Por Euler de França Belém

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Marconi Perillo almoça com Ana Carla e Pérsio Arida. Em São Paulo

A economista deixa a Secretaria da Fazenda. Na pauta, o que mais se comentou foi a crise política e econômica

Vecci será o novo presidente do PSDB de Goiás

O deputado federal e economista substitui Afrêni Gonçalves

59 melhores piadas sobre Fidel Castro e Cuba

Os cubanos não podem rir da dinastia Castro em público. Dá cadeia. Privadamente, esbaldam-se e contam dezenas de piadas sobre o ditador e sobre a vida difícil em Cuba

“MBL não é financiado pelo PSDB e pelo DEM”, afirma Ulysses Remy

Integrante do MBL afirma que deputados querem “controlar” o Ministério Público e o Judiciário, para evitar a investigação e a condenação dos corruptos

Morre Ferreira Gullar, o notável poeta que não ganhou o Nobel de Literatura

Autor do celebrado “Poema Sujo”, o bardo maranhense escreveu poesia engajada, poesia lírica e se livrou da camisa-de-força da esquerda, tornando-se um de seus críticos mais perceptivos

Senhores do PMDB do interior, os Vilelas vão bancar candidato a governador contra Ronaldo Caiado

Maguito Vilela (ou Daniel Vilela) será o candidato do partido a governador e não há possibilidade de compor com o senador do DEM, exceto se este decidir apoiá-lo

Relações de José Eliton com prefeitos vão cacifá-lo para o governo em 2018

O governo de Goiás terá pelo menos 2 bilhões de reais para investir em 2018. José Eliton será a principal ponte com os prefeitos — de todos os partidos

Foco do governo de Marconi Perillo será municipalista, criando-se um pacto federativo regional

Tucano-chefe, depois de dois anos de ajuste fiscal rigoroso, vai aumentar as relações administrativas com os prefeitos com o fito de investir em obras cruciais

Empresariado aprova Meirelles mas já avalia possibilidade de Armínio assumir Ministério da Fazenda

Michel Temer é cauteloso e sabe que seu ministro é competente, mas os empresários não conseguem resistir mais: estão quebrados ou quebrando

MBL e Vem Pra Rua Goiás convocam goianienses a participar de protesto contra a corrupção

[caption id="attachment_81646" align="alignright" width="620"]Divulgação Divulgação[/caption] “Você é brasileiro? Brasileiro mesmo?” Com este apelo, o movimento Vem Pra Rua convoca os moradores de Goiânia a participarem de um ato nacional promovido por ele e pelo Movimento Brasil Livre (MBL) às 15 horas de domingo, 4, contra “os corruptos do Congresso Nacional”. A concentração está marcada para a porta da Superintendência da Polícia Federal, em frente ao Parque Areião, em frente ao campo de futebol do Goiás Esporte Clube. “PMDB, PSDB, PT, DEM, PQP, não importa o partido, todos querem aprovar uma anistia para os crimes que cometeram”, diz o Vem Pra Rua no convite para a manifestação. Vem Pra Rua e MBL dizem que “serão os bandidos se absolvendo” ao gerarem um clima de revanchismo contra o Judiciário e o Ministério Público Federal, principais algozes de políticos investigados e julgados por crimes apurados pela Operação Lava Jato. Após reação de promotores, procuradores e juízes contra a aprovação da alteração da proposta de se criar dez medidas contra a corrupção (Projeto de Lei número 4.850) com a inclusão do abuso de autoridade a magistrados e membros do Ministério Público, os movimentos Vem Pra Rua e MBL convocaram a manifestação em Goiânia, que acontecerá no mesmo dia em que cerca de 120 municípios brasileiros se posicionarão contra a tentativa do Congresso de, segundo os movimentos, decretar o fim da Lava Jato. “Não importa se você é de direita, de esquerda ou de centro. Não haverá mais Brasil se aprovarem esta porcaria. Então pare tudo o que você está fazendo e repasse esta mensagem para todos os seus amigos. Urgente! Não adianta ficar em casa reclamando. Precisamos lotar as ruas!”, afirma a convocação. A alteração feita pela Câmara dos Deputados, com a tentativa frustrada de votação em caráter de urgência na última semana por parte de alguns senadores, revoltou parte da população, que diz ter se sentido traída pelos políticos que ocupam mandatos eletivos. Os movimentos cobram a aprovação da proposta inicial das dez medidas contra a corrupção sem emendas, a saída do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado e o fim dos privilégios garantidos a políticos. A manifestação também servirá de ato em apoio à Operação Lava Jato e ao juiz Sergio Moro. Na semana passada, começou a pintar uma saia-justa entre militantes do VPR e do MBL. Alguns integrantes do primeiro sugerem que o MBL é financiado pelo PSDB, sobretudo, e pelo DEM. A professora de Direito Cláudia Helena, por exemplo, desconfia da isenção do MBL. Mas líderes do MBL, como Ulysses Remy, garantem que isto é papo furado. É provável que a origem da disputa é a luta pela hegemonia nas manifestações. Um fenômeno curioso é que somente a esquerda conseguia pôr multidões nas ruas. PSDB e DEM, partidos de cúpulas, nunca tiveram contatos com movimentos sociais — quase todos controlados pelo PT — e, por isso, não conseguem mobilizar a sociedade. O MBL e o VPR, com táticas modernas de comunicação na internet e aparente independência política, conseguem pôr as pessoas nas ruas.

Equipe de Iris Rezende diz que Paulo Garcia vai deixar dívida de 1 bilhão e não vai pagar servidores

Iristas sugerem que não haverá caça às bruxas, mas todas as informações sobre possíveis rombos serão repassadas ao Ministério Público

Jovair Arantes pode bancar Luiz Bittencourt para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico

O governo precisa de um choque de gestão e o ex-deputado é dotado de grande energia criadora

Duas funções do Uber: reduzir o desemprego e criar uma alternativa de renda para quem ganha pouco

A maioria diz que perdeu o emprego por causa da crise econômica e afirma que tem medo de ser assaltada

Sandro Mabel, atendendo a família, não tem interesse por cargo oficial no governo Temer

[caption id="attachment_66890" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]

O empresário Sandro Mabel colabora com o governo do presidente Michel Temer, auxilia-o a resolver determinadas crises, encaminha pessoas e projetos, mas, seguindo um acordo com a família, não se preocupa com cargos oficiais. A rigor, não precisa de nenhum cargo, pois é riquíssimo. Mas aprecia a tranquilidade de Temer e acredita, como empresário, que tem condições de recuperar o país, ou ao menos de lançar as bases para a recuperação.

Ana Carla organiza almoço de despedida da Sefaz e diz que passagem por Goiás foi gratificante

[caption id="attachment_54334" align="alignright" width="620"]Arquivo/Jornal Opção Arquivo/Jornal Opção[/caption]

De volta ao mercado financeiro, brevemente, a secretária da Fazenda do governo de Goiás, Ana Carla Abrão Costa — uma doutora em economia das mais competentes, corajosas e pragmáticas —, recebe amigos em São Paulo, no fim de semana, para almoço de despedida.

Aos amigos e colegas do governo, Ana Carla tem confidenciado que a experiência de ter trabalhado no setor público é impagável, porque é mais complicado e trabalhoso do que na iniciativa privada. Mas avalia, ao final, como absolutamente gratificante.