Por Euler de França Belém

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Fernandão, o craque do ataque e um homem decente, morre aos 36 anos

O ex-jogador Fernandão, que morreu no sábado, 7, aos 36 anos, quando o helicóptero em que estava caiu, era um craque dentro e fora de campo. Quando jogador, era um atacante do primeiro time. Um goleador nato, de muita garra. Tinha paixão pelo que fazia. Forte, agressivo, voluntarioso, inteligente. Para ele não havia bola perdida e não fugia das divididas (por isso machucava-se com frequência). Fez fama no time do Goiás, onde era querido por sua personalidade forte e sociável. Depois, jogou no Internacional de Porto Alegre, onde se consagrou e se tornou ídolo. Fora de campo, Fernandão era um cidadão de bem, um homem decente. Nos últimos anos, aposentado dos campos de futebol, atuava como empresário. Era sócio numa empresa. Recentemente, ao encontrá-lo no Restaurante Tribo, no Setor Marista, sugeri que o jornalista Elder Dias escrevesse sua biografia, e ele ficou de pensar a respeito. Ele estava na companhia do sócio, um empresário da Planalto Máquinas Agrícolas. Gentil, atendeu com prontidão uma senhora que pediu que posasse para uma fotografia com o filho. Na verdade, ela fez duas fotos. Fernando permanecia um ídolo dos torcedores. Aliás, fica-se com a impressão que, dado seu talento e seu caráter, era um ídolo não apenas dos torcedores do Goiás, e sim dos principais times de Goiânia, talvez de Goiás.

Livro resgata história da maior seleção brasileira de futebol

"A seleção que conquistou em definitivo a Taça Jules Rimet entrou para a história como o melhor time já montado na história dos mundiais”

Justiça mantém o empresário Paulo Octávio preso em Brasília

A prisão implodiu a carreira política de um dos homens mais ricos da capital do país

DEM do Rio Grande do Norte fecha acordo com o PMDB. E em Goiás?

O DEM nacional quer Ronaldo Caiado na chapa de Marconi Perillo, mas não vai impedi-lo de compor com Iris Rezende

Sabrina Sato participa da inauguração da sede da TV Record em Goiânia

A sede própria da emissora é uma das mais modernas e amplas do Centro-Oeste. A Record Goiás tem uma das maiores audiências entre as emissoras da rede

CartaCapital terá de pagar 180 mil reais ao ministro Gilmar Mendes

Foram condenados pela Justiça do Distrito Federal o repórter Leandro Fortes, o diretor de redação Mino Carta e a revista

PTN de Francisco Gedda fecha apoio ao tucano Aécio Neves

O pré-candidato a presidente da República pelo PSDB, Aécio Neves, está trabalhando para conquistar o apoio dos partidos nanicos. Nesta semana, quatro partidos pequenos fecharam com o senador mineiro — PMN, PTdoB, PTC e PTN. Em Goiás, o PTN estava a prestes a fechar aliança com o PMDB, notadamente com Júnior Friboi. No entanto, com a renúncia do empresário, o PTN ainda não definiu um rumo. Há um grupo que prefere manter a composição com o PMDB. Mas há outro grupo que aposta numa aliança com o PSB de Vanderlan Cardoso. O presidente do PTN em Goiás, Francisco Gedda, é amigo do ex-governador de Goiás Alcides Rodrigues, do PSB. Alcides vai tentar levar o PTN de Gedda para a campanha do líder do PSB. Porém o apoio de Gedda vai depender certamente de uma conversa com Júnior Friboi, que é seu principal aliado hoje. A tendência é que Gedda apoie aquele candidato a governador que for apoiado por Friboi. A cúpula nacional do PTN não vai exigir apoio verticalizado no país. Assim, Gedda estará livre para alianças locais. Mas, dependendo das conversas entre Aécio e o governador Marconi Perillo, o partido poderá seguir o tucano-chefe em Goiás? Não se sabe. Gedda, embora seja aliado de Alcides e, sobretudo, de Friboi, não percebe Marconi como “inimigo” político. No máximo, o trata como adversário.

Tentei mas não consegui doar sangue para o Hospital das Clínicas da UFG

Allan Kardec Barreto É notória a escassez de sangue nos hospitais públicos, que sempre apelam às doações voluntárias para manter um volume mínimo em estoque. Contudo, sempre há alguém inteligente de plantão para dificultar a vida de quem se dispõe ao ato. Na terça-feira, 3, por volta das 13h30, fui ao banco de sangue do Hospital das Clínicas, da Universidade Federal de Goiás (UFG), para efetuar uma doação, mas retornei para casa sem consegui-la. A atendente, usando, nos lábios, um batom vermelho hemorragia, candidamente ordenou que eu retornasse às 7 horas da manhã do dia seguinte para receber uma senha, o que me habilitaria, pela ordem, doar minha porção de sangue. Primeiro, quem decidiu pelo procedimento não se preocupou em divulgá-lo. E, depois, esqueceu que a maioria das pessoas trabalha e nem sempre tem tempo para retornar ao local duas ou três vezes no dia para praticar o gesto humanitário. Allan Kardec Barreto é jornalista.

A repórter mais bonita da Copa do Mundo de Futebol é da Austrália

Quando Melaine McLaughlin chega ao centro de treinamento, em Vitória, até os goleiros param para vê-la

Luís Estevão e Arruda foram presos. O empresário Paulo Octávio está preso. Quem será o próximo?

