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Defesa de ex-diretor da Agetop recorre e critica condenação por corrupção

Em nota, advogado afirma que surpreende a notícia da condenação de José Marcos de Freitas Musse, "um homem de bem, trabalhador, probo e honesto"

Irmãos que enviaram bomba a advogado são condenados a 11 anos de prisão em Goiânia

Em 2016, Walmir Cunha ficou gravemente ferido no atentado e teve três dedos e parte da palma da mão esquerda mutilados

Justiça solicita que corpo de recém-nascida morta pela mãe seja enterrado após 7 anos

A professora Márcia Zaccarelli foi condenada no dia1º/8 por um júri popular a 18 anos e 8 meses de prisão, em regime fechado

Mulher que matou filha e escondeu corpo por cinco anos vai a júri popular em Goiânia

Márcia Zaccarelli será julgada pelos crimes de homicídio e omissão de cadáver com duas qualificadoras: motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima [caption id="attachment_87257" align="aligncenter" width="620"] | Foto: Aline Caê/ TJ-GO[/caption] A mulher que matou a própria filha e manteve o corpo escondido em um escaninho por cinco anos irá a júri popular nesta quarta-feira (1/8), conforme decisão do juiz Eduardo Mascarenhas, da 1ª Vara Criminal de Goiânia. Ela será julgada pelos crimes de homicídio e omissão de cadáver com duas qualificadoras: motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 3ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida da Comarca de Goiânia, vai presidir a sessão. Segundo a denúncia feita pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), Márcia Zaccarelli escondeu a gravidez de amigos e familiares. A criança seria fruto de relacionamento extraconjugal e, como o então marido dela, Glaudson Costa, já havia feito vasectomia, não havia como dizer que era dele. [relacionadas artigos="81146"] Em depoimento à polícia, Márcia afirmou que, logo depois de ter a criança, foi até uma praça no Setor Coimbra e a matou por asfixia. O corpo foi colocado em uma bolsa e levado por ela até seu apartamento no Setor Bueno, onde ela o guardou em sacos plásticos e caixas de papelão no escaninho da garagem. O crime ocorreu em março de 2011, mas o cadáver só foi descoberto em agosto de 2016, pelo agora ex-marido, Glaudson, que voltou ao prédio para buscar objetos após o divórcio e estranhou o odor de uma das caixas. Ele chamou a polícia, que a prendeu. Desde então, ela é mantida preventivamente na prisão. A defesa pediu para que fosse feito um exame de insanidade mental, mas a perícia não identificou nem transtornos psicológicos nem dependência química. (Com informações no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás).

Motorista acusado de matar ex-mulher grávida é ouvido em audiência

Aginaldo Viríssimo confessou o crime mas alegou que o disparo foi acidental

Pedro Paulo de Medeiros questiona projeto que concede licença-prêmio a juízes

Matéria será analisada em sessão extraordinária, nesta quarta-feira (25/7), na Assembleia Legislativa de Goiás

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Projeto do Tribunal de Justiça cria novas varas e faz ajustes com criação de novas varas

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