Goiânia
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A Companhia Celg de Participações (CelgPar), uma empresa de capital misto com participação majoritária do Governo de Goiás, busca investir na instalação de estações de carregamento para veículos elétricos em Goiânia. Segundo a empresa, o objetivo seria ampliar o desenvolvimento da mobilidade elétrica na região. O plano seria expandir a instalação dos pontos de abastecimento em áreas urbanas e trechos rodoviários estratégicos.
Para desenvolver o projeto, a estratégia da CelgPar busca adotar um modelo de negócio com na divulgação da marca nos pontos de carregamento na capital. A ideia é investir inicialmente R$ 52,8 mil em um contrato de um ano. Os primeiros locais contemplados seriam no Costa Atacadão, localizado na Avenida T-63, no Jardim Goiás; na City Soluções Urbanas da Praça T-23, no Setor Bueno; e no Alphamall, próximo ao residencial Alphaville Flamboyant.
Junto a visibilidade, as estações de carregamento ainda terão todo suporte completo, desde a instalação até o compartilhamento de dados, além de softwares de gestão e suporte completo.
Como os veículos elétricos não emitem dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa, o formato ganhou força como uma alternativa mais sustentável no mundo inteiro. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), atualmente existem cerca de 126 mil veículos eletrificados em circulação no Brasil, incluindo 3 mil apenas em Goiás. Ao todo, aproximadamente 13 mil automóveis são 100% elétricos no país.
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A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Administração (Semad), moderniza o sistema de licitações, compras, e alcança resultados satisfatórios na contratação de empresas para gerar benefícios à população. A agilidade e transparência será traduzida na construção de novos Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis), reformas em escolas e postos de saúde, recuperação de vias urbanas e pavimentação de 13 bairros.
Também resultará, entre outras obras, em sistemas de drenagem, construção do complexo viário da Avenida Castelo Branco, realização de serviços como coleta de resíduos, e implantação da área azul digital.
Para o Programa Goiânia Adiante estão em fase avançada processos licitatórios de R$ 1,7 bilhão de recursos próprios que preveem a construção de cinco complexos viários, 11 novas pontes, recapeamento de 500 km de vias, 20 Cmeis e conclusão de outros 13, 10 novas quadras poliesportivas, reformas de todas as escolas, postos de saúde, implantação de sistemas de drenagem urbana, além da troca de toda a iluminação da cidade por lâmpadas de LED.
“É preciso ressaltar a importância do trabalho dos nossos servidores que atuam diretamente com o setor de compras e licitações públicas”, destaca o prefeito Rogério Cruz. “São eles que auxiliam em todas as especificações técnicas, pesquisas, qualificações e exigências dentro dos processos”, aponta. “E isso tem sido feito de forma séria e rápida, pois todos sabem que os benefícios precisam chegar aos cidadãos, para que todos tenham mais qualidade de vida”, pontua.
Pioneirismo
Para acelerar, trazer transparência, economicidade e qualidade aos serviços, Goiânia foi pioneira e saiu na frente como o primeiro município do Brasil a realizar pregão eletrônico dentro da plataforma da nova lei de licitações e contratos administrativos (nº 14133/2021).
No primeiro pregão, a Semad utilizou a ferramenta para adquirir produtos e alimentos que são utilizados pelo Zoológico de Goiânia. Ao todo, a licitação na modalidade de registro de preços tem 154 itens, que variavam, entre frutas, rações e suplementos. Na época, o Ministério da Economia do Governo Federal mandou representante para acompanhar o processo e atestou o avanço da capital goiana.
A Superintendência de Licitações e Suprimentos da Secretaria Municipal de Administração (Semad) regulamentou a lei e utilizou a plataforma do site do Governo Federal (compras.gov.br) em novembro do ano passado, cinco meses antes do prazo estipulado para utilizá-la. Seria em abril, mas foi prorrogado até 29 de dezembro, por meio de medida provisória assinada pelo presidente Lula.
O secretário de Administração, Denes Pereira, ressalta que o fato de a capital ser a primeira a se adaptar à nova lei mostrou a preocupação da Prefeitura de Goiânia com a qualidade dos serviços públicos.
“Temos um grande volume de obras e intervenções no município, com mais de 50 licitações importantes nos últimos meses. Com a utilização da nova lei, investimos na capacitação dos servidores com a realização de cursos junto à nossa Escola de Governo, para que todos que trabalham na área administrativa e financeira pudessem entender as exigências e vantagens da legislação, que se tornará obrigatória”, ressalta Denes Pereira.
O superintendente de Licitações, Paulo Roberto Silva, comemora a inovação e conta que houve um salto de qualidade nos trabalhos do setor na Prefeitura de Goiânia. “O novo sistema trouxe mais agilidade, eficiência, qualidade, transparência e economia aos cofres públicos, facilitou bastante o nosso trabalho. O fato de termos saído na frente, nos colocou em posição privilegiada, acompanhando o crescimento de Goiânia, em número de obras e investimentos”, conclui.
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