Tido como intocável, o empresário Paulo Octávio está preso, em Brasília, suspeito de envolvimento em esquema de pagamento de propina para liberar alvarás

Grupo Roriz não acredita na candidatura de Arruda e tira Liliane Roriz do páreo

O governador Agnelo Queiroz trabalha para polarizar com Rodrigo Rollemberg, evitando uma terceira via consistente, para que possa prevalecer a força da máquina eleitoral

Lobo Antunes é um dos finalistas do Prêmio Portugal Telecom de Literatura

Os romancistas Gonçalo M. Tavares (“Matteo Perdeu o Emprego”) e António Lobo Antunes (“Comissão de Lágrimas”, romance, e “Canções Mexicanas”, na categoria contos e crônicas) e os poetas Ana Luísa Guimarães e Gastão Cruz estão entre os sessenta e quatro autores de Portugal indicados para a 12ª edição do Prêmio Portugal Telecom de Literatura. A telefônica, que premia anualmente escritores de língua portuguesa (que dizer, não apenas de Portugal e Brasil), divulga o resultado em novembro. O vencedor de cada categoria leva 16 mi euros. O vencedor do Grande Prêmio ganha 32 mil euros.

Friboizista diz que Iris estava sempre perguntando a Friboi sobre sonegação fiscal do grupo JBS

Um peemedebista conta que o empresário Júnior Friboi ouviu de Iris Rezende pelo menos duas vezes perguntas sobre se as empresas da família não tinham algum problema com o Fisco de Goiás. Isto bem antes de a reportagem sair em “O Popular”. O objetivo da matéria teria sido detonar a candidatura de Friboi. O veterano peemedebista sabia, percebe hoje Friboi e sua família, sobre a história da sonegação bilionária do grupo JBS. O dossiê teria chegado às mãos de Iris por meio de um marqueteiro ligado a Vanderlan Cardoso. “Ele visitava Iris quase toda semana”, afirma um friboizista.

Prefeitos que apoiam Friboi vão optar por Marconi e Gomide. Mas alguns vão ficar com Iris

Os prefeitos que apoiam Júnior Friboi (quase ex-PMDB) estavam indecisos na segunda-feira, 2. Porém, depois de uma conversa com o empresário, tomaram quatro decisões. Um grupo vai apoiar o candidato do PMDB a governador, mesmo que seja Iris Rezende, devido às divergências locais em seus municípios. Não teriam como apoiar o empresário Vanderlan Cardoso (PSB), o ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide (PT) e o governador Marconi Perillo (PSDB). Mas o empenho será menor do que se o candidato fosse Friboi. O segundo grupo vai apoiar Marconi. Aliás, vários prefeitos do PMDB vão subir no palanque do tucano não devido à crise provocada pelo afastamento de Friboi. Eles consideram que, como gestor, o tucano tem sido republicano e tem contribuído para o desenvolvimento de seus municípios. E, claro, apostam que o tucano-chefe será reeleito. O terceiro grupo deve seguir o candidato Vanderlan Cardoso. Prefeitos do PSB ou que foram filiados ao PSB podem apoiá-lo. Quantos? Um ou dois, possivelmente. Mas entre os aliados de Friboi há uma irritação crescente contra Vanderlan, porque avalia-se que um de seus aliados, Jorcelino Braga, passou para Iris Rezende as informações sobre a sonegação fiscal do grupo  JBS em Goiás. O quarto grupo deve ficar com o candidato do PT, Antônio Gomide. Pode não ser um grupo pequeno. O prefeito de Porangatu, Eronildo Valadares (PMDB) está indeciso entre apoiar Marconi e Gomide. Ele pode apoiar até Vanderlan. O prefeito de Guapó, Luiz Juvêncio, tende a apoiar Vanderlan Cardoso ou, até, Antônio Gomide. Vale ressaltar que não apenas prefeitos do PMDB seguem Friboi. Prefeitos de outros partidos, como PROS e PSB, apoiam o empresário, em larga medida, devido à ajuda financeira na campanha de 2012.    

Filha de Guimarães Rosa terá de pagar 30 mil reais ao escritor goiano Alaor Barbosa

alaor barbosa O escritor e crítico literário goiano Alaor Barbosa, apaixonado pela obra do escritor mineiro João Guimarães Rosa, autor do romance máximo da literatura brasileira, “Grande Sertão: Veredas” (só “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, é seu par e rival-mor), escreveu a excelente biografia “Sinfonia de Minas Gerais — A Vida e a Literatura de João Guimarães Rosa” (LGE Editora), mas, no lugar de aplaudi-lo, uma filha do autor, a escritora Vilma Guimarães Rosa, decidiu processá-lo, com o objetivo de censurar o livro. Não só, ela o atacou publicamente. Alaor Barbosa decidiu processá-la. Na semana passada, saiu a sentença. Um juiz de Goiás condenou Vilma Guimarães Rosa a indenizar o escritor e biógrafo. A escritora terá de pagar 30 mil reais a Alaor Barbosa. O biógrafo de Guimarães Rosa alega que foi caluniado, injuriado e difamado pela filha do autor de “Sagarana”. A sentença deve ser publicada nos jornais em que os crimes foram cometidos.