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“O Segredo dos Seus Olhos”, dirigido pelo argentino Juan José Campanella, é uma das mais sofisticadas e surpreendentes produções da história recente do cinema
Em política, como em qualquer área do marketing, importa muito o visual. Nada contra, desde que por trás da aparência haja igual consistência. A questão é que não é isso o que geralmente se encontra
Pesquisas mostram tendências de momento, mas são os candidatos e as militâncias que fecham o resultado
Desde o retorno das eleições diretas para governador, em 1982, apenas Marconi, Maguito e Alcides conseguiram vencer de virada
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Marconi Perillo (à direita) impôs a primeira derrota a Iris Rezende (esquerda) na disputa pelo governo em 1998[/caption]
Afonso Lopes
Histórico das eleições anteriores serve como parâmetro para eleições futuras? Nem pensar. No máximo, servem apenas como parte da história. Cada eleição, de certa forma, faz a sua própria história, e isso é a única coisa que realmente vale. Ainda assim, é curioso observar nas curvas ascendentes e descendentes das campanhas eleitorais de Goiás alguns fatos. Foram oito disputas desde 1982 — 82, 86, 90, 94, 98, 2002, 2006 e 2010. Em quatro delas, candidatos que começaram atrás acabaram vencendo, em 94, 98, 2002 e 2006. Em três, os favoritos venceram, e em apenas uma disputa o jogo começou empatado e se definiu durante a campanha.
Marconi Perillo é o detentor do recorde de viradas nas disputas para o governo. Foram duas, incluindo o histórico desempenho de 1998, que acabou significando a queda do império poderoso do até então imbatível PMDB. Maguito Vilela, prefeito reeleito de Aparecida de Goiânia, e Alcides Rodrigues, cada um com uma virada eleitoral, fecham o quadro.
Início arrasador
As três primeiras eleições pós-abertura, no início da década de 1980, registraram um PMDB absolutamente arrasador. Em 1982, Iris Rezende aplicou uma surra magistral em Otávio Lage sem correr qualquer tipo de risco e com direito a se colocar entre os mais votados do país proporcionalmente. Embora o resultado não tenha registrado qualquer surpresa, porque era essa exatamente a perspectiva dominante entre a população, o feito de Iris foi notável, num país que ainda era governado por generais e que convivia com frequente ameaça de retrocesso. Houve prudência e bastante habilidade para não tematizar nacionalmente a eleição de Goiás, evitando assim qualquer choque com os “urutus” de Brasília. Nessa época, ainda não se tinha pesquisa eleitoral, que começou mesmo somente quatro anos depois, em 1986. O candidato do PMDB, após um duríssimo processo de disputa interna que resultou na saída do ex-presidente regional do partido, Mauro Borges, foi Henrique Santillo, então senador da República. Desde a primeira pesquisa, o peemedebista apareceu com vantagem contra o ex-peemedebista Mauro Borges, já líder pela oposição. Ou seja, foi uma eleição de PMDB contra PMDB. Ganhou quem começou melhor, mas os últimos momentos se tornaram eletrizantes. Ao longo dos meses, enquanto a candidatura de Santillo perdia fôlego, Mauro crescia. As pesquisas na época ainda não conseguiam captar exatamente o quadro eleitoral de todo o Estado, e em Goiânia, Mauro e Santillo disputavam voto a voto, com essa sensação se refletindo como se fosse global. Não era. Enquanto em Goiânia a eleição foi definida a favor de Santillo por pouco mais de uma dúzia de votos, o interior despejou uma frente de 200 mil votos para o PMDB. Iris Rezende voltou em 1990 como oposicionista do governo do peemedebista Santillo. Mais uma vez, era PMDB contra PMDB, e quem se beneficiou muito com essa briga familiar-partidária foi Paulo Roberto Cunha, da oposição. Naquela campanha, e pela primeira vez em Goiás, a disputa quase foi definida por um jingle. A candidatura de Paulo Roberto era amparada, nos programas eleitorais do rádio e da TV por uma melodia harmoniosa e deliciosamente pegajosa que insistia no refrão “tá certo, Paulo Roberto, Paulo Roberto tá certo”. As pesquisas indicavam constante crescimento de Paulo Roberto e já se especulava sobre a possibilidade de haver segundo turno entre os dois quando um fato pode ter modificado esse quadro. Semanas antes da eleição, Iris Rezende escapou da morte num acidente de carro quando retornava a Goiânia após campanha no interior. Iris foi internado num hospital em Goiânia e se submeteu a várias cirurgias para sobreviver. As atenções políticas, que estavam beneficiando muito a campanha alto astral de Paulo Roberto, se voltaram para os boletins médicos. Iris deixou o hospital e participou do comício de encerramento da campanha, no bairro de Campinas. Foi uma cena profundamente marcante e certamente inesquecível para quem a viu: Iris, com gesso do pescoço para baixo e apenas com as mãos descobertas, discursou, sorriu e acenou com as mãos à altura da cintura, com os braços e todo o tórax cobertos pelo gesso.Primeira virada
