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Segundo populares, cratera abriu de repente e assustou quem passava pelo local; Seinfra enviou equipe

Moradores da Rua R-16, no Setor Oeste, em Goiânia, interditaram por conta própria a via, após a abertura de um buraco profundo, com água no fundo.
Um leitor, que não quis se identificar, enviou a foto para o Jornal Opção. Segundo relato, a cratera abriu "do nada" e assustou aqueles que passavam por ali.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra) informou, após a verificação de equipes no local, que o caso é para a Saneago, uma vez que um cano de água se rompeu.
Posicionamentos
Entramos em contato com a Saneago, que se comprometeu a enviar uma nota sobre o assunto, assim que for apurado por ela. Esta matéria poderá ser atualizada.
Em nota, a Saneago informou que, ainda nesta tarde, a equipe vai realizar os reparos na rede e aterramento do local. "Imediatamente após a conclusão do serviço, a Seinfra será acionada para providenciar o recapeamento asfáltico".
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Processo licitatório para terceirização dos abrigos se arrasta há mais de três anos. Para vereador, Poder Público "não colabora com o cidadão"

Abandonados. Esta é a palavra que melhor define a situação dos pontos de ônibus da capital. As estruturas que, em tese, deveriam oferecer proteção aos usuários do transporte coletivo soam mais como uma grande ameaça. A impressão é de que, a qualquer momento, algumas estruturas poderão ceder e atingir aqueles que nelas procuram abrigo.
A maioria delas já foram tomadas pelo desgaste decorrente da falta de manutenção atrelada ao tempo de uso. O ideal seria que esses espaços oferecessem mais proteção e conforto aos passageiros.
O Poder Público até poderia entregar os "pontos" e colocar a responsabilidade nas mãos de uma empresa privada. Há, inclusive, um processo de licitação nesse sentido. Acontece que ele aguarda, desde 2017, pela celeridade da Prefeitura de Goiânia.
A ideia seria que a manutenção e construção desses abrigos ficassem a cargo de uma empresa que, em troca, poderia explorar os pontos com publicidade. Ou seja, é uma relação de ganhos. A empresa vencedora do processo de licitação ganharia o direito de fazer seus anúncios, ao passo em que a prefeitura ganharia o direito de ser omissa à administração e manutenção. Por fim, o usuário — o mais interessado e atingido — ganharia mais dignidade enquanto espera pelo transporte.

Acontece que esse projeto parece ter sido abandonado pelo Poder Público que não quis comentar sobre o assunto. Haja vista que o Jornal Opção procurou por diversas vezes a Prefeitura de Goiânia, mas até o fechamento dessa reportagem, não obteve respostas para nenhum dos questionamentos enviados.
Sem os devidos reparos, os usuários continuarão expostos, não só ao sol e a chuva, mas também aos perigos recorrentes. Não é preciso muito para que se perceba o protagonismo dos assentos amassados ou quebrados, das coberturas precárias, da ferrugem e pichação, além da falta de iluminação.
Em entrevista ao Jornal Opção, o vereador Lucas Kitão (PSL) não escondeu o sentimento de pesar. “Sabemos que Goiânia é uma cidade que tem tudo para dar certo e infelizmente o Poder Público não colabora com o cidadão”, lamentou.

“Talvez por ter sido iniciado na gestão passada (processo de licitação) não seja de interesse desse governo continuar por questões políticas" | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção
“Talvez por ter sido iniciado na gestão passada [o processo de licitação] não seja de interesse desse governo continuar por questões políticas. Não há outra explicação”, considerou o parlamentar que disparou em seguida: “não haveria uma maneira melhor do que terceirizar essa manutenção e construir novos abrigos”.
Ele explica que a terceirização tem como contrapartida “apenas a permissão de que a empresa faça mídia”. “É uma ideia boa e barata; simples e criativa. Acho que a cidade pode melhorar com ideias modernas como essa”, finalizou.

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Na noite desta sexta-feira, 29, quem levou crianças ao Cais de Campinas para serem atendidas teve que voltar para casa, mesmo com os filhos passando mal. Acontece que a unidade de saúde da Prefeitura de Goiânia não dispunha de médicos pediatras para fazer o atendimento.
Cláudia Regina já estava entrando no carro de volta para casa com seu neto de 4 anos. "Ele está vomitando, dando febre, e não tem médicos aí para atender, eles falam que só amanhã, se tiver que morrer vai morrer", contou ao Jornal Opção.
As funcionárias da unidade, que não quiseram se identificar ou dar entrevistas, confirmaram a ausência de médicos pediatras no turno noturno em alguns dias da semana, apontando que se trata de algo recorrente.
A angústia das mães é visível, afinal, apenas o Cais de Campinas atende pediatria na Capital pela rede municipal. Além dele, o Hospital Materno Infantil, da rede estadual, tem atendimento a crianças, mas muitas temem a superlotação, já que na quinta-feira, 28, um menino morreu na fila de espera.
Na recepção do Cais, Jackeline Alves, chegou com seu filho de 6 anos ardendo em febre, mas de cara recebeu a sentença. "Hoje não está atendendo, só no Materno". Diferente da maioria, que preferiu voltar pra casa, Jackeline seguiu rumo ao hospital estadual.
Pauline Clara também voltou para casa com sua filha de 10 meses . "Ela está com febre alta e vomitando tem uma semana, mas aqui não tem atendimento, e aqui em Goiânia não tem opção", lamentou. Segundo a avó da menina, Zaira Carla, uma funcionária lhe disse que a falta de pediatras à noite ocorre toda semana, as quartas, quintas e sextas.
"E não avisaram nada, nós chegamos aqui e demos com as portas fechadas, a opção que tem é o Materno, mas lá nós não vamos porque não tem a menor condição, as crianças estão internadas, o corredor está lotado de criança", disse a avó, que disse que a orientação que receberam foi de retornar no sábado pela manhã, quando teriam de 3 a 5 pediatras atendendo.
"É um absurdo ter só dois hospitais em Goiânia atendendo, não comporta, é tanto que tem criança no corredor, está difícil", reforçou Pauline.
Ainda nesta sexta, 29, o Jornal Opção foi até o Materno Infantil e se deparou com uma recepção parcialmente lotada. Uma das recepcionistas informou que 50 senhas haviam sido distribuídas às 21 horas, mas que a demanda poderia aumentar no decorrer da noite. Na quinta-feira, 28, uma criança morreu na fila de espera da unidade estadual.

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