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Ministro demissionário Guido Mantega: ainda com tempo para errar / Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil[/caption]
Não se passou uma semana que o economista Joaquim Levy foi anunciado como virtual ministro da Fazenda e a posição dele já se tornou menos confortável, o que afeta a confiança do mercado em seu novo trabalho. Ao se apresentar ao público como futuro ministro, há dez dias, Levy anunciou a redução de repasses do Tesouro aos bancos estatais, mas em menos de uma semana o governo anunciou o aporte de até R$ 30 bilhões ao BNDES.
“Esse compromisso é fator indispensável”, referiu-se Levy ao compromisso de transparência na economia em seu discurso do último dia 27, ao lado de seus parceiros no novo comando da área, o virtual ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
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Futuro ministro Joaquim Levy: torpedeado antes mesmo de assumir o cargo / Valter Campanato/ Agência Brasil[/caption]
Naquele discurso, Levy afirmou que as metas de superávit primário propostas pelos três para os próximos anos eram o suficiente para conter o endividamento público, mas com uma ressalva agora contrariada pela presidente Dilma:
— Desde que não haja ampliação do estoque de transferência de recursos do Tesouro para as instituições públicas.
A transparência seria outro pilar da nova equipe para assegurar credibilidade ao governo, como a redução de repasses aos bancos públicos iniciados por Lula e continuados por Dilma, mas sem sucesso como ferramentas de impulsão de investimentos privados. A ideia do novo comando era trabalhar apenas com metas fiscais possíveis e transparentes nas contas públicas.
Porém, a engenharia do repasse de R$ 30 bilhões ao BNDES constitui uma vistosa amostra de fantasia na contabilidade para fechar as contas deste ano que se encerra em 24 dias. A ideia é esconder déficit, como na manobra com a Lei de Reponsabilidade Fiscal. As duas iniciativas se completam como disfarces e elevam a R$ 440,8 bilhões a dívida do banco junto ao Tesouro.
A presidente assinou uma medida provisória que autoriza a equipe do ainda ministro Guido Mantega, sempre ele, a usar receitas do superávit financeiro fictício para pagar despesas básicas obrigatórias, como os servidores públicos e a previdência. O dinheiro seria recuperado com a emissão de títulos da dívida pública – cuja compra exige credibilidade no governo.
Com o moral alto de quem ainda tem o que fazer no Ministério da Fazenda, Mantega, em tom firme, comunicou à imprensa que a velha política de Dilma continua em vigor com a ideia de financiar estímulos aos investimentos privados:
— Estamos liberando financiamento (pelo banco) para a aquisição de bens de capital. Existe uma demanda e vamos liberar.
Se for assim mesmo, seria financiada a compra de ferramentas produtivas, como máquinas, equipamentos, tratores e ônibus, no antigo conceito dilmista de desonerações fiscais. Numa espécie de provocação irônica ao provável sucessor Joaquim Levy, Mantega disse aos repórteres que as volumosas transferências a bancos públicos terminam por aqui:
— Para o próximo ano, certamente será menor. E mesmo assim, neste ano será menor do que no ano passado.
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Goiás é 15º Estado a implantar o Bope – tropa que será empregada em ocorrências complexas, que requeiram alto grau de especialização
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Foto: Thiago Araújo/Jornal Opção[/caption]
A Polícia Militar de Goiás implantou oficialmente, nesta sexta-feira (5/12), o Batalhão de Operações Especiais (Bope) que atenderá ocorrências complexas, que requeiram alto grau de especialização, em todo Estado. Na ocasião, o comandante-geral da PM, cel. Silvio Benedito Alves, explicou que o BOPE é a expansão da Companhia de Operações Especiais (COE) e afirmou que o novo batalhão atenderá ocorrências críticas, como o assalto a três carros-fortes que ocorreu no início desta semana na BR-153 entre Morrinhos e Goiatuba, e resultou na morte de três seguranças.
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“Vale ressaltar que os meliantes que praticaram este crime são um braço do Primeiro Comando da Capital [CPP] que está em Uberlândia, em Minas Gerais, e São Paulo. Aqui em Goiás, bandido nunca teve nome e eu desafio alguém dizer que o contrário. Aqui, não tem lugar que a PM não entre, diferentemente de outros Estados da federação”, disse, em tom crítico, o cel. Silvio Benedito Alves.
Além disso, a solenidade foi marcada pela formatura de 33 policiais da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), passando, a partir de agora, a funcionar com 20 equipes nas ruas da Grande Goiânia.
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Foto: Fernando Leite/ Jornal Opção[/caption]
Ainda de acordo com o comandante-geral da PM, atualmente a Rotam conta com um efetivo de 180 policiais e o recém-implantado Bope terá um efetivo de 86 homens para atender os 246 municípios de Goiás. “Nossos armamentos são potentes e de grosso calibre e o treinamento dos policiais do Bope foram realizados no Rio de Janeiro. Isso mostra que estamos preparados para qualquer grande ocorrência”, pontuou.
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