Com o PMDB totalmente pacificado em torno da liderança de Iris Rezende, a eleição de 1994 marcou por alguns fatos. Foi a primeira vez, e única até hoje, que três candidaturas, embora representantes de apenas dois grandes eixos, disputaram a eleição palmo a palmo: Maguito Vilela, pelo PMDB, e Ronaldo Caiado e Lúcia Vânia, ambos pelo eixo oposicionista. Também foi na eleição de 1994 que aconteceu a primeira virada e houve a estreia da disputa num segundo turno. As pesquisas já estavam bem mais abrangentes, e registraram cada passo das candidaturas e dos humores do eleitorado. Maguito começou em último e Caiado largou na frente, com Lúcia Vânia poucos corpos atrás, em segundo. Ao longo da campanha de retórica mais agressiva de Goiás, aconteceu um sobe/desce entre os candidatos oposicionistas enquanto Maguito cresceu aos poucos e sem parar. No final do primeiro turno, o peemedebista venceu, com Lúcia se classificando para o segundo turno com pouquíssima frente sobre Caiado. Depois disso, foi um passeio. Maguito selou a vitória e confirmou a virada sem maiores problemas.
Em 1998, Iris mais uma vez quis retornar. Ainda hoje a candidatura dele naquela eleição é um problema, uma espécie de esqueleto no armário. O candidato natural era Maguito Vilela, que finalizava um mandato de governador com popularidade nas tampas e uma reeleição considerada favas contadas até pela oposição. Iris diz que topou ser candidato porque Maguito não quis. Há quem discorde, e o acuse de ter atropelado Maguito internamente. Recentemente, em sua carta-renúncia, Júnior Friboi citou o episódio de 98 contra Iris.
Não foi esse o único problema de Iris naquela eleição. Foi um erro estratégico e estrutural logo de início. Eleito para um mandato de oito anos no Senado, em 1994, Iris tinha um de seus irmãos como primeiro suplente. Ou seja, se ele fosse eleito em 98, o irmão se transformaria em senador. Além disso, Maguito compôs a chapa majoritária do PMDB como candidato ao Senado tendo a mulher de Iris, a hoje deputada federal Iris Araújo, como primeiro suplente.
De qualquer forma, Iris Rezende começou a campanha para o governo em 1998 com fantásticos 70% de intenções de voto. Contra ninguém. A oposição bateu cabeça e tentou escalar o deputado federal Roberto Balestra, de perfil semelhante ao de Paulo Roberto Cunha. Não deu certo. A opção então foi o jovem deputado federal Marconi Perillo.
Como reflexo da composição política bem sucedida de 1996, que assegurou a eleição de Nion Albernaz como prefeito de Goiânia, todos os quatro grandes partidos de oposição ao PMDB ficaram unidos: PSDB, DEM, PP e PTB. E lá se foi Marconi para a estrada ganhando a simpatia cada vez maior de eleitores.
No terço final daquela campanha eleitoral, uma grande sacada marcou definitivamente o destino da eleição. Paralelamente à imagem de um jovem moço bem apessoado que pedia licença para anunciar o “Tempo Novo” num jingle marcante, os programas eleitorais introduziram um acachapante quadro de humor com personagem Nerso da Capitinga, do humorista Pedro Bismarck. Foi a pá de cal no favoritismo de Iris.
Nerso brincava com panelas para ironizar a participação dos familiares de Iris, no caso a esposa e o irmão, na composição política do peemedebista. A maioria do eleitorado adorou a comparação e a sátira, e pendeu definitivamente pela candidatura do moço da camisa azul que mostrava o momento alto astral da campanha. Venceu o primeiro turno e confirmou a virada definitiva no segundo. Foi a primeira derrota de Iris e o fim do império de poder peemedebista até então.
Em 2002, nova virada. Candidato à reeleição, Marconi aparecia quase 17 pontos atrás de Maguito Vilela em dezembro de 2011 nas pesquisas para o governo. Em fevereiro, já se registrava empate técnico. Os dois meses que se seguiram consolidaram a virada. Nem foi necessário segundo turno. Com 51,2% dos votos válidos, Marconi foi reeleito já na primeira rodada das urnas.
Com altíssima popularidade do governo de Marconi, a base aliada estadual mais uma vez conseguiu virar placar adverso nas eleições de 2006. Alcides Rodrigues, até então vice-governador, disputou a reeleição como governador ao substituir Marconi, que se desincompatibilizou para disputar o Senado. Ele começou a campanha com magros oito pontos contra um Maguito Vilela que dava a sensação de que poderia vencer já no primeiro turno. Não deu. A força da popularidade de Marconi carregou Alcides para a frente no turno inicial, e confirmou a virada no segundo turno contra um já desesperado PMDB.
