Resultados do marcador: Investigação
A comissão de inquérito expedirá ofícios convocando empresas que serão investigadas; a primeira será Stemac, de Itumbiara
Marcelo Álvaro nega ter participado de qualquer esquema e alega que o partido cumpriu com a legislação eleitoral vigente
A comissão de conselheiros concluiu que havia controle por parte da Secretaria de Comunicação na condução das campanhas publicitárias
Defesa pontua que não há fato novo que justifique prisões. Procurada, a Polícia Federal ainda não se manifestou em relação à críticas dos advogados
Segundo delegacia, dois atiradores e um motorista, participaram da morte de Paulo Eurípedes Caetano e Diego Lopes de Sousa

A Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) apresentou, na tarde desta quinta-feira, 29, os suspeitos dos homicídios contra Paulo Eurípedes Caetano e Diego Lopes de Sousa, no setor Parque Oeste Industrial, em Goiânia, na concessionária Marelo Motores, no dia 18 de fevereiro. A ação, segundo a Polícia Civil, foi realizada por dois atiradores, Bruno Thiago L. Souza e Jack Nicholson, e um motorista, o adolescente G.C.A.
Uma das vítimas, Paulo Eurípedes, conhecido como "Marelo" e proprietário da concessionária, também era investigado por lavagem de dinheiro, oriundo de tráfico de drogas e crimes ligados à facção criminosa PCC. Diego Lopes era um amigo.
Motivação
Segundo informações da corporação, os acusados agiram mediante promessa de pagamento de R$ 1.500 e outros valores ainda a serem combinados. O veículo utilizado no crime, um Hyundai/HB20, cor branca, era roubado e foi queimado após o crime.
O automóvel foi abandonado em uma mata no setor Rosa dos Ventos, em Aparecida, conforme informações da PC. Lá, foi encontrado o cartão bancário do proprietário do carro.
Investigação
Após a prisão, Bruno confirmou participação no roubo do veículo e indicou o comparsa Jack Nicholson como o outro atirador. Nicholson, que teve o 3º mandato de prisão expedido, por sua vez, só disse ter participado da subtração do carro.
A investigação, que ainda prossegue, tenta individualizar os mandantes do homicídio.
Operação Isis apura existência de organização criminosa que atuava no instituto. Entre os presos, um é irmão do deputado Amélio Cayres

A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, nesta sexta-feira, 22, mais uma ação que respingou em políticos do Estado. A Operação Isis apura a existência de uma associação criminosa suspeita de cometer crimes contra a administração pública, como corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, no âmbito do Naturatins.
A operação foi autorizada pelo juiz da Comarca de Araguatins, José Carlos Tajra Reis Júnior e, ao todo, os agentes cumpriram doze mandados de busca e apreensão, em Araguatins, Augustinópolis, Axixá, Buriti do Tocantins e Palmas, quatro conduções coercitivas e oito prisões temporárias. Os agentes fazem buscas na sede do Naturatins na capital e na empresa Souza Gestão Empresarial e Agronegócios, em Araguatins.
Dois irmãos do deputado estadual Amélio Cayres (SD) são alvos da Operação. Um deles, o fazendeiro Armando Cayres, foi preso. Já o outro, Alvymar Cayres Almeida, foi alvo de condução coercitiva. A polícia informou que, por enquanto, o deputado não é investigado nesta operação.
A polícia disse que Luciana Geremias de Souza, inspetora de recursos naturais e chefe da unidade do Naturatins no Bico do Papagaio, entrava em contato com fazendeiros multados para oferecer anulação ou redução da penalidade, além da liberação de propriedades embargadas. Para os investigadores, Luciana Geremias, servidora concursada do órgão desde 2005, tem salário de pouco mais de R$ 8 mil mensais e ostenta padrão e patrimônio incompatível com os ganhos. Um dos imóveis dela está avaliado em R$ 1,8 milhão.
Orleans Silva Oliveira, também servidor do Naturatins, é apontado pelos investigadores como sócio oculto da empresa de consultoria e teria a função de receber o dinheiro pelas práticas e fornecer documentos públicos ideologicamente falsos como licenças, alvarás e autorizações sem exigir os documentos necessários para a expedição das respectivas licenças, sendo auxiliado por outro servidor do órgão, Nadson Nanmir Borges de Oliveira. Já os fazendeiros recorriam aos serviços do suposto esquema para obter licenciamentos e documentos públicos fraudulentos.
A investigação apontou que o grupo também prestava consultoria para prefeituras da região do Bico do Papagaio. Uma interceptação telefônica feita com autorização judicial flagrou o grupo oferecendo "ajuda" a um município para preparar a documentação e viabilizar o ICMS Ecológico.
Alvos Prisão temporária
Luciana Geremias de Souza, Euerçu Gonçalves da Silva, Orleans Silva Oliveira, Nadson Nammir Borges de Oliveira, Gustavo Ferreira de Sousa, Elizângela Pereira de Souza, Edyvaldo Fernando dos Santos Lima e Armando Cayres de Almeida.
Busca e Apreensão
Gustavo Ferreira de Sousa, Elizângela Pereira de Souza, Edyvaldo Fernando dos Santos Lima, Werleandro França Almeida, Sebastião Afonso Leite de Sousa, Armando Cayres de Almeida, Sede do Naturatins em Palmas e Sede da empresa Souza Gestão Empresarial e Agronegócios em Araguatins.
Condução Coercitiva
Alvimar Cayres Almeida, Natanael Galvão Luz, José Osvaldo dos Santos.
Comissão presidida pelo deputado Henrique Arantes cobra esclarecimentos do executivo na manhã desta quinta-feira, 21

