Por Euler de França Belém
Com Dunga Empateiro no comando, a seleção dificilmente vai conjugar o verbo jogar, optando por conjugar o verbo dungar, que significa não jogar bem
Ao ser informado de que o PHS poderá apoiar o candidato do PMDB a prefeito do município, o presidente da Aciag-Jovem optou por deixar o partido
Obra beneficiará o transporte de cargas no país por um dos principais corredores de exportação do Brasil, que atende São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná
O PPS vai apoiar o deputado Lissauer Vieira, do PSB, para prefeito de Rio Verde
O dono da Editora Kelps é autor de apenas um livro e perdeu o apoio de alguns acadêmicos. A historiadora é apoiada por Coelho Vaz, Lêda Selma e Getúlio Targino
Os cubanos até rezam pela aproximação de seu país com a nação presidida por Barack Obama. Mas o ditador sai do sarcófago para blasfemar contra a democracia
Para repórter do jornal de Goiânia o cantor de uma música passa a ser seu autor? É o que parece
O objetivo da atual gestão é garantir igualdade para todos. Mas Adib Elias patrocinou a suspensão do concurso
O parlamentar equivoca-se: o ministro do STF é legalista, mas não é populista. Vai julgar com base na lei. Dilma Rousseff e Lula sairão decepcionados se esperam conivência
Os políticos criaram a crise e agora têm a obrigação de resolvê-la. Mas, para superá-la, é preciso despolarizar. Lula da Silva está polarizando e impede qualquer entendimento
Ao final, Lula vai se arrepender de ter caído nas mãos de Teori Zavascki, que é um magistrado correto, duro e infenso a controle político
Por que as revistas “Veja”, “Época” e “IstoÉ” dão um banho nos jornais “Folha de S. Paulo”, “Estadão” e “O Globo”, que estão mais repercutindo do que publicando fatos novos sobre a Operação Lava Jato? Porque investem em repórteres investigativos de qualidade. Porque publicam reportagens mais bem elaboradas. Porque, com a internet, os jornais estão se perdendo no mundo do factual.
Na luta para conquistar as mentes dos leitores, cada vez mais dispersivos — dado o volume de informações na internet —, os jornais estão priorizando a cobertura factual e, ao mesmo tempo, publicando matérias de comportamento (que dão acesso, é fato), mas esquecendo as “notícias quentes”.
Pode-se acrescentar um quarto fator: porque têm mais coragem. Parte da imprensa nacional, por causa do volume de processos que são movidos por políticos e empresários, está cada vez mais cautelosa e amedrontada.
Cobertura das revistas dos grupos Abril e Globo amacia quando o assunto são denúncias contra o senador Aécio Neves, de Minas Gerais
O jornalista e escritor Fernando Molica, prosador de alta voltagem, lança o romance “Uma Selfie Com Lênin” (Record, 112 páginas). Release da editora afirma que “ele cria personagem que reflete sobre os dilemas éticos, políticos e amorosos no Brasil contemporâneo”.
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Victor Priori, Tales Machado e Reni Franco: um deles pode ser candidato a prefeito de Jataí pelo PMDB? É o mais provável[/caption]
A política de Jataí, próspera cidade do Sudoeste de Goiás, apresenta um quadro inusitado. O prefeito Humberto Machado faz uma gestão competente e, por isso, é avaliado positivamente pelo eleitorado. Mas, a seis meses das eleições, não conseguiu definir o nome do candidato do PMDB. Leandro Vilela era o candidato natural e tido como imbatível até por alguns opositores. Mas o ex-deputado parece ter trocado a vida de político pela de executivo nas empresas de Júnior Friboi. Sua “desistência” — há quem acredite que possa voltar atrás da “renúncia” — zerou o quadro tanto no PMDB quanto na oposição. Era o único hors concours.
Humberto Machado, mais eficiente como gestor do que como articulador político, ficou meio perdidão — sentindo-se, apesar do poder, na chapada. Mas não está parado e, em reuniões e conversas reservadas, tenta formatar um nome para a disputa. Aliados afirmam que vai bancar o secretário de Obras e Planejamento Urbano, o engenheiro Tales Augusto Machado (não é parente do prefeito). O jovem é visto como competente, mas sem experiência política. É carne, unha e cutícula com o prefeito.
Há quem avalie que o PMDB deveria lançar o vice-prefeito, o engenheiro agrônomo Reni Franco Garcia. “É um grande nome, um político equilibrado, sem arestas. Pode-se falar que, como agrônomo, consolidou a soja na região Sudoeste”, revela o ex-deputado estadual e ex-secretário da Fazenda Romilton Moraes. A ressalva é que Reni Franco costuma dizer que não tem interesse em disputar a prefeitura.
Apontado como possível candidato, Romilton Moraes disse ao Jornal Opção que não tem interesse em disputar. “Meu tempo de disputar eleições passou, não me preparei para a disputa e é hora de renovar.” Há quem diga que o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, ainda influente na política do município, tem simpatia pelo nome de Romilton Moraes. Mas há um “drummond” no meio do caminho: Humberto Machado não banca o ex-deputado. Do ponto de vista técnico, seria um nome irrepreensível, admitem políticos do município. “Mas no PMDB de Jataí é assim: só é candidato aquele político que cair nas graças de Humberto Machado”, afirma um ex-vereador.
Outro nome que agrada peemedebistas e, sobretudo, os produtores rurais da região é Toninho Cazarini. Mas amigos do presidente da Associação dos Produtores de Grãos do município garantem que não tem intenção de disputar.
Na semana passada, circulou em Jataí a informação — quiçá especulação — de que Maguito Vilela estaria incentivando a candidatura de Victor Priori a prefeito pelo PMDB. Se a articulação é verdadeira — Maguito Vilela e Victor Priori de fato são amigos e sempre mantiveram uma interlocução positiva —, não combinaram com o “russo” (sim, no singular), quer dizer, com Humberto Machado. Produtores rurais ligados ao prefeito não apoiariam Victor Priori nem que a vaca tossisse em aramaico ou iídiche.


