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Empresa de streaming faz o primeiro reajuste desde 2017 e mensalidade mais em conta passa a custar R$ 21,90

Os maratonistas de sofá terão de desembolsar um pouco mais para acompanharem suas séries favoritas na Netflix. O serviço de streaming divulgou nesta quinta-feira, 14, o reajuste em suas mensalidades. O preço aumentará entre 10% e 21%.
De acordo com a empresa, o plano básico (tela única sem HD) passou de R$ 19,90 para R$ 21,90. O plano de duas telas simultâneas e conteúdo HD subiu de R$ 27,90 para R$ 32,90. Já o plano principal, com quatro telas simultâneas e resolução 4 k, que custava R$ 37,90, agora custa R$ 45,90.
"Mudamos nossos preços de tempos em tempos para continuar investindo no melhor do entretenimento, além de melhorar a experiência da Netflix para nossos membros no Brasil", disse a empresa em comunicado à imprensa.
A Netflix tem, hoje, 139 milhões de assinantes em todo o mundo – a empresa não divulga os dados do Brasil. Em seu catálogo, há séries como Grey´s Anatomy, Narcos, Breaking Bad e The Walking Dead, entre outras.
Ele também afirma que houve um desentendimento entre diretora e assessor, que foi exonerado por ter agredido servidora
Prefeito é acusado de pagar propina para que vereadores votassem favoravelmente em projetos de seu interesse

Na noite de quarta-feira, 14, a Câmara Municipal de Augustinópolis decidiu, em votação unânime, cassar o mandato do prefeito Júlio Oliveira (PRB). O gestor é acusado de pagar propina a parlamentares para aprovar matérias de interesse do município. Na mesma data, os vereadores realizaram outra sessão para empossar o vice-prefeito, Vanderlei Arruda (PRB), à frente do Executivo.
O processo de cassação de Oliveira foi aberto após a “Operação Perfídia”, comandada pela Polícia Civil do Tocantins, que chegou a prender temporariamente dez dentre os onze membros da Câmara, em razão do suposto esquema de propina – que movimentava R$ 40 mil mensalmente, segundo o MPE – para a aprovação de projetos de lei do Executivo.
À época, os vereadores Antônio Silva Feitosa (PTB), Maria Luisa de Jesus do Nascimento (PP), Antônio Barbosa Sousa (SD), Antônio José Queiroz dos Santos (PSB), Edvan Neves Conceição (MDB), Ozeas Gomes Teixeira (PR), Francinildo Lopes Soares (PSDB), Angela Maria Silva Araújo de Oliveira (PSDB), Marcos Pereira de Alencar (PRB) e Wagner Mariano Uchôa Lima (MDB) foram afastados dos cargos pela Justiça. Desta forma, os votos para cassar Júlio Oliveira foram dos suplentes empossados após a decisão judicial.
O presidente da Casa de Leis, Cícero Moutinho (PR), lamentou o episódio, enfatizando que “a Câmara não poderia ficar omissa à situação, a sociedade cobrou isso dos vereadores.” O presidente também se manifestou sobre o “descaso” com que prefeito cassado tratou o processo de cassação, uma vez que, apesar de ter sido notificado e convocado, não compareceu à sessão e sequer estava na cidade de Augustinópolis no dia da sessão de julgamento.
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Servidores integraram grupo de 3,1 mil que tiveram vínculos com o Estado encerrados no dia 28 de fevereiro. Recondução do restante não está descartada

O Governo de Goiás renomeou cerca de 2,1 mil servidores comissionados após o fim do vínculo de 3.114 deles no dia 28 de fevereiro. A informação foi confirmada pela Assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Administração (Sead), na manhã desta quinta-feira, 13, em nota enviada ao Jornal Opção. De acordo com o órgão, “70% dos servidores comissionados que teriam seu vínculo encerrado no dia 28 de fevereiro de 2019 foram reconduzidos aos órgãos em que já estavam lotados”.
A recontratação dos demais não foi descartada pela Sead, que não informou os órgãos de destinos dos comissionados. “As vagas remanescentes poderão ser preenchidas, de forma gradativa, respeitando o compromisso de uma gestão responsável e com foco na prestação de um serviço público de qualidade pelo Governo de Goiás”, diz a nota.
Em fevereiro, o Governo de Goiás havia informado ao Jornal Opção que a determinação era a de cortar linearmente em 30% o número de comissionados na folha do Estado. Em janeiro, havia 6.891 comissionados, ao custo de R$ 28,5 milhões. Em fevereiro, foram 3,8 mil, com gasto de R$ 15,3 milhões.
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