Por Euler de França Belém

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TV Globo libera Galvão Bueno para fazer anúncios e vai liberar área de entretenimento

O comprometimento de suas principais estrelas como faturadores tem a ver com os novos tempos — quando até os gigantes ficarão menores, de maneira incontornável

Imprensa não excede na cobertura crítica do governo mas Bolsonaro excede como presidente

Presidente mostra escasso conhecimento dos propósitos de seu governo e frequentemente afirma uma coisa e é desmentido por sua equipe

Livro revela como o BNDES financiou a JBS, que se tornou Robin Hood de políticos

Governantes cortam em áreas essenciais aos cidadãos — como o financiamento da educação — para bancarem negócios de empresários politicamente articulados, como Joesley Batista

Lobão diz que Bolsonaro é “psicopata”, Olavo de Carvalho é “sociopata” e ataca filhos do presidente

O cantor e compositor sugere que os Bolsonaros vão acabar se comendo e sustenta que Osmar Terra nada entende de cultura

Dono de livraria arranca 25% de livro de Kafka e manda para o ministro da Educação

“Temos certeza de que isso não impedirá sua leitura”, afirma Daniel Louzada, da Livraria Leonardo da Vinci

José Nelto vai discutir cortes na Educação, Reforma da Previdência e Enel na Assembleia. Hoje

O parlamentar diz que explanará o que fez por Goiás e pelo Brasil em 100 dias de mandato

Harvard diz que química brasileira não fez pós-doutorado na instituição. Diploma é falso

Joana D’arc Felix ficou famosa porque teria feito pós-doutorado na universidade americana. Agora, ela mesma confirma que não fez curso

Morre de câncer o escritor argentino Leopoldo Brizuela, aos 55 anos

Além de uma prosa reconhecida internacionalmente, ele traduziu Flannery O’Connor, Eudora Welty e Bernardo de Carvalho

Maurício Lima é o novo editor da revista “Veja”. André Petry foi demitido

O diretor afastado foi convidado a escrever uma coluna. O novo diretor de redação escrevia a coluna Radar

Fabrício Motta deve substituir Maria Teresa Garrido no TCM

Há quem aposte que políticos podem tentar impor um deputado ou um ex-deputado. Mas a lei indica que a vaga de conselheiro é para procurador

Cláudio Meirelles planeja ocupar vaga de Nilo Resende no TCM

O parlamentar tem o apoio da maioria dos deputados para ocupar o cargo, mas precisa convencer o conselheiro a se aposentar

Bate-Estaca vence Namajunas, ao se mostrar unidimensional, e se torna campeã de MMA

Jéssica Andrade estava lutando MMA, variando estilos, e não estava dando certo. Optou por um caminho único e se tornou campeã

Baldy, cotado pro ministério de Bolsonaro, construiu perfil de gestor limpo e eficiente

Com queda para a diplomacia, o jovem de 38 anos articula politicamente com rara habilidade e sabe como destravar projetos O mais difícil, na gestão pública, é unir o indivíduo eficiente, agregador de equipes — para torná-las mais funcionais e ágeis — e, ao mesmo tempo, capaz de articular politicamente. Alexandre Baldy, talvez por ter começado como empresário (o que ainda é), num país onde é muito difícil atuar na iniciativa privada, aprendeu a mover e a remover montanhas. Uma de suas principais características é que, aquilo que começa, tem consciência de que precisa terminar — e com alta qualidade. Diplomático, aprendeu que é possível fazer as coisas acontecerem sem gritos, excessos e “n” reclamações. Para tanto, tornou-se um grande mobilizador de equipes, um agregador de forças competentes e energias positivas. [caption id="attachment_177263" align="aligncenter" width="620"] Alexandre Baldy com o governador de São Paulo, João Doria: um gestor que sabe tirar as coisas do papel| Foto: Divulgação[/caption] No setor público, em Goiás, participou, como secretário da Indústria e Comércio, da gestão do governo do Estado — atraindo empresas geradoras de empregos e que, instaladas, contribuíram para aumentar os rendimentos tanto do Estado quanto dos trabalhadores. Tornou-se deputado federal e, em segunda, ministro das Cidades. Saltou de político local para político nacional em pouco tempo. Trata-se de um caso raro. No governo de Michel Temer, quando alguns saíram chamuscados, Baldy deixou uma marca: a da eficiência, a do ministro que fazia as coisas aconteceram, a do gestor que consegue retirar as coisas do papel. Por alguns motivos.  Capacidade técnica, por saber se concentrar no essencial, por vontade de fazer e por saber dirigir equipes de trabalho. Pode-se dizer que o governo federal, em menos de dois anos, consagrou pelo menos um ministro: exatamente o jovem de Goiânia, de apenas 38 anos. Sua imagem de gestor e de político decente saiu intocada. Ele tem seu próprio perfil: o de gestor decente, eficiente e criativo. Ele consegue destravar o que muitos não conseguem — devido, em larga medida, à sua obstinação pelo trabalho e sua queda para a diplomacia. Tanto que, quando começou a montar sua equipe, o governador de São Paulo, João Doria Jr., logo decidiu convocá-lo para a área de transporte. Queria um político-gestor com experiência e que, workaholic, não reclamasse de um trabalho que, a rigor, é full time. De cara, dada sua presença produtiva — que faz e não reclama —, Baldy empolgou tanto João Doria quanto seus auxiliares. No momento, a imprensa nacional destaca que Baldy deve ser indicado para o Ministério das Cidades. Sua ficha limpa — limpíssima, sabem os militares que cuidam da verificação de currículos — agrada ao presidente da República, Jair Bolsonaro. A rigor, Baldy está bem, até muito bem, em São Paulo — sempre prestigiado por João Doria. Mas políticos e empresários avaliam que a ida de Baldy para o governo federal, além de contribuir para levar adiante projetos nos vários municípios do país — tornando o governo federal de fato municipalista —, pode ajudar a destravar, em termos políticos, a Reforma da Previdência. As ligações políticas e empresariais do ex-deputado são cada vez mais amplas, e em todo o país.

Sob a marca da renovação, Daniel Vilela deve assumir o comando do MDB nacional

O partido quer passar a imagem de que está mudando e atento aos novos tempos da política do país

A história dos portugueses que lutaram para libertar a França do domínio nazista

Ao menos 360 indivíduos lutaram na Resistência Francesa e contribuíram para expulsar as tropas de Hitler