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A jovem desapareceu em abril após sair de uma igreja em Jataí. Namorado é suspeito de mandar matá-la
O estado de saúde do suspeito de participar do sequestro e morte da auxiliar administrativa Tatylla Cristina Marçal da Silva é gravíssimo. Diego Vitor Alves foi baleado na cabeça pela polícia em uma troca de tiros na tarde dessa sexta-feira (14/6) em Jataí, cidade a cerca de 320 quilômetros da capital.
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Diego Victor foi baleado em tiroteio[/caption]
O jovem segue na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital de Urgência da Região Sudoeste (Hurso), em Santa Helena de Goiás. Diego Vitor foi baleado na cabeça em uma troca de tiros com a Polícia Militar. O suspeito estava foragido e há um mês invadia fazendas da região de Chapadão do Céu para tomar banho e alimentar-se. No momento do tiroteio o jovem estava escondido em um milharal.
A policia acredita que Diego Vitor, juntamente com um comparsa, Luciano Assis Silva, foram contratados pelo empresário Fabiano Antônio Falqueto para matar a jovem Tatylla Marçal. O comparsa já havia sido morto em uma troca de tiros em maio.
A jovem desapareceu no dia 13 de abril após sair de uma igreja em Jataí. Seis dias depois o corpo foi encontrado em avançado estado de composição em uma pedreira em Aparecida de Goiânia.
O delegado de Jataí, André Fernandes, disse na época, que eram fortes os indícios que relacionam o empresário ao crime. As investigações apontam que Fabiano Antônio havia pago R$ 18 mil reais para Diego Vitor e o comparsa cometerem o assassinato. O empresário chegou a ser preso, mas a Justiça de Goiás concedeu habeas corpus alegando falta de provas do envolvimento dele no crime.
O Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Simsed), por meio da assessoria de imprensa, divulgou uma nota esclarecendo o erro sobre a criação de cargos para a Câmara Municipal. Veja a nota assinada pelo secretário na íntegra: [relacionadas artigos="6909"]
"O Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia divulgou que a prefeitura de da capital havia criado 19 cargos na Câmara Municipal e que os vereadores havia aprovado por unanimidade o projeto para a estrutura administrativa da casa. No entanto, o chefe do executivo, Paulo Garcia (PT), assinou nessa quarta-feira (12/6) o decreto que criou apenas um cargo, o de assessor de comunicação. Fomos induzidos ao erro, pois junto o anexo da lei estava anexado uma tabela contendo dezenove cargos. A presença da tabela no anexo do decreto era para relembrar os valores dos vencimentos e gratificações dos demais cargos do legislativo. Na verdade o decreto foi uma alteração da lei de cargos, com a inclusão do cargo de assessor de comunicação. Nós erramos e por isso pedimos desculpas. Para o futuro seremos mais cuidados e ainda mais exigentes na conferência da informação antes de repassá-las para a imprensa."
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