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Câmara de Goiânia aprova convocação de secretária da Saúde

Vereadores querem que Fátima Mrué preste esclarecimentos sobre o agravamento da crise na saúde municipal

Fátima Mrué tem até 15 dias para comparecer à Câmara| Foto : Wictória Jhefany / Câmara Municipal

O plenário da Câmara de Goiânia aprovou na sessão legislativa desta quarta-feira, 13, a convocação da secretária municipal de Saúde, Fátima Mrué, para prestação de esclarecimentos sobre o agravamento da crise nas unidades de saúde da capital. Os vereadores aprovaram requerimento de convocação apresentado pelo vereador Lucas Kitão (PSL). Depois de notificada, a auxiliar tem 15 dias corridos para comparecer ao Legislativo.

A crise da saúde municipal dominou a pauta de debates desta quarta-feira no plenário da Câmara. Vereadores da base e da oposição ao prefeito Iris Rezende (MDB) criticaram o agravamento da crise na saúde municipal e criticaram o que chamaram de "descaso" da secretária diante das "inaceitáveis falhas" no atendimento à população.

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Após paralisação, sindicato e Mitsubishi discutem demissões de trabalhadores em Catalão

Sindicato aposta na redução de jornada e salários para conter demissões em massa

Foto: Reprodução

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O Sindicato dos Trabalhadores nas indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Catalão-GO (Simecat) se reúne nesta quinta-feira, 14, com representantes da Mitsubishi para discutir a questão das recentes demissões que vêm sendo realizadas pela empresa.

As demissões começaram a ser realizadas no dia 22 de janeiro, quando finalizou o período de estabilidade que havia sido acertado em novembro, durante negociações da data-base. O Simecat estima que 130 trabalhadores tenham sido demitidos neste ano e, segundo informações extraoficiais, cerca de 200 demissões poderiam acontecer nos próximos dias.

“Acreditamos que a redução do corte de incentivos está diretamente ligada às demissões. O preço do carro aumenta e não vende, aí acontecem as demissões. Não voltaram atrás em relação ao ICMS, o que poderia ajudar a segurar um pouco essa situação”, afirma o presidente do Simecat, Carlos Albino de Rezende Júnior.

Os trabalhadores fizeram uma paralisação na manhã de terça-feira, 12, em busca de diálogo e respostas sobre os motivos para as demissões. Segundo o sindicato, só no dia 1.º de março, foram cerca de 80 desligamentos. Os números oficiais não foram comunicados pela empresa, que não tem mais a obrigação de fornecer esses dados desde a aprovação da reforma trabalhista.

Apesar disso, os trabalhadores pedem transparência e respeito sobre a situação real da Mitsubishi. Eles informaram que ficou acordado que novas demissões não serão feitas até a realização da reunião, que está prevista para esta quinta-feira, 14.

As demissões são vistas com grande preocupação pelo Simecat, principalmente no cenário atual, onde os trabalhadores têm enfrentado grandes dificuldades para se recolocarem no mercado de trabalho. Apesar de não ter sido confirmado pela Mitsubishi, o sindicato acredita que a redução dos incentivos fiscais esteja ligada à decisão da empresa de se reorganizar e, consequentemente, demitir parte dos funcionários.

"Nossa expectativa é tentar, mais uma vez, viabilizar a redução de jornada e salários para segurar os empregos. A empresa já negou essa proposta uma vez, mas diante do desespero dos trabalhadores acreditamos seja a única solução no momento", explicou Carlos Albino de Rezende Júnior.

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Fisco apreende mais de 261 toneladas de milho sem nota fiscal em Itaberaí

Produto, avaliado em R$ 130 mil, era transportado em caminhões que saíram do Mato Grosso. Responsáveis não foram identificados

Auditores fiscais fazem abordagem em Pontalina. Foto: Divulgação

Em ação conjunta, fiscais da Secretaria da Economia e militares do Batalhão da Polícia Militar Fazendária apreenderam mais de 260 toneladas de milho sem notas fiscais em Itaberaí, região Central de Goiás. A apreensão ocorreu na terça-feira, 12, mas só foi divulgada nesta quarta-feira, 13. A carga foi calculada em R$ 130,6 mil e os autos alcançaram R$ 113,5 mil, entre Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sonegado e multas.

A operação foi coordenada pela Gerência de Arrecadação e Fiscalização da Secretaria da Economia. Os veículos foram abandonados pelos motoristas e agora a Secretaria da Economia tenta identificar os responsáveis pelas remessas, que saíram do Mato Grosso.

Na segunda-feira, 11, equipes de auditores fiscais, apoiadas pelo Batalhão Fazendário, realizaram abordagens em Pontalina, Edeia, Edealina, Vicentinópolis, Cidade Ocidental e Região de Itaberaí. Foram encontradas diversas irregularidades, senda a principal o transporte de mercadorias sem documentação fiscal, como grãos, tijolos, areia, lenha, bovinos e produtos eletrônicos.

Segundo o gerente de Arrecadação e Fiscalização da Secretaria da Economia, Luciano Pessoa, a abordagem de mercadorias em trânsito pode revelar sonegação do ICMS em valores milionários. “Esta ação também tem sua importância no sentido de ser um garimpo de informações para que o Fisco possa trabalhar outras situações que não são declaradas pelos contribuintes nas notas e livros fiscais. Neste momento são derrubadas fraudes estruturadas e eleva-se a percepção de risco do contribuinte, fazendo com que aumente o recolhimento espontâneo do tributo, neste caso, o ICMS”, esclarece.

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