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Prefeitura de Goiânia realiza Curso Básico de Educação Alimentar

Objetivo principal é ensinar mulheres a prepararem refeições saudáveis [caption id="attachment_22781" align="alignleft" width="300"]Foto: Venilton Küchler/ SESA Foto: Venilton Küchler/ SESA[/caption] A Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), oferece a partir desta segunda-feira (8/12) o Curso Básico de Educação Alimentar, com objetivo de ensinar mulheres a prepararem refeições saudáveis. O treinamento, realizado em parceria com Serviço Social da Indústria (SESI) e com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, visa ao aproveitamento integral dos alimentos, proporcionando uma alimentação de baixo custo e de alto valor nutricional. As aulas serão ministradas na sede da SMPM para 50 mulheres e terão duração de três dias. Entre as receitas que serão ensinadas estão suco da horta e bolo de casca de banana. No encerramento do curso, as alunas ganharão um livro de receitas sobre o tema. Serviço Assunto: Curso Básico de Educação Alimentar Data: 08/12 (segunda-feira), às 14h Local: Auditório Sueli Fraissat - Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (Rua 16 A, nº 350, Setor Aeroporto) Telefone: (62) 3524 2933 / 3524 2934

Três candidatos disputam a prefeitura de Bom Jesus de Goiás neste domingo (7)

De acordo com a Justiça Eleitoral, o candidato eleito deve assumir a prefeitura no dia 19 deste mês [caption id="attachment_22776" align="alignleft" width="620"]Foto: Reprodução/ Facebook Foto: Reprodução/ Facebook[/caption] Eleitores do município de Bom Jesus de Goiás, localizado a 218 quilômetros de Goiânia, voltam às urnas neste domingo (7/12).  A nova eleição foi marcada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois que a disputa de 2012 foi anulada porque os dois candidatos que disputavam o cargo tiveram os registros de candidaturas negados pela Justiça Eleitoral. Neste pleito, foram montados 41 seções de votação. Três candidatos disputam à vaga de chefe do executivo da cidade — que atualmente é administrada interinamente pela presidente da Câmara dos Vereadores, Marilda Alves de Oliveira (PDT). São eles: Daniel Vieira Ramos (PTB), Eurípedes Vieira da Mota (PP) e Elcimar  Soares "Marinho" (PRB). Nas eleições de 2012, Fernando Luís (PMDB) e Adair Henriques (PSDB) disputaram as eleições. Na época, 12.876 eleitores compareceram às urnas. O candidato peemedebista foi o mais votado, entretanto não assumiu o cargo. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral em Goiás (TRE-GO), Fernando Luís era vice-presidente de uma rádio comunitária e não se afastou da função dentro do prazo previsto na legislação eleitoral. Já o tucano Adair Henriques, que buscava a reeleição, responde processo de improbidade administrativa e foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Último lote de restituição do IR 2014 vai mostrar quem caiu na malha fina

Consulta será disponibilizada na página da Receita na internet . Ela também poderá ser feita pelo telefone 146 ou por meio de tablets e smartphones

Oposição se adianta, fisga Bloco Moderado e deve tirar presidência do PMDB/PT

Thiago Albernaz (PSDB) assegura que vereadores se articulam em favor de uma Câmara menos subserviente. Promessa de "independência" cativa e Blocão teria 23 votos

Janot diz que MPF está apurando nove crimes da Operação Lava Jato

Em nota enviada à imprensa, procurador-geral da República diz que “não permitirá que prosperem tentativas de desacreditar as investigações e os membros desta instituição”

Veja Fotos: Manifestação contra o governo Dilma e corrupção movimenta o centro de São Paulo

De acordo com informações da Polícia Militar de São Paulo, 800 pessoas participaram do protesto

Goiás participa de ação que integra forças da segurança pública do País e prende 13 pessoas

Segundo a SSP-GO, 2,2 mil pessoas foram abordadas; cinco armas, 58 munições, 12 carros e centenas de mercadorias sem notas fiscais foram apreendidas

