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Na data dos gastos, os filhos do ex-presidente estiveram em Goiânia | Foto: rede social
Conheça os cinco locais onde foram usados o cartão corporativo de Bolsonaro em Goiânia

Registro de gastos aconteceu no dia em que o ex-presidente não tinha agenda oficial na cidade

Governo divulga gastos em cartão corporativo de Bolsonaro; confira os valores

Ex-presidente havia imposto sigilo de 100 anos para dados a respeito do Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF)

Kajuru e Moro são senadores por Goiás e Paraná. (Foto: Reprodução)
Kajuru acusa Moro por ter cobrado salário de 40 mil do Podemos: “Sem caráter”

Senador afirmou que ex-ministro realizou viagens e compras pessoas com dinheiro público

INSS alerta governo federal sobre falta de dinheiro: “grave prejuízo”

Órgão prevê incapacidade para atendimento ao usuário com corte de verbas

Governo federal decreta bloqueio de R$ 5,7 bilhões no Orçamento de 2022

Corte é o quinto consecutivo de 2022. Governo busca cumprir regra do teto de gastos

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PT quer consultar TCU sobre medida provisória para pagar auxílio de R$ 600

Equipe de transição prepare Proposta de Emenda à Constituição ‘fura-teto’ e Alckmin quer apresentar texto para Lula na segunda-feira, 7

Viagem de Gustavo Mendanha a Barcelona custou mais de R$ 85 mil aos cofres públicos

Só este ano, Prefeitura de Aparecida já gastou R$ 234,9 com viagens, segundo dados do Portal da Transparência. Evento do qual Mendanha participou presencialmente também foi transmitido pela internet

Cobrado pela falta de transparência no enfrentamento a Covid, prefeito de Iporá diz que vai responder ao Ministério Público, Polícia e TCM

Vereadores se queixam de não receberem informações sobre gastos com a saúde e no combate ao coronavírus na cidade

Júnior Geo solicita fiscalização sobre contratos do Executivo durante a pandemia

Deputado quer apuração sobre compra de 12 mil máscaras pelo governo do Estado, cujo valor unitário foi de R$ 35

Elias Vaz diz que Bolsonaro quer esconder gasto de R$14 milhões no cartão corporativo

"A sociedade tem o direito de saber. Quem não deve, não teme, Bolsonaro", cobrou o parlamentar

Confira 8 orientações para economizar na hora de comprar material escolar

O primeiro passo é realizar um diagnóstico da vida financeira da família, para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais

Prefeitura de Palmas gasta milhões com pedras para enfeitar canteiros

A Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Pú­bli­cos, publicou no Diário Oficial do Município de Nº 1.958, extrato de contrato firmado com Elizabete de Oliveira No­gueira, cujo objeto é o fornecimento de pedra britada e marroada, pó de brita de granito e pe­drisco de rocha britada. Aproximadamente R$ 3 mi­­lhões serão gastos com pe­dras para enfeitar os canteiros e rotatórias da capital. Em al­gu­mas quadras, as obras já fo­ram concluídas. Ao todo, o con­trato da Prefeitura com a fornecedora de pedras totalizou R$ 2.629.575,00. O vereador Lúcio Campelo (PR) criticou na quarta-feira, 21, o uso dos recursos pelo pre­feito Carlos Amastha (PSB) para a compra de pedras gi­gan­tes a serem colocadas nos can­teiros e rotatórias da capital. “Enquanto temos filas enor­mes nas unidades de saú­de, com exames laboratoriais sus­pensos por falta de pagamento, o prefeito gasta R$ 3 mi­lhões com pedras, para en­fei­tar a cidade, o que coloca em risco a vida do condutor que por azar bater nessas pedras”, criticou o vereador.

Memória fraca ou surto de autopromoção de Folha Filho?

[caption id="attachment_114690" align="aligncenter" width="620"] Devolução de dinheiro pela Câmara motiva festa entre aliados de Amastha[/caption] Ainda há reminiscências nas mentes dos eleitores palmenses de fragmentos do discurso do presidente da Câmara de Vereadores de Palmas, José do Lago Folha Filho (PSD), ao assumir a presidência da casa legislativa em fevereiro de 2017. “Nós fizemos um entendimento com o Executivo e estamos fazendo uma parceria com o prefeito Carlos Amastha, e ele vai, a título de permissão, permuta, conceder o Paço antigo para a Câmara”, disse Folha, à época da posse. Ele afiançou, também, que até dia 1º de janeiro de 2018, a sede da Câmara de Vereadores seria transferida para a antiga sede da prefeitura, localizada na Praça do Bosque, onde a prefeitura funcionou durantes muito anos e, na gestão comandada pelo prefeito Amastha (PSB), foi transferida para um prédio na avenida JK, no qual a Prefeitura Municipal paga aluguel de mais de R$ 80 mil mensais. Segundo o presidente Folha, a Casa Legislativa iria realizar a revitalização do prédio, além de construir um anexo: “Nós vamos fazer uma revitalização no prédio, construir um anexo, inclusive, já deixamos dinheiro no orçamento, sendo 2 milhões de reis esse ano e mais 2 milhões no próximo ano. Queremos mudar dia 1º de janeiro de 2018; nessa data, essa Câmara sairá daqui para seu prédio próprio, esse é nosso objetivo, estamos trabalhando para isso”. Folha comemorou, à época, a doação e enfatizou que a Câmara deixaria de pagar mais de R$ 1 milhão por ano, a título de aluguel. Mas pelo jeito, “deu ruim”, como se diz em linguajar popularesco. É que ao invés de iniciar as reformas do antigo Paço com as verbas economizadas pela Casa Legislativa em 2017, o presidente – numa espécie de autopromoção – devolveu à Prefeitura de Palmas o saldo não utilizado, na ordem de R$ 1.000.235,09 (1 milhão, 235 reais e 9 centavos). Não bastasse as intensas críticas à gestão da Câmara, lançadas ainda em 2016, pelo almanaque semanal da TV Globo, o “Fantástico”, transformando-a em chacota nacional, noticiando que o legislativo palmense era o segundo mais caro do país – justamente em razão do custo com aluguéis –, o presidente Folha, pelo que se verifica, colocou tal fato na conta dos fatos ou notícias esquecidas e, nesse momento, sequer aborda o assunto. Longe de caracterizar-se como perseguição deste semanário — como muitas vezes quis rotular o próprio presidente e também o prefeito Amastha —, nosso intuito é apenas refrescar a memória do ilustre vereador, ora presidente, como também dos eleitores, que, diga-se de passagem, estão fartos de promessas eleitoreiras, ditas apenas em época de campanha ou em início de mandatos, mas que, posteriormente, são esquecidos pelos gestores.