Resultados do marcador: Literatura

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Tradução de “O Carrilhão do Breguet”, conto do russo Yuri Kazakov

Nesta edição, o Jornal Opção publica conto do russo Yuri Kazakov (1927-1982), traduzido do francês exclusivamente para o Opção Cultural por Irapuan Costa Junior

Alison Entrekin consegue apoio financeiro e tradução de “Grande Sertão: Veredas” para o inglês deve ser publicada

A tradução de "Grande Sertão: Veredas" para o inglês pode, enfim, ir para o papel. O Itaú Cultural deve anunciar na quarta-feira, 9, apoio financeiro à tradução que será feita pela australiana Alison Entrekin. A informação é de O Estado de S. Paulo. [relacionadas artigos="70303"] Alison, que já começou a traduzir a basilar obra de Guimarães Rosa para o inglês, já estava há algum tempo procurando apoio para seu trabalho, que pode levar até cinco anos para ser finalizada. O patrocínio do Itaú Cultural é para três anos. Quem "Grande Sertão: Veredas" sabe que a linguagem utilizada por Guimarães Rosa não é convencional, o que torna a tradução para o inglês muito mais difícil. No artigo “When in Hell, Embrace the Devil: On Recreating ‘Grande Sertão: Veredas’ in English”, publicado na revista eletrônica estadunidense “Words Without Borders”, em julho, Alison conta que demorou três semanas para traduzir três páginas do livro. Por isso, o apoio financeiro é essencial para a realização do trabalho, que deverá receber atenção integral da tradutora. Até o momento, duas editoras manifestaram interesse em publicar a tradução. A primeira é a Alfred A. Knopf, de Nova York, editora que publicou a contestada “The Devil to Pay in the Backlands”, tradução do livro, de 1963. A segunda é a Harvill Secker, de Londres, do grupo Penguin Random House.

Entre a narrativa de viagem e o sobrenatural, autor faz retrato ao melhor estilo Henry James

Lançado pela editora P55, “O retrato ou Um pouco de Henry James não faz mal a ninguém” propõe interessante visão acerca dos dois corpos do rei Dom Carlos I de Portugal

Adriana Lisboa e sua jornada pela natureza humana

Uma das grandes vozes da literatura brasileira, a autora carioca embarca para o Japão em “Rakushisha”, uma de suas tantas premiadas obras

O amor de Goethe pelo Brasil

A cidade alemã de Weimar, na Turíngia, foi sede do Encontro Econômico Brasil-Alemanha. Nela, um dos maiores poetas de língua alemã, Johann Goethe, viveu boa parte da sua vida, e foi onde também faleceu. O artigo abaixo é, muito mais que boas-vindas ao Encontro, um retrato da paixão do alemão pelo Brasil e da proximidade entre os países, ainda que milhas e milhas distantes.

“A palavra é meu sacerdócio, ela protege e transforma o ser humano”

Poeta católico, Adalberto de Queiroz lança sua terceira obra, “Destino Palavra”, que conta da viagem, da vida e da morte da humanidade. Confira a entrevista

Pernambucano W. Figueirôa lança seu primeiro romance, “Pégalus”

[caption id="attachment_76890" align="alignleft" width="250"]pegalus Divulgação[/caption] Também autor de "Alquimia de Pensamentos", Figueirôa narra na obra a busca pelo impossível Pernambucano de Recife, W. Figueirôa vive os atuais dias em Goiânia. Na capital, o filho de Marcelo e Edna Figueirôa, que desde pequeno mostrava seu interesse pela escrita, fosse em redações escolares ou poesias, lança seu primeiro romance, o intitulado “Pégalus: o velho, um boneco e o caçador”. Lançada pela carioca Editora Multifoco, a obra percuta um sonho que se faz chave para a realidade, na busca pelo impossível. Rosana Santiago Barbosa apresenta a obra, onde personagens são pessoas distintas. “Os sentimentos do boneco é a essência da obra e está no suposto de que o homem deve aprender a conviver com a natureza por ser o meio pelo qual o indivíduo torna-se plenamente criador e sujeito de sua própria história”, diz. O livro é um convite a passear por suaves e acolhedores lugares como também por hostis e competitivos, estes que compõem a vida. Figueirôa também é autor de “Alquimia de Pensamentos”, obra que traz um poema com o qual recebeu uma menção honrosa no concurso do Rio Grande do Sul, “Caminhos do Sol”, realizado pela Shan Editores. Na gaveta, ele guarda ainda o intitulado “O Pintor e o Amante”, romance já finalizado e que aguarda a luz da publicação. Leia um trecho do romance “Pégalus: o velho, um boneco e o caçador”, de W. Figueirôa Parte um Antes de ser um simples boneco Apenas um boneco de madeira... Já fui o auge na literatura infantil. A mentira foi o assunto em destaque na minha história. Mas sou uma realidade, uma verdade que reflete uma vida morta na natureza viva. No tempo em que minha história era lançada, todos os meninos do mundo queriam ter um boneco igual a mim para brincar. E cada cópia criada para um boneco vivo, era uma vida para uma árvore morta. Esse era o lado triste da linda e feliz história a se contar.

Meu segredo será sua herança

Em novo romance, Micheliny Verunschk dá voz a uma garota que constrói um relato com ares de faroeste e de mistério

De Albert Camus a Vinicius de Moraes, a metaliteratura em “Nunca o nome do menino”

Na obra, Estevão Azevedo engendra o embate de uma personagem contra a própria existência literária

Turma da Mônica mostra para o mundo a força das HQs brasileiras

Publicadas em várias partes do mundo pela Mauricio de Sousa Produções, as graphics são um fenômeno editorial e ainda mostram a potencialidade de diversos artistas nacionais

Livro mostra como a literatura pode “mapear” a diversidade de gênero

“Terezinha e outros contos da literatura queer” reúne, em 17 narrativas curtas, a solidão, o estranhamento, a fantasia e o desamparo de vários protagonistas

“A loucura dos outros”: o remanso bruto do universo feminino

Ao passo de Rubem Fonseca, a escritora Nara Vidal apresenta em nova obra uma galeria de mulheres, cujas pulsões emocionais as colocam na condição de vítima ou algoz

Traduzir é criar algo novo. É partir à procura da terceira margem

“A terceira margem do rio”, conto de Guimarães Rosa, é a metáfora perfeita para o que é tradução atualmente: buscar criar outra língua, uma que esteja entre a original e aquela para qual se traduz

Claudio Magris e o resgate dos derrotados

Em “Às Cegas”, o incomparável ensaísta recorre à ficção e narra, assim, a utopia desastrada do coveiro de um mundo morto

Quadrinhos são apenas para crianças? Oficina gratuita de escrita criativa mostra que não

Romancista e quadrinista Ademir Luiz dará a penúltima oficina da série promovida pela União Brasileira dos Escritores – Seção Goiás [caption id="attachment_54176" align="alignnone" width="620"]Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] [relacionadas artigos="68513"] Marcos Nunes Carreiro A penúltima oficina de escrita criativa, da série promovida pela União Brasileira dos Escritores – Seção Goiás, acontece no próximo sábado, 2 de julho. O convidado é o historiador, romancista e quadrinista Ademir Luiz. Ademir, que é professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), é doutor em História e pós-doutor em Poéticas Visuais e Processos de Criação. Em 2009, foi indicado ao Prêmio Capes de Teses. Como escritor, venceu o Prêmio Cora Coralina em 2002, o Troféu Goyazes em 2013 e o Prêmio Hugo de Carvalho Ramos em 2014. Em 2015, recebeu a Medalha do Mérito Cultural, atribuída pelo governo do Estado de Goiás. No mesmo ano, lançou a Graphic Novel “Conclave”, em parceria com o ilustrador Rafael Campos Rocha. “Conclave” é fruto do pós-doutorado de Ademir. “Trata-se de uma versão retrabalhada”, explica. Na UBE-GO, Ademir falará sobre “Literatura contemporânea e Graphic Novel”. Ele conta: “Vou abrir discutindo as relações entre literatura e quadrinhos. A base será o próprio conceito de ‘romance gráfico’. Ou seja, um romance, uma narrativa fechada, mas que usa recursos visuais”. Quadrinhos são apenas para crianças? Ademir mostra que não. “Vou diferenciar as experiências do quadrinho industrial, autoral, norte-americano, europeu e brasileiro. Focarei em nossa tradição de charge para, a partir daí, discutir se quadrinhos podem ser chamados de literatura. Darei exemplos de HQs que podem ganhar o status de obras primas literárias, como ‘Watchmen’, ‘Cavaleiro das Trevas’, os brasileiros ‘Daytripper’ e os romances gráficos lançados por Maurício de Sousa.” Sem deixar de falar de sua experiência, Ademir afirma que irá discutir se um escritor, seja de contos, romances ou poemas, pode escrever quadrinhos usando as técnicas narrativas que já conhece, ou se é preciso adquirir outras habilidades. Segundo ele, há quadrinhos simples, estilo “homem palito”, mas que são bastante inteligentes e focados no texto. “Eles mostram que é possível ‘fazer por si mesmo’”, relata. As inscrições para a oficina de Ademir Luiz são gratuitas e as vagas limitadas. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site www.ubeoficinas.com.br. Serviço Oficina de Escrita Criativa Data: 2 de julho de 2016 Local: União Brasileira dos Escritores – Seção Goiás | Rua 21 nº 262, no Centro, ao lado do Colégio Lyceu de Goiânia Horário: 9h às 12h e 14h às 17h