MPGO aciona prefeito de Caiapônia por improbidade e requere bloqueio de bens em R$ 2,5 mi

Segundo a promotora, Teresinha de Jesus, o prefeito Argemiro Rodrigues (PMDB) contratou empresa envolvida na Operação Curto-Circuito e que estava impedida de participar de licitações

Sem indicações em 2015, Shakira posta foto “exibindo” estatuetas do Grammy

Mesmo tendo lançado álbum neste ano, cantora colombiana não concorre a nenhuma categoria. No mesmo dia em que foi divulgada a lista, ela publicou a "imagem-resposta"

Condenado pelo Mensalão, Delúbio Soares vem passar Natal em Buriti Alegre, em Goiás

Defesa alegou que condenados que cumprem pena em regime semiaberto, mais severo que o do ex-tesoureiro do PT, obtêm a autorização para passar o feriado com a família

Enterro simbólico do mosquito da dengue chama atenção de goianienses

Até o último dia 3, haviam sido notificados 26.743 casos de dengue e 18 mortes pela doença

EUA confirmam morte de dois reféns durante operação resgate no Iémen

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, condenou o "assassinato" de Luke Somers e do professor sul-africano Pierre Korkie

A compra de votos na aprovação da queda do superávit pode complicar para Dilma

A presidente receia um processo judicial que se some à corrupção e à crise na economia para desestabilizar o novo governo que ainda não começou

O risco da mistura entre corrupção, crise econômica, oposição acirrada e processo judicial

[caption id="attachment_22704" align="alignleft" width="620"]Vice-presidente dos EUA, Joe Biden: vinda agrada Dilma Rousseff / Lintao Zhang Vice-presidente dos EUA, Joe Biden: vinda agrada Dilma Rousseff / Lintao Zhang[/caption] O risco para o governo é a possibilidade de que a sucessão de escândalos dentro do petrolão crie um ambiente que, como no efeito mensalão, excite a indignação da elite branca a que se refere Lula. A soma entre a indignação com a corrupção, a crise na economia, oposição aguerrida e um processo judicial contra a presidente Dilma por conta do superávit primário seria explosiva. A presidente sabe que a governabilidade por intermédio do presidencialismo de coalizão que os companheiros prezam também corre um risco lá fora, com grave repercussão aqui dentro. São as duas investigações feitas nos Estados Unidos em torno do petrolão. Uma do governo e outra da SEC, organismo que controla o mercado de capitais deles. O governo do presidente Obama quer saber se empresas e cidadãos participaram da corrupção no governo brasileiro subornando funcionários. A xerife do mercado financeiros procura verificar se investidores norte-americanos são prejudicados pela queda do prestígio internacional da Petrobrás. São casos que abalam a vinda de investimento estrangeiro. Por isso, Dilma anda satisfeita com a vinda do vice-presidente Joe Biden para a sua posse no novo mandato, na virada do ano. Em nome dos negócios brasileiros, ela está interessada em se aproximar do governo Obama, que também procura a reaproximação com o Planalto. A questão é a oposição do PSDB do senador Aécio Neves. Pela primeira vez nos 12 anos de poder do PT os tucanos fazem oposição real, encorajados pela gestão precária do governo. Como quem estica a mão ao PSDB, Dilma preparou a cerimônia, no Planalto, para receber o governador Geraldo Alckmin e assinar um contrato com o governo de São Paulo. O acerto estabelece que a Caixa Econômica Federal emprestará R$ 2,6 bilhões, vindos do FGTS, para o Estado aplicar numa rede de abastecimento contra a falta de água. A presidente também liberou R$ 500 milhões do orçamento federal para a expansão da linha de trens metropolitanos na capital. Quase no final de um discurso de 11 minutos e meio, onde se distribuíram 1.208 palavras, Dilma dedicou 191 delas a uma proposta aos tucanos de trégua pós-eleitoral, certamente pensando em Aécio Neves. “Temos de respeitar as escolhas legítimas da população”, discursou. Vale a transcrição do trecho para se observar o encadeamento do recado: “É fato que durante a campanha é natural divergir, é natural criticar, é natural disputar. E mesmo em alguns momentos é, diríamos assim, compreensível que as temperaturas se elevem. Mas, no entanto, depois de eleito, nós temos de respeitar as escolhas legítimas da população brasileira. E essas escolhas legítimas, elas em um país que preza a democracia, que está em processo, inclusive, de construir cada vez mais, e de aprofundar a sua democracia que está ficando cada vez mais madura. E isso é algo extremamente necessário, essas relações republicanas e parceiras.”

