A arte das capas da literatura goiana é tema de nova obra de Iúri Rincon

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Com auxílio dos também escritores Luiz de Aquino Alves Neto e Adalberto de Queiroz, Godinho analisou desde “Orchideas”, de 1928, a “Almofariz do Tempo”, de 2016

As capas de livros mais representativas da literatura goiana ganham agora um livro só sobre elas. Do jornalista Iúri Rincon Godinho, “100 Grandes Capas de Livros Goianos” será lançado na noite da quinta-feira, 30, na Casa de Cultura Altamiro de Moura Pacheco.
Fruto de uma pesquisa de três anos, Godinho contou com a ajuda de Luiz de Aquino Alves Neto e Adalberto de Queiroz. A obra analisa o mercado livreiro goiano, a evolução da indústria gráfica a chegada dos computadores e ainda o importante papel do concretismo e da arte urbana nas capas dos anos 1950 a 1970.
O autor mostra ainda que o estado nunca formou um “capista” e, assim, os artistas plásticos dominam a área desde a década de 1950. O estudo mostra, que até os anos 1960, os volumes eram impressos fora do Estado e os escritores quase nada opinavam sobre as capas. A capa mais antiga analisada é “Orchideas”, de Leodegária de Jesus, de 1928 — “foi impresso em tipografia com três cores, quando o habitual era apenas uma”, conta —; já a mais recente é “Almofariz do Tempo” (obra de 2016), de Cássia Fernandes, que teve a capa personalizada com temperos de cozinha.

Serviço
Lançamento “100 Grandes Capas de Livros Goianos”
Data: 30 de junho
Horário: 20h
Local: Casa de Cultura Altamiro de Moura Pacheco
Preço: R$ 50,00

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