No confuso ambiente político de 2010, registrou-se a primeira eleição em que os dois principais candidatos começaram praticamente nas mesmas condições. Iris aparecia na ponta em algumas pesquisas e Marconi liderava em outras. Foi mais ou menos assim até meados do ano. Daí em diante, Marconi sempre se manteve alguns pontos à frente de Iris nas pesquisas. E foi exatamente esse o quadro final no primeiro e no segundo turnos, com a confirmação da vitória de Marconi.
No balanço das viradas, portanto, Iris jamais ganhou, enquanto Marconi registrou duas vitórias nessas condições. Isso tem alguma significação prática para as eleições deste ano? Nenhuma. A história da disputa deste ano está sendo escrita agora.
Caso as eleições fossem hoje, o tucano ganharia com 35%, seguido por Iris Rezende 26%, e Vanderlan Cardoso, com 8%. Estudo ouviu 812 pessoas
Em Trindade, o ex-prefeito de Goiânia sugeriu que é preciso inovação tecnológica e capacitação de policiais para melhorar atuação de agentes
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Candidato petista fez caminhada e conversou com eleitores em Águas Lindas, no Entorno do DF | Foto: Reprodução/Twitter[/caption]
O candidato ao governo de Goiás pelo PT, Antônio Gomide, dedica sua agenda de campanha no final de semana no Entorno do Distrito Federal. Neste sábado (2/8), o petista fez caminhada em Águas Lindas com militantes e apoiadores. No domingo, de manhã, vai a Planaltina para atividade do mesmo tipo.
A região tem recebido bastante atenção do petista: no último fim de semana, ele fez caminhadas e reuniões em Valparaíso e Luziânia. No evento deste sábado, o governadoriável ressaltou a satisfação de sair nas ruas com a cabeça erguida e com sorriso no rosto. “Estamos conversando com as pessoas que querem mudança em Goiás e pedindo o apoio”, avaliou.
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Candidatos ao governo estadual cumprem agenda no domingo | Fotos: Reprodução e Jornal Opção[/caption]
Alexandre Magalhães (PSDC):
Reunião com lideranças em Sancrerlândia.
Antônio Gomide (PT):
8h - Caminhada em Planaltina, no Entorno do Distrito Federal.
Iris Rezende (PMDB):
10h - Participa de reunião na Escola Dominical na Igreja Videira, em Goiânia.
À tarde, tem reunião com equipe de marketing.
Marta Jane (PCB):
A agenda não foi divulgada até a publicação deste conteúdo.
Marconi Perillo (PSDB):
14h - Inauguração do comitê do candidato Eurípedes Júnior
Local: Qd. QC01 - M. LT. 05 - Setor Norte (Antigo Farol), em Planaltina;
15h - Reunião da Assembleia de Deus do Distrito Federal e Entorno, em Brasília;
19h - Missa em comemoração ao aniversário de 66 anos de Nerópolis, na Praça São Benedito, no Centro.
Vanderlan Cardoso (PSB):
22h - Participa de gravação de programa de televisão em Goiânia.
*Ele realizaria curreata em Valparaíso e Novo Gama, no Entorno do Distrito Federal, mas atividades de campanha para o domingo foram adiadas pelo candidato, que terá agenda particular.
Weslei Garcia (PSol):
9h30 - Caminhada na feira do Céu Azul com intervenção nas ruas, em Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal.
Zander Fábio alerta para o fato de que os animais vivem em condições precárias no local. Intenção é a de que os bichos retornem à vida selvagem
Em comunicado, assessoria do candidato relatou que carro apreendido com itens estava com a placa clonada e repudiou esse tipo de ação
Exército israelense anunciou neste sábado a retirada de soldados das cidades de Beit Lahiya, no Norte da região
[gallery type="slideshow" link="none" ids="11726,11725" orderby="rand"] Uma adolescente de 14 anos foi assassinada na Rua Paratinga, no Setor Conjunto Morada Nova, em Goiânia, por volta das 15h deste sábado (2/8). Segundo testemunhas, Ana Lídia de Sousa Gomes estava em um ponto de ônibus, a caminho da Feira da Lua, no Setor Oeste, onde iria ajudar a mãe, quando foi morta. Segundo a Polícia Militar, um homem em uma moto escura se aproximou dela e efetuou quatro disparos. A vítima foi atingida no tórax e em um dos braços. O caso está sendo apurado pela Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH). O crime repercutiu nas redes sociais e voltou-se a comentar sobre a participação de um suposto assassino em série. Esse seria o oitavo caso em que mulheres com menos de 18 anos foram mortas com arma de fogo sem motivo aparente. Imagens da menor sem vida foram publicadas em um grupo na rede social Facebook. A Polícia Civil contabilizou 45 assassinatos de mulheres em Goiânia de janeiro até agora -- em 2013 foram 46.
