Ignácio de Loyola Brandão é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras

Por unanimidade, o romancista e jornalista foi eleito para a Cadeira 11, que era ocupada por Helio Jaguaribe


Romancista e jornalista Ignácio de Loyola Brandão. Foto: Ministério da Cultura

Ignácio de Loyola Brandão é o novo imortal da Academia Brasileira de Letras. Por unanimidade, o romancista e jornalista foi eleito para a Cadeira 11 de seu Quadro de Membros Efetivos e ocupará a vaga do Acadêmico e jurista Helio Jaguaribe, falecido em 10 de setembro do ano passado, no Rio de Janeiro.

Os ocupantes anteriores da cadeira foram: Lúcio de Mendonça (fundador) – que escolheu como patrono Fagundes Varela –, Pedro Lessa, Eduardo Ramos, João Luís Alves, Adelmar Tavares, Deolindo Couto, Darcy Ribeiro e Celso Furtado.

Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara, SP, Brasil, em 1936. Foi jornalista em sua cidade natal. Depois, aos 21 anos, mudou-se para São Paulo, e continuou a carreira. Trabalhou no jornal Última Hora e nas revistas Claudia, Realidade, Setenta, Planeta, Ciência e Vida, Lui e terminou a carreira em Vogue. Atualmente escreve uma crônica quinzenal para o jornal O Estado de S. Paulo.

O romancista recebeu, pelo conjunto de sua obra, o Prêmio Machado de Assis de 2016, em seu novo formato, quando passou a ser o único outorgado pela Academia Brasileira de Letras. Publicou mais de 42 livros, entre romances e contos, crônicas, viagens, infantis e infanto-juvenis e uma peça teatral. Entre eles: Zero; Não verás país nenhum; Dentes ao sol; O beijo não vem da boca; Cadeiras proibidas; O anônimo célebre; e O mel de Ocara.

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