Proposta e presidida pelo deputado estadual Henrique Arantes (PTB), a CPI da Enel, instaurada no Legislativo, realiza, na manhã desta quinta-feira, 21, sua primeira oitiva: o diretor de relações institucionais da companhia, Humberto Eustáquio Tavares Correia presta aos membros da Comissão os devidos esclarecimentos acerca do cumprimento dos termos do contrato estabelecido entre a empresa e o Estado.
A reunião entre os parlamentares e o diretor está acontece na manhã desta quinta-feira, 21, na sede da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), no palácio Alfredo Nasser. A intenção por trás deste primeiro encontro será levantar dados suficientes para subsidiar as investigações. Os membros da Comissão pretendem investigar as possíveis irregularidades e vícios contidos no cumprimento do contrato de privatização da antiga Companhia Energética de Goiás (Celg D).
Além de Henrique Arantes, também compõem a CPI os deputados: Diego Sorgatto (PSDB), como vice-presidente e o deputado Cairo Salim (Pros), como relator. Como membros titulares estão: Alysson Lima (PRB), co-autor da proposta para investigação da companhia, e Amilton Filho (SD). Nas cadeiras dos suplentes se encontram os deputados: Rafael Gouveia (DC), Thiago Albernaz (SD), Vinícius Cirqueira (Pros), Antônio Gomide (PT) e Tião Caroço (PSDB).
Nomes dos acusados e teor das acusações são mantidos em segredo de Justiça. Suspeita é que os parlamentares estejam envolvidos em casos de desvios na Petrobrás
Ambas iniciativas geram controvérsias entre parlamentares e entre Legislativo e empresariado
Comissão será presidida por Álvaro Guimarães (DEM) e terá na relatoria Humberto Aidar (MDB), que também foi seu idealizador
Polícia Civil do Rio de Janeiro deverá apontar um novo nome na semana que vem
Fábio Tomazini é suspeito de matar companheira a facadas e se matar em seguida
Tema tem ganhado destaque nos debates do Plenário Getulino Artiaga da Alego. Comissão que irá investigar Celg/Enel será a primeira a ser constituída pelo Parlamento
Vinícius Cirqueira irá investigar supostas dívidas perdoadas em favor de permissionários e concessionários da companhia
Em documento de outubro de 2018, empresa havia projetado mortes, custos e até causas de um possível colapso

As investigações sobre a tragédia de Brumadinho ganham novos detalhes a cada dia. Um documento que está sendo usado pelo Ministério Público de Minas Gerais, mostra que a mineradora Vale, dona da barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, já tinha calculado os gastos que teria em caso do rompimento da estrutura.
O documento interno de outubro de 2018 previa que o valor da tragédia chegaria a 1,5 bilhão de dólares, cerca de R$ 5,6 bilhões. O documento também projetava as possíveis causas do rompimento, que seria a erosão e a liquefação da barragem.
O relatório avaliou que a empresa teria o mesmo prejuízo com questões econômicas se houvesse ou não um alerta antes do acidente. Entretanto, assim como aconteceu na tragédia do dia 25 de janeiro, as consequências para a segurança e a saúde das pessoas envolvidas e o potencial de perda de vidas eram bem maiores caso as sirenes não fossem acionadas.
A Vale informou que os estudos de risco e demais documentos elaborados por técnicos consideram, necessariamente, cenários hipotéticos para danos e perdas. Ainda segundo a empresa, não existe em nenhum relatório qualquer menção a risco de colapso iminente da barragem.