O tempo do ex-piloto da Fórmula 1 foi de pouco mais de um minuto e 23 segundos. Corrida será a mais longa, com aproximadamente 50 minutos
Tucano esteve na cidade para participar de inauguração de comitê político. Conforme o governador, críticas dos outros candidatos são eleitoreiras
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Críticas foram feitas durante inauguração de comitê político de Alexandre Baldy (ao microfone). Elas têm a ver com dados da SSP-GO, que apontaram redução no número de homicídios em julho | Fotos: Reprodução/Lailson Damásio[/caption]
O governador e candidato à reeleição Marconi Perillo (PSDB) fez duro discurso na noite de sexta-feira (1º/8), em Anápolis, contra as críticas que o governo estadual tem recebido na área da segurança pública. “Eles [da oposição] torcem por um estado cada vez pior por conta de mesquinhos interesses eleitoreiros e pessoais. Todo mês comemoram o número de homicídios. E enquanto eles torcem contra, ou melhor, contra milhares de goianos, nós estamos aqui, trabalhando duro e promovendo avanços em diversas áreas”, avaliou o tucano.
Segundo ele, é preciso “dar um basta” nas críticas que classificou como eleitoreiras. “Eles não têm amor por Goiás. O que eles dizem amar são apenas seus projetos pessoais”, alfinetou Marconi Perillo. Para o governador, os oposicionistas vão ficar cada vez mais frustrados, pois torcem contra Goiás para falar que o Estado está “mal” e para “arrumar votos”.
A declaração refere-se às estatísticas divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) que apontaram redução no número de homicídios em Goiás e em Goiânia no mês de julho. O recuo, segundo dados, foi de 12,9% no Estado e de 32,5% na capital.
O pronunciamento foi feito durante a inauguração do comitê político do ex-secretário da Indústria e Comércio do Estado Alexandre Baldy (PSDB), na Avenida Brasil. Ele disputa uma vaga na Câmara dos Deputados.
Investimentos
Durante sua fala, Marconi Perillo lembrou que até o final do mandato serão somados R$ 700 milhões em investimentos em obras e benefícios para Anápolis. O Aeroporto de Cargas -- que integra o projeto da Plataforma Logística Multimodal de Goiás -- está em fase de conclusão, foi citado pelo tucano. Assim como o Centro de Convenções de Anápolis, orçado em R$ 120 milhões, que está com 80% das obras concluídas. Já Alexandre Baldy destacou o volume de recursos destinados ao município. O político listou que nos últimos três anos Goiás captou R$ 31 bilhões em investimentos privados, dos quais R$ 2 bilhões estão concentrados na cidade. “Nunca se viu tanto investimento em Anápolis”, afirmou o ex-titular da SIC. [caption id="attachment_11718" align="alignleft" width="620"]
Marconi Perillo lembrou de obras que Anápolis recebeu, como uma Escola Padrão século 21, Colégio Militar e o Presídio de Anápolis, que está em fase de conclusão[/caption]
O governador aproveitou para elogiar os três anos em que o ex-secretário ocupou a pasta. “Você foi fundamental para que superássemos os obstáculos e chegássemos a esse evento de cabeça erguida e dizer que estamos concluindo o maior governo da vida dos goianos”, disse o candidato à reeleição.
Os dois servidores suspeitos trocaram acusações quando foram flagrados. De acordo com a direção da unidade, contrato deles com o Estado pode ser encerrado
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Material foi encontrado em fundo falso no interior de um capacete dos suspeitos | Foto: Reprodução/Comunicação POG[/caption]
A polícia prendeu dois vigilantes penitenciários que supostamente tentavam entrar com dois aparelhos celulares, carregadores e dezenas de fones de ouvidos na Casa de Prisão Provisória de Aparecida de Goiânia (CPP), na manhã deste sábado (2/8). A dupla está lotada no sistema de Vigilantes Penitenciários Temporários (VPTs).
Ao serem flagrados, Maxilânio Dias Nicacio e Elias Moreira dos Santos trocaram acusações. Os itens estavam escondidos em fundo falso no interior de um capacete de um deles. O crime foi constatado quando os funcionários passavam pela revista padrão, feita em todos os servidores antes da entrada para o trabalho.
Uma sindicância para apurar o caso e os dois podem ter o contrato encerrado com o Estado, segundo a Coordenação de Segurança da unidade. Os homens foram levados pela escolta prisional para o 1º Distrito Policial de Aparecida de Goiânia, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

