se tem é que não estava em campo. É o jogador invisível, um fantasma. Está em campo e, ao mesmo tempo, na reserva.
O que realmente se viu em campo? Duas seleções burocráticas, sem criatividade. O que faltou no primeiro tempo? Futebol e inspiração. Passes errados — até o cerebral Casemiro está repassando bola “quadrada” — e jogadores sem saber o que fazer com a bola: eis a regra da etapa inicial.
Quem realmente fez falta? Neymar, claro. Por causa de sua criatividade. A seleção ainda depende da estrela do Paris Saint-Germain. Tite errou ao escalar Fred, e não um jogador mais criativo, como Rodrygo.
Técnicos são, em geral, conservadores — daí a presença do fantasminha camarada em campo, ou quase em campo. Estou falando de Fred.
Rodrygo pode, no segundo tempo, fazer uma dobradinha com Vini Jr., que, sem Neymar em campo, passou a ser mais marcado e não está conseguindo criar.
A seleção brasileira está mais ou tão faltosa quanto a Suíça. Sinal de que alguma coisa está errada, talvez a turma do meio-campo esteja falhando e, com isto, sobrecarregando a defesa.
Como diz a turma do esporte, só falta a Suíça começar a gostar do jogo no segundo tempo. E há uma velha máxima, que quase vitimou a Espanha contra a Alemanha: quem não faz leva. Vamos torcer para que a máxima não seja válida para o jogo de hoje.
Oxalá Rodrygo inspire Vini Jr. ou que este inspire aquele a salvar o Brasil.
O correto é investigar as relações da gestão do presidente com tais sites durante quatro anos. O investimento em sites vinculados ao jogo do bicho é estranhíssimo
Neymar em campo leva a seleção adversária a adotar uma marcação cerrada, o que permite que outros jogadores se libertem. Rodrygo seria um substituto à altura do craque
A reportagem do “Washington Post” mostrar que Jair Bolsonaro enviou Eduardo Bolsonaro para receber orientações sobre o que fazer contra Lula da Silva