Dois processos testam as novas relações do PT com o Judiciário tendo o petrolão ao fundo

[caption id="attachment_22699" align="alignleft" width="620"]Ministro do STF Gilmar Mendes: relator dos dois processos que envolvem o PT com o dinheiro roubado na Petrobrás / Fellipe Sampaio/ SCO/STF Ministro do STF Gilmar Mendes: relator dos dois processos que envolvem o PT com o dinheiro roubado na Petrobrás / Fellipe Sampaio/ SCO/STF[/caption] Estratégicos ao PT, dois processos do partido estão na mão do ministro Gilmar Mendes, aquele a quem Lula tentou chantagear, em 2012, para evitar que o Supremo Tribunal Federal iniciasse o julgamento do mensalão. Lula ameaçou investigar Mendes na CPI de Carlinhos Cachoeira pela amizade do ministro com o então senador Demóstenes Torres. Dois anos e meio depois, Mendes se tornou relator dos dois processos que envolvem o PT com o dinheiro roubado na Petrobrás. Na quinta, recebeu para relatar no Supremo a interpelação do PT ao senador tucano Aécio Neves porque ele atribuiu a derrota na eleição presidencial a uma “organização criminosa”. O PT quer saber se a referência era mesmo ao partido. Na madrugada do último domingo foi ao ar a entrevista de Aécio à televisão, onde definiu a derrota diante da reeleição da presidente Dilma: “Eu não perdi a eleição para um partido político, eu perdi a eleição para uma organização criminosa que se instalou no seio de algumas empresas brasileiras, patrocinadas por este grupo político que ai está.” Há três semanas, outro sorteio no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicou o ministro Mendes como relator da prestação de contas da campanha pela primeira eleição de Dilma, em 2010. A importância da prestação de contas cresceu diante da recente denúncia de que empresas envolvidas com o petrolão fizeram doações ao PT naquela eleição. Mendes herdou a relatoria da prestação de contas porque o relator original e colega Henrique Neves se aposentou antes de apresentar o parecer. Há uma semana, Mendes comunicou a amigos que iria iniciar agora o exame do processo de quatro anos atrás. Em seguida, estourou a informação de que o PT recebeu doação de dinheiro roubado à Petrobrás. Vazou na quarta-feira a delação premiada do executivo Augusto Ribeiro Mendonça Neto sobre doações feitas ao PT pela Toyo Seral, fornecedora da petroleira. Mendon­ça teria informado que a empresa entregou ao partido o dinheiro de propinas na Petrobrás, conforme instrução que recebeu de Renato Duque, na época diretor de serviços da estatal e antigo tesoureiro do PT. Pelo menos R$ 4 milhões teriam sido pagos pela Toyo à direção nacional do partido entre 2008 e 2011. Antes e depois da primeira eleição de Dilma. Naquela prestação de contas que está com Gilmar Mendes, a direção nacional petista registra que, em 2010, contribuiu para a campanha presidencial com R$ 21,2 milhões. O julgamento dos dois processos, no Supremo e no TSE, será uma oportunidade para a avaliação política das relações do governo com os dois tribunais, onde predominam em cada um ministros nomeados pelo Planalto sob ocupação petista. Além disso, o Supremo pode julgar recurso da oposição a respeito da mudança da Lei de Res­ponsabilidade Fiscal para atender a Dilma com a dispensa da exigência de superávit nas contas deste ano. Mais à frente, poderá julgar o petrolão, processo com repercussão maior do que a do